quarta-feira, 30 de maio de 2012

Sr do Bonfim: Mãe reclama de descaso e humilhação cometido por médico em uma Clínica

Caros amigos do face, estou muito triste com algo que me aconteceu essa noite, procurei um estabelecimento de saúde aqui da nossa cidade para atender minha filha Bárbara com muita febre , dores no corpo e na cabeça, qual não foi minha surpresa,a atendente disse que o médico se recusava a atender crianças na emergência, então pedi que ela me desse outra alternativa, já que o nosso plano do Estado n…os encaminha para ter o atendimento lá ou me desse por escrito para que eu tomasse as devidas providências que esse atendimento não seria feito,isso,amigos sem sequer alterar o tom de voz.Então a recepcionista me encaminhou para a enfermeira que muito gentilmente aferiu a temperatura, comprovou a febre e sugeriu que aguardássemos o médico.Chega o doutor que automaticamente me chama para “seu” consultório,como me disse segundos após, era o dono do consultório,imaginem. Sem sequer examiná-la foi afirmando que precisava ser internada para aguardar atendimento para o outro dia, vocês acham que uma mãe  esclarecida como me considero ia permitir uma aberração dessa,internar uma criança, sem um exame prévio para ter pelo menos os indicadores que respaldassem tal atitude? Que profissional é esse que logo em seguida,aos berros,diz que odeia criança,odeia mãe de criança e ameaçou chamar a polícia para me tirar do “seu ” consultório porque estava sendo ameaçado,mera inversão de papéis, eu sequer o conhecia,sequer tive qualquer contato com ele até aquele momento, não havia pronunciado ameaça alguma,estava apenas fazendo questão que o meu direito de cidadã e principalmente o de uma criança de 04 anos doente,chorando fosse respeitado.Abuso de poder meus amigos, indelicadeza,humilhação é esse o preço que se paga por precisar de atendimento médico nesse país? Nós,servidores públicos ,pagamos plano de saúde “seu” doutor para pelo menos termos a garantia de atendimento quando necessário. Deixo aqui registrado meu protesto. Será que o juramento feito por esse profissional deixou de valer ao acabar de pronunciá-lo ao se formar? “ Eu juro / que ao exercer a arte de curar / mostrar-me-ei fiel / aos preceitos da honestidade, / caridade e da ciência. Penetrando no interior dos lares, / meus olhos serão cegos, / minha língua calará os segredos que me forem revelados, / os quais  terei como preceito de honra. Nunca me servirei da profissão / para corromper os costumes e favorecer o crime. Se eu cumprir este juramento com fidelidade / goze eu, para sempre, / a minha vida, minha arte /    de boa reputação entre os homens. Se o infringir ou dele me afastar, / suceda-me o contrário”. Assim eu Juro!!! Hipócrates que o diga, clamo a todos para fazerem valer seus direitos sempre que necessário se fizer,não nos calemos diante de atitudes como essas que acabam por nos frustrar diante de uma realidade árdua que é a luta pelo pão de cada dia,trabalhamos duro sim e precisamos respeitar e sermos respeitados por qualquer ser humano que cruze nosso caminho,independente do título, da etnia, da condição social ou do gênero.Mais respeito aos cidadãos,mais respeito aos funcionários públicos!! P.S. Agradeço ao dr. Antonio Pinheiro pela atenção e respeito que me dispensou ao atender minha filha em outro estabelecimento de nossa cidade.
Publicado pelo Blog do Walterley

terça-feira, 29 de maio de 2012

ESPIRITISMO


 



ATEAR  FOGO

O CÉREBRO. Esse órgão que a Ciência Acredita que é ele que PENSA. Antigamente se achava que era o Coração. Até hoje ainda se diz: dou-te isso de todo o meu Coração. Quando deveria ser: De todo o Meu Espírito. Pois é o Espírito que Pensa, é nele que residem as emoções, e é ele que comanda o corpo físico.

Raciocine: Se é o cérebro que pensa, como é que o Espírito conserva sua inteligência, conhecimentos adquiridos, e sua personalidade, a ponto de se comunicar com as mesmas manias que tinha? O Cérebro não já foi destruído? Não já está servindo de adubo para os vegetais e micro-organismos? Então como é que o Espírito continua pensando? Chorando (Emoções), Odiando, amando, ciumando? Ensinando, perseguindo, ou trabalhando na caridade ou não? Se Você Conseguir responder essas perguntas Maiêuticas pelo método de Sócrates, chegará a uma conclusão: “O Espírito, elemento inteligente do Universo... Pensa... A Mente, campo da Consciência desperta. reflete (Qual um espelho, o que o Espírito pensa). E O Corpo Físico, a Máquina Divina. executa... através dos órgãos que lhe são peculiares... Um Autor encarnado, disse, e eu li aqui na Uneb, que nós pensamos, para que o corpo tenha prazer. Chegou perto ele... Digo mais, que Nosso espírito pensa, para ter prazer. Pois, até o orgasmo, é um prazer do espírito. Senão não existiriam espíritos desencarnados, viciados em sexo, álcool, etc. e etc. O Cérebro transmite através de neurônios, sinapses, elétricas, enzimas, hormônios etc., e etc., para comandar o corpo físico pela vontade do Espírito nele ligado. E que têm outro corpo Fluídico, que têm automatismos também... O Corpo físico, não passa de uma extensão do perispirito (Corpo Astral).

Quando damos Passes... Existe uma substância Fluídica em movimento. Por trás dessa substância em movimento, existe uma Força, e, essa força, nada mais é do que o pensamento do nosso espírito dirigido pela sua inteligência e sua vontade. Dessa forma, por trás do Fluido Universal que liga e solidariza todos os Mundos, qual o oceano em que os peixes e toda a vida marinha está mergulhada, também existe por trás desse fluido primário, dessas substâncias primárias que originam todas as coisas, inclusive os gases simples, existe uma força... E essa força, nada mais é que o pensamento dirigido pela inteligência Suprema, e por sua vontade (DEUS?), isso é o que renova os Mundos e os seres vivos. (É Simples, nós é que complicamos)

Não foi à toa que Jesus disse: “Eu vim para separar e não para Juntar, (Separar pelo conhecimento, não é o amor que separa, é o conhecimento) nos distanciamos dos amigos de infância que não progrediram em conhecimentos, de forma natural.  Ainda disse Jesus:”Eu vim para atear fogo (Do conhecimento), e o que quer aquele que ateia fogo, senão que ele se alastre”(Jesus). (Bíblia e Evangelho Segundo o Espiritismo)

Abordo fatos que independem de Religião. Minha intenção é aquela recomendada pelo Mestre dos Mestres: “Não colocar a candeia (Do conhecimento ) em baixo da cama, mas no alto da Sala para iluminar a todos”.


Luiz Bamberg,
Autor da Pedagogia do Espiritismo
Trabalho Acadêmico Registrado
Na Uneb Campus VII.




sábado, 26 de maio de 2012

Forró no Trem é uma das atrações do São João de Senhor do Bonfim em 2012.






As duas locomotivas de se deslocam de Minas Gerais para fazerem o trajeto turístico de uns 10 km...faz do "Forró no Trem"...uma das opções turísticas no São João de Senhor do Bonfim este ano.

Postado por: Luiz Bamberg

NOTAS ACERCA DA EMANCIPAÇÃO DE SENHOR DO BONFIM


                                                                                                               
     Por José Gonçalves do Nascimento


Parece de bom alvitre trazer à discussão a data do 28 de maio, que habitualmente é festejada, como se fosse a da emancipação política e administrativa do município de Senhor do Bonfim.  
Ora, a emancipação de Senhor do Bonfim ocorreu quando o antigo Arraial da Tapera foi elevado à condição de vila, dando origem a Villa Nova da Rainha, desmembrada da Vila Velha de Jacobina. Isso se deu em 1º de outubro de 1799, conforme o Auto de criação e instalação da referida vila, transcrito por Lourenço Pereira da Silva, no livro: Memória Histórica e Geográfica sobre a Comarca do Bonfim. Bahia: Typografia Reis & C., 1915, pp. 81-82. Lê-se no memorável Auto: “Ano do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de mil setecentos e noventa e nove, primeiro dia do mês de outubro do dito ano, neste arraial do Senhor do Bonfim da Tapera e casa onde se acha aposentado o doutor José da Silva Magalhães, desembargador de sua Majestade Fidelíssima (...) donde eu escrivão de seu cargo no adiante nomeado me achara, e sendo aí mandou vir a sua presença e nela ajuntar por anteriores pregões dados em voz alta por todo o arraial, pelo porteiro Francisco Dias da Silva, a nobreza do povo não somente do arraial, mas também de toda a freguesia, e sendo presentes lhes propôs que ele se achava autorizado em nome da sua Majestade Fidelíssima pelo Governador Capitão General da cidade da Bahia, dom Fernando José de Portugal, para a criação da Vila que se mandara estabelecer nesse mencionado arraial, em virtude da representação do povo”.

Como parte desse processo, foi criada também a Câmara de Vereadores, órgão máximo da administração municipal, tanto na Colônia como no Império. Era a Câmara que garantia a autonomia do município. A ela cabia o duplo ofício de legislar e de administrar a cidade. Foi assim desde os primórdios da história do Brasil até a proclamação da República, quando surge a figura do intendente ou prefeito, que passa a assumir a tarefa administrativa, como chefe do executivo municipal. Além da Câmara de Vereadores, dita vila foi dotada também de juiz ordinário, juiz de órfãos e procurador.      
Ali estava consolidada, de uma vez por todas, a autonomia política e administrativa de Senhor do Bonfim, em que pese o Brasil achar-se ainda sob a tutela da coroa lusitana.
 O que efetivamente ocorreu em 1885, quase 100 anos depois daquele histórico acontecimento, foi a elevação da vila ao status de cidade – o que nada mais era do que um título honorífico – não acrescentando, no caso em apreço, outra coisa de substancial, afora a mudança de nome da comuna, de Villa Nova da Rainha para o “auspicioso” Senhor do Bonfim. Fora disso, a cidade continuaria a mesma, com a mesma estrutura político-administrativa de um século atrás.    
Lembro-me, a propósito, de trecho do romance histórico O Tempo e o Vento, de Érico Veríssimo, em que diante da notícia de que a vila de Santa Fé seria transformada em cidade, o capataz Fandango diz ao líder local, Licurgo Cambará: “A Assembleia resolveu que agora Santa Fé é cidade. Todo mundo fica louco, a festança começa, é sino, viva e foguete. Mas me diga, cambiou alguma coisa? Nasceu alguma casa nova, alguma rua nova, alguma árvore nova só por causa do Decreto? Não. Pois é...”. 
 As indagações do personagem do romance gaúcho não seriam aplicáveis também a Senhor do Bonfim?
 É válida e até imperiosa, a comemoração do 28 de maio, contanto que não se fuja do significado da data. Não é razoável e poderá causar sérios danos à memória histórica de Senhor do Bonfim a celebração do tal dia como se fosse o da emancipação da próspera e hospitaleira Terra do Bom Começo. Urge, então, a bem da verdade, que se corrija o grave equívoco e a escola é o espaço ideal para se encetar essa indispensável empreitada.
 É igualmente necessário que se inclua o 1º de outubro no calendário local de comemorações, fixando a data como referência maior da luta pela independência política do Município e garantindo à mesma toda a  solenidade que lhe é devida, por força da sua importância cívica, histórica e cultural.
 Desta forma, estaremos fazendo justiça à história de Senhor do Bonfim e ao mesmo tempo contribuindo para a valorização e reconhecimento a todos aqueles e aquelas que, de alguma forma, colaboraram com a construção e engrandecimento desta terra que foi, é e será o orgulho da Bahia.

Postado por: Luiz Bamberg