quinta-feira, 8 de julho de 2021

BONFIM>>> Vinda das Sacramentinas

 


A vinda das Irmãs Sacramentinas para Senhor do Bonfim fez parte do projeto da Diocese de Bonfim, liderado pelo bispo Dom Hugo Bressane de Araújo, com objetivo de promover a educação de jovens nos princípios cristãos.

Atuando apenas na formação de professoras, as atividades do Educandário Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento tiveram início em junho de 1937. Por décadas as alunas eram exclusivamente mulheres, mas a partir dos anos 1970 iniciou-se o processo de abertura da escola, com a implantação do curso científico e aceitando alunos do sexo masculino. Nesses 84 anos, a Sacramentinas tornou-se uma das mais importantes instituições de ensino do município, contribuindo com a educação de crianças e jovens em Senhor do Bonfim.


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Foto: Acervo Ana Campos


Fonte: Sacramentinas


BONFIM>>>Procissão do Senhor Morto

 


Uma das mais antigas e tradicionais manifestações religiosas de Senhor do Bonfim teve origem no início século XVI, no mosteiro beneditino de Vilar dos Frades em Braga, de onde se estendeu a todas as Catedrais e paróquias de Portugal. Inicialmente a celebração era realizada com o Santíssimo Sacramento, em missas durante a Quinta-feira Santa um cortejo pelo interior e entorno das igrejas na Sexta-feira. Com a proibição da saída do Santíssimo Sacramento do para o exterior das igrejas, por volta de 1606, passou a ser utilizada a imagem do Senhor Morto, que deu origem a procissão pelas ruas das cidades.


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Foto: José Oliveira | Foto São José


Fonte: Semana Santa Blogspot

Saiba como surgiu a energia elétrica em Senhor do Bonfim

 


organização do sistema de luz e energia de Senhor do Bonfim foi idealizada pelos engenheiros Emanuelle Da Rin e Arquimedes de Siqueira Gonçalves, dupla também responsável pelo plano diretor e de abastecimento de água da cidade de Ilhéus. A usina, construída em meados da década de 1920, era administrada por Ermínio Da Rin e forneceu energia à cidade até a instalação da unidade a diesel-elétrica do alemão Augusto Roters, sendo que em 1964 a concessão foi outorgada à Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia – Coelba.

Foto: Acervo Correio do Bomfim
Fonte: Paulo Da Rin


Fonte:blogdoeloiltoncajuhy 

domingo, 4 de julho de 2021

Tremor de terra é registrado em Curaçá

 


município de Curaçá, no Vale do São Francisco, registrou na última quinta-feira (1º) um tremor de terra de magnitude preliminar 1.8 mR, segundo informações do Laboratório Sismológico (LabSis) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). O evento ocorreu às 14h.


Segundo o LabSis, não houve registros de que moradores da região tenham sentido ou escutado o tremor de terra. O último evento desse tipo no estado ocorreu no dia 25 de junho, na cidade de Jacobina. Foi o sexto evento no município em um intervalo de 19 dias.


LabSis informa que segue monitorando e divulgando toda atividade sísmica que ocorra no estado da Bahia e também na região Nordeste do país.


Fonte: Itiúba em Destaque


sexta-feira, 2 de julho de 2021

Senado aprova alternativas para prova de vida do INSS

 


Senado aprovou, na quarta-feira (30), o projeto de lei que estabelece formas alternativas de o aposentado apresentar prova de vida à Previdência Social. A prova de vida é obrigatória para que o aposentado continue recebendo o benefício. O projeto segue para a Câmara dos Deputados.

Atualmente, o aposentado ou pensionista do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deve ir até a uma agência do instituto ou à agência do banco onde recebe o benefício para provar que está vivo. O projeto sugere que seja apresentado, por meios eletrônicos ou pelos Correios, um atestado médico comprovando a situação do beneficiário. O documento deve conter os dados de identificação do aposentado e do profissional que identificou o interessado.

Em caso de não haver médico na localidade, o projeto sugere a entrega de um formulário padrão emitido pelo INSS, subscrito por duas testemunhas e enviado por correio. O projeto também dispensa a necessidade de prova de vida para aposentado que continue trabalhando com carteira assinada, uma vez que ele segue como contribuinte da Previdência Social.

“A prova de vida é um drama para a maioria dos idosos, beneficiários da Previdência Social, principalmente neste momento de pandemia. Os idosos, e também os que se encontram doentes ou pessoas com deficiência, em especial, caso precisem comprovar sua existência, são  submetidos, não raras vezes, a longas filas, aglomerações, gente sem máscara, riscos de contrair o coronavírus, pedintes e golpistas em agências financeiras”, disse o relator do projeto de lei Jorge Kajuru (Podemos-GO).


Fonte: Cleber Vieira News

Governador Rui Costa entrega obra de recuperação da BA-131 entre os municípios de Caém e Saúde

 


Foto: Alberto Coutinho

Os municípios de Saúde e Caém, no centro-norte do estado, receberam a visita do governador Rui Costa nesta quinta-feira (1º), para entrega de uma das mais importantes obras de infraestrutura viária da região. Foi entregue a recuperação da rodovia BA-131, no trecho que faz a ligação entre Saúde, Caém e o entroncamento da BR-324 (Jacobina). O Governo do Estado investiu R$ 12,5 milhões no trecho da via.

“Nós anunciamos investimentos em infraestrutura, mas também entregamos ônibus escolares, equipamentos e máquinas, e também investimentos em novas unidades escolares, inclusive municipais, onde obras que estão paralisadas há muitos anos possam ser concluídas e entregar creches e escolas do Ensino Fundamental “, afirmou o governador Rui Costa.


governador realizou a entrega de trecho de cerca de 40 quilômetros que beneficia 210 mil habitantes que vivem nos municípios de Senhor do Bonfim, Antônio Gonçalves, Pindobaçu, Saúde, Caém e Jacobina. A obra faz parte da recuperação de mais 97 quilômetros da rodovia BA-131. O investimento total da obra é de mais de R$ 35 milhões.


Em breve retornaremos pra inaugurar o trecho restante. É mais um investimento nessa região, além de outros que estamos fazendo, como a construção do novo aeroporto de Senhor do Bonfim”, comentou o secretário de Infraestrutura Marcus Cavalcanti.


Também foi realizado investimento na agricultura da região, Rui Costa entregou, por meio de recursos da Secretaria de Agricultura, um caminhão pipa para o consórcio da região da bacia do Jacuípe, uma motoniveladora para o consórcio do Piemonte da Diamantina e um caminhão e uma motoniveladora para o consórcio Norte Itapicuru. A entrega dos equipamentos representam um investimento de mais de R$ 1,5 milhão.

Foto: Alberto Coutinho

agenda inclui também a entrega de 11 ônibus escolares para municípios da região. As cidades que passam a contar com o novo veículo de transporte escolar são: Antônio Gonçalves, Andorinha, Pindobaçu, Caém, Capim Grosso, Miguel Calmon, Mundo Novo, Pintadas, Umburanas e Várzea do Poço.

Estavam presentes na agenda os secretários do Desenvolvimento Urbano do Estado, Nelson Pelgrino, e da Educação, Jeronimo Rodrigues, além de Luiz Caetano, da secretaria de Relações Institucionais do Estado, e Marcus Cavalcanti, da Secretaria de Infraestrutura do Estado.


Finte:Nonato noticias











quinta-feira, 1 de julho de 2021

PROJETO AGROECOLÓGICO REALIZA DIAGNÓSTICO COMUNITÁRIO PARTICIPATIVO EM COMUNIDADES RURAIS*



Obter dados socioeconômicos e culturais das comunidades é o objetivo do Diagnóstico Comunitário Participativo, uma das etapas do Ater Agroecologia, que está sendo realizada em 24 comunidades que integram o projeto nos municípios de Uauá, Curaçá, Casa Nova, Pilão Arcado, Juazeiro e Remanso, acompanhadas pelo Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada (Irpaa). Com o diagnóstico é possível obter informações para identificar as potencialidades e os desafios que precisam ser superados pela comunidade junto ao projeto Ater Agroecologia. 


Os agricultores e agricultoras tiveram papel fundamental neste processo, pois foram instigados an refletir sobre sua história, problemas e as possibilidades para solucioná-los, através das quatro ferramentas aplicadas. Foram elas: Linha do tempo e Mapa da  comunidade, Diagrama de Venn e Matriz FOFA. 


A construção da linha do tempo possibilita um resgate da história, a partir dos acontecimentos marcantes da comunidade, o que se faz de extrema importância para pensar ações futuras para a localidade. Sobre este momento, a agricultora, Evanice Souza Reis, da comunidade Salina do Amaro, em Casa Nova-BA, destaca a importância do resgate histórico da localidade. “O resgate da memória da comunidade foi muito interessante, porque eu tive conhecimento de coisas que eu nem sabia, mesmo sendo daqui, então foi um momento muito bom e muito proveitoso”. 


A jovem agricultora, Clesiane Alves Moura, da comunidade Lagoa dos Cavalos, em Remanso-BA, afirma que para ela, o momento mais importante do diagnóstico comunitário foi também a linha do tempo. “Para mim foi uma informação excelente porque eu não sabia como tinha surgido realmente a nossa comunidade (...) eu nunca tive a oportunidade de alguém me contar toda a história e foi relatado aqui”, expõe Clesiane.


Também foi produzido o mapa da comunidade, um desenho feito pelos agricultores e agricultoras considerando todos os elementos físicos existentes: plantações, prédios comunitários, relevos, tecnologias de água, dentre outros. “A gente nunca tinha feito o mapa da comunidade, foi uma coisa muito gratificante, porque a gente foi vendo pontos que muitas vezes a gente só passava, e hoje a gente tava vendo detalhes. Uma experiência muito boa. É uma memória que a gente vai passar adiante, pros filhos da gente, e para os filhos deles”, diz a agricultora, Rosangela Miranda Costa, da comunidade Sítio Pé do Morro, em Casa Nova-BA.  


Sobre esses momentos, a colaboradora do Irpaa, Maria de Fátima destaca que “O pessoal conseguiu trazer muitas questões. Na parte na linha do tempo fizeram o resgate histórico, foi muito bom, todo mundo participou. No mapa da comunidade, o pessoal também se entusiasmou muito de tá ali, colocando na sua propriedade a representação produtiva do que tem”.  


Já o diagrama de Venn identificou e caracterizou as relações da comunidade com instituições e grupos existentes, destacando a importância das interações. Além disso, foi trabalhada nas comunidades a Matriz FOFA, onde os agricultores e agricultoras auto avaliaram suas fortalezas, oportunidades, fraquezas e ameaças, possibilitando entendimento dos fatores internos e externos da comunidade. Nesse sentido, a agricultora, Nilcélia da Costa Santos, mais conhecida como Bibi, da comunidade Lagoa dos Cavalos em Remanso, frisou que o momento mais marcante para ela foi a Matriz FOFA, quando foi possível observar os pontos que tornam a comunidade forte. “A fortaleza da comunidade e como o povo viu o tanto que a gente é forte, o tanto que a gente é importante e único”.


É importante destacar a participação efetiva das comunidades no diagnóstico comunitário, como aponta a colaboradora do Irpaa, Eleide Brito “Se inteiraram bastante com atividade, ainda não conheciam o diagnóstico participativo, mas mesmo assim a gente instigou e a comunidade participou bastante dentro de todas as ferramentas aplicadas”.


Durante a realização do diagnóstico comunitário também é interessante ressaltar a maior participação das mulheres e dos jovens das comunidades, como aponta o colaborador do Irpaa, Darlei Rodrigues. “A comunidade foi bastante participativa, principalmente as mulheres e jovens que são cadastradas no projeto. Tiveram uma participação belíssima, discutindo e problematizando várias ações na comunidade (…). A gente vai trabalhar pensando nessas medidas e o que a gente pode levar para melhorar o desenvolvimento da comunidade”.


Com as informações adquiridas através do diagnóstico comunitário participativo é possível nortear as ações do Ater Agroecologia em cada comunidade, pois elas possuem particularidades que devem ser consideradas para que as atividades seguintes estejam de acordo com cada realidade. Como aponta o colaborador do Irpaa, Alessandro Santana, “O diagnóstico comunitário participativo, é um espelho da realidade atual da comunidade. Então é como a gente vai observar a partir da escuta, por isso participativo, para nos ajudar a partir da escuta, como é a realidade, as relações existentes na comunidade, como eles se relacionam internamente e com os parceiros, e a partir disso ter uma visão de como avançar, de como seguir, como fazer assessoria. Então, na verdade, é um marco central que vai nos direcionar a continuar dando os próximos passos da assessoria, por isso a importância deste momento”.


O projeto Ater Agroecologia, financiado pelo Governo do Estado da Bahia, através da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e a Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater) iniciou em setembro de 2020 e segue até setembro de 2023.


Texto e fotos: Eixo Educação e Comunicação do Irpaa