domingo, 7 de junho de 2026

Reserva de hotel para o São João de Bonfim



• Mês de junho entrou , e , já se pensa nos festejos juninos ; na Capital Baiana do Forró -  Senhor do Bonfim - Bahia.

• Com ele a dificuldade de se encontrar reservas nos hotéis da cidade.

• Uma alternativa surgiu agora , com o hotel Lomanto ; com seus 14 apartamentos, recentemente reformados, e à disposição do turista.

• Disponíveis para reservas, no São João de Senhor do Bonfim Bahia.

• Se você quer desfrutar , das grandes atrações oficiais , da Prefeitura Municipal de Senhor do Bonfim, no "Espaço Assis do Acordeon"- Praça Nova do Congresso e, no "Espaço Gonzagão " - Parque da Cidade, de 19 a 24 de junho, reserve com antecedência enquanto é tempo, no " Hotel Lomanto". Fale com seu representante pelos telefones e Zap abaixo:

Diga que viu no blog do bamberg para ter algum desconto.

74 - 991010016 - Felisberto ( Dono)

74 - 991196713 - Luiz Bamberg (Repres.)

Fotos:








SPA - Síndrome do pensamento acelerado

 


Imagem ilustrativa


Dentre os grandes desafios da vida moderna, está a dificuldade que as criaturas humanas encontram no domínio do pensamento. Teorias bem postas tem insinuado o surgimento da SPA - Síndrome do pensamento acelerado, atestando que o vivente no mundo tem cada dia maiores angústias por causa da velocidade com que é atingido por incontáveis estímulos, reagindo na usina mental com uma descarga colossal de pensamentos em desordem, na sua maioria.

Uma avassaladora sensação de impotência tem vergado incontáveis criaturas, gerando medo e ansiedade do amanhã.

Milhões transitam pelas estradas do pânico e da insatisfação, como exilados num país estrangeiro, distantes do verdadeiro lar.

Outros mais carregam síndromes e distúrbios emocionais ainda inabordáveis pela ciência médica, penetrando a noite das grandes insônias.

E esse caudal de inquietações acaba por fomentar distúrbios do humor, da afetividade, produzindo uma sociedade enferma dos nervos e das emoções.

Inegável constatar que nos últimos dois séculos os avanços extraordinários da tecnologia e da ciência nos trouxeram conforto e fartura, comodidade e rapidez nas comunicações, mas igualmente nos encontraram despreparados para tão rápida mudança de padrões de comportamento, geradores de insatisfação contínua e ansiedade galopante.

As vítimas dessas síndromes contam-se por bilhões de indivíduos, a mascararem os sintomas com fugas psicológicas e uso abusivo de ansiolíticos e antidepressivos.

Esportes radicais para queimar o excesso de adrenalina.

Permuta do dia pela noite, ansiando por baladas e boemias intermináveis até o completo esgotamento dos órgãos. Consumo etílico acima do suportável, promovendo o alcoolismo a um patamar alarmante.

E ao lado dessas e de outras disfunções, registra-se a massa de povo buscando em templos diversos uma cura sobrenatural, como se a divindade pudesse desligar a chave dos tormentos humanos num passe de mágica.

Para matar a sede, bebe-se água do mar.

Para o encontro com o sagrado, trilha-se a ponte falsa do fanatismo.

Heróis de pés de barro são alçados à condição de salvadores do mundo, logo caindo em derrapagens morais que fulminam a esperança.

Urge refazer caminhos, ressignificar o viver, valorizar o não visto.

O enorme esforço da psicologia moderna, da ciência da alma e do moderno espiritualismo, na tentativa de reconectar o espírito às suas origens. Decifrar pela ciência o enigma da morte, elucidando ser simples passagem do ser imortal de uma expressão grosseira para uma existência mais rarefeita, sem destruição da essência.

O intercâmbio com os amigos desencarnados pela ponte da mediunidade com Jesus.

O cultivo do silêncio e a substituição serena da reza pela prece, onde o sentimento vale mais que a quantidade de palavras proferidas.

A identificação das leis divinas na consciência, a entregar a cada ser não o prêmio ou o castigo estipulado pelo sacerdócio remunerado ou pela teologia de ocasião, mas tão somente o fruto da sementeira de cada um, no curso da própria vida.

Quanta falta faz Jesus no coração sofrido de uma sociedade que se julga abandonada, qual barco à matroca!

Filho da grande luz, herdeiro das estrelas e das galáxias, desacelera tua corrida pelo muito ter e retira-te a um lugar à parte. Cultiva teu jardim íntimo e abre sulcos novos em tua gleba de esperanças.

Nestas covas novas, deita, confiante, sementes de bondade e justiça, fé renovada e otimismo, aguardando que o orvalho divino aqueça o chão e faça surgir um trigal maduro em tua estrada.

Logo após, vem cear com Jesus o pão de Deus, saciando tua sede de infinito e acalmando todas as tu

as inquietações e medos, secando lágrimas e abrindo um sorriso ao vento.

Vem! 

Esse convite já tem dois mil anos.

Jesus te espera.


Marta (Espírito)

Vitória da Conquista, 07.06.2026m


Médium: Marcel Mariano




sexta-feira, 5 de junho de 2026

Deixem o carnaval para fevereiro. Junho pertence ao forró.

 


.O Som da sanfona silenciada


Senhor do Bonfim amanheceu em festa. Bandeirolas espalhadas pelas ruas, luzes coloridas desenhando o céu e o povo carregando no peito o orgulho de viver na terra que ostenta o título de “Capital Baiana do Forró”. Era para ser um dia de celebração da identidade cultural, da memória nordestina, do som sofrido e alegre da sanfona, do triângulo e da zabumba. Mas, no lugar disso, o que se viu foi um gigantesco trio elétrico rasgando as avenidas como se fevereiro tivesse invadido junho.


No aniversário de emancipação política da cidade, Bell Marques surgiu no alto de um mega trio, arrastando uma multidão em clima de carnaval fora de época. E a pergunta ressoa no coração de muitos bonfinenses: onde ficou o forró?


Não se trata de negar talento a ninguém. Nem de proibir ritmos. A música é livre. O problema nasce quando a cultura local passa a ocupar o banco de trás dentro da própria casa. Quando o espaço dos sanfoneiros vai sendo reduzido até caber apenas nos cantos da programação, enquanto os holofotes gigantescos iluminam artistas que nada têm a ver com a essência do São João nordestino.


O forró não é apenas música. É identidade. É herança. É resistência cultural. Cada puxada de fole carrega a poeira do sertão, a saudade das noites frias de junho, o cheiro do milho assado e a simplicidade de um povo que aprendeu a transformar sofrimento em dança. O triângulo e a zabumba não precisam competir com guitarras elétricas; precisam apenas ser respeitados.


Transformar uma festa junina em carnaval é como trocar a alma da casa por uma fantasia passageira. O povo pode até pular, cantar e seguir o trio, mas muitos carregam por dentro a sensação amarga de ver o verdadeiro forró sendo empurrado para escanteio, quase pedindo licença para existir na própria capital que deveria defendê-lo.


Deixem o carnaval para fevereiro. Junho pertence ao forró. Pertence ao sanfoneiro anônimo que passa o ano inteiro esperando a chegada desse período para mostrar sua arte. Pertence ao casal que dança agarradinho ao som de um xote. Pertence ao nordestino que vê na sanfona um pedaço de sua própria história.


Quando os tambores elétricos abafam o som da zabumba, não é apenas a música que perde espaço. É a cultura que vai sendo lentamente silenciada.


E talvez a maior revolta não esteja no trio elétrico em si, mas no medo de que um dia nossos netos conheçam o São João apenas como um carnaval vestido de camisa xadrez.


Não vamos curtir esses carnavalescos ocupando o lugar dos sanfoneiros. Essa é a minha opinião, você tem o direito de concordar ou não.


João Carrilho,  29/05/26.

domingo, 31 de maio de 2026

Show de Bell Marques em Senhor do Bonfim foi sucesso de público



• E, Bell Marques veio a Senhor do Bonfim como estava previsto , para abrilhantar o aniversário da cidade, nos seus 141 anos de emancipação política.

• A grande carreta saiu próximo a grande sanfona percorrendo algumas ruas principais da cidade e finalizando na Praça Nova do Congresso.

• Algumas providências tiveram que s;er tomadas com antecedência ; como retirada de fios de internet e câmeras de monitoramento. A além de retirada de semáforos provisoriamente.

• Muita gente de fora da cidade, principalmente das nove cidades do Piemonte Norte do Itapicuru , vieram assistir o show de Bell Marques ; e seu  trio elétrico.















sábado, 30 de maio de 2026

Que mundo restará após um conflito bélico, onde dispositivos nucleares sejam utilizados em larga escala?


 

As gerações se sucedem, e cada uma delas tem DNA próprio. Muito se critica as antigas gerações pelo comportamento atrasado, hábitos patriarcais e quase nenhum lazer. A religião era cultura imposta pelos genitores, que desde cedo impunham aos filhos a aceitação da crença que lhes era comum, sem possibilidade alguma de livre escolha.

Não raro, surgia o filho rebelde, a criança fechada, o adolescente formatado naqueles padrões culturais, dificultando o relacionamento social em bases mais saudáveis e ricas de permutas.

E se o observador dirige o olhar para tempos mais recuados na história, constatará o menino crescendo à sombra do pai, buscando desde cedo imitar-lhe o comportamento guerreiro, as dissipações sexuais e a sede de triunfo militar sobre inimigos e tribos opostas.

À menina, guiada pelo instinto materno, nada mais restava senão acrisolar o saber doméstico, as prendas do lar e aguardar que o varão da família decidisse seu casamento com um destemido conquistador.

Sob o sopro da renovação cultural, a melhoria de métodos educativos, o avanço das ciências e do intercâmbio entre culturas diferentes, a sociedade foi incorporando novos valores, o menino fez-se empresário em vez de cabo de guerra e a menina passou a decidir o próprio destino.

Aí temos as novas gerações, fartamente servidas de tecnologia de ponta, na sua grande maioria, articuladas nas redes sociais, sedentas de prazeres e sensações que lhe foram negadas em outros tempos.

E os resultados não se fizeram tardar.

Tem-se, mas não se é.

O vazio existencial massacrando milhões, que se sentem despossuídos de metas para o existir.

Não obstante envolvidos em grupos diversos, terrível solidão afetiva os devora diariamente, produzindo tristeza e amargura crescente.

Corpos esculpidos e mentes atrofiadas.

Quando abraçam alguma religião, participam do culto com o corpo, mas a mente, quase sempre muito agitada, paira em longínquas terras de sonhos não realizados.

Permutam o dia pela noite, em baladas intermináveis, buscando desgastar a energia e a adrenalina excessiva que os mantém ansiosos o tempo todo, sem pausa para as meditações imprescindíveis.

Quase nenhuma cogitação sobre a vida após a morte, porque prisioneiros de apelos midiáticos e relações interpessoais que insistem no não pensar, apenas no fruir de prazeres intermináveis.

Certamente que o panorama aqui apresentado não se ajusta à totalidade de jovens e moços, homens e mulheres de quadras diferentes. Em muitos lugares encontramos a mocidade antenada com os ideais cristãos, mesmo que sob certo verniz do fanatismo eclesiástico. Homens e mulheres envolvidos com ONGs, libertando animais de cativeiros hediondos, lutando pela preservação da vida de cetáceos em vias de extinção ou chamando a atenção de autoridades públicas para o desmatamento e a preservação do meio ambiente.

Indiscutivelmente dispomos de admiráveis recursos de comunicação ligeira, notícias em tempo real, festivais de música e gastronomia, copa do mundo de futebol e olimpíadas a cada quatro anos, mas impossível ignorar que varre a atual civilização um vento de desânimo e ansiedade, depressão e pessimismo, onde o horizonte de uma guerra mundial parece ameaçar de destruição milhares de séculos de cultura, ética e filosofia.

Quando ansiamos por contatos imediatos de terceiro grau, aquele em que poderíamos travar relações mais diretas com civilizações alienígenas, governos insistem no rearmamento dos povos, no desenvolvimento de armas inteligentes e artefatos de destruição em massa, para se afirmarem senhores do mundo.

Que mundo restará após um conflito bélico, onde dispositivos nucleares sejam utilizados em larga escala?

Impostergável e urgente necessidade temos de refletir sobre a conduta e o pensar desses dias modernos. Nossas metas e achados.

De que geração viemos, qual a herança herdada de nossos pais e que espólio moral e cultural estamos deixando no mundo, como marcos de nossa breve passagem pelos rincões da escola planetária.

Em surgindo a dúvida, a inquietação íntima, busquemos lugar afastado do burburinho, silêncio nos equipamentos móveis de comunicação e mergulho em si, viajando pelo desconhecido país interior, onde lograremos nos situar melhor sobre nossa interferência em tantas vidas que nos cercam.

E se o medo ou o remorso ameaçarem nos convulsionar a casa mental e as cordas do violão cardíaco, nos deixemos arrastar pela poderosa lembrança D'Ele, que viveu numa sociedade caótica, guerreira e conviveu com pessoas tóxicas e refratárias ao novo pensar, que surgiu em Belém e se espalhou pela Palestina, antes de ganhar o mundo em progressão contínua e suave.

Jesus Cristo, paradigma de jovens e velhos, criança e adulto, homens e mulheres, continua patrocinando luz nos corações, sorriso nos lábios e fé ativa em meio ao desânimo que ronda bilhões de indivíduos.

Se tens a mínima notícia D'Ele, és um convocado para inocular sangue novo no organismo debilitado da atual geração.

Se és velho ou novo, isso pouco importa.

Importa ser carta viva do Evangelho, semeando esperança e paz onde estiver.

Marta (Espírito)

Juazeiro, 30.05.2026


Médium: Marcel Mariano



sexta-feira, 29 de maio de 2026

Idade nova para Luiz Gustavo Xisto Bamberg






• Hoje é dia dele, do meu caçula , Luiz Gustavo Xisto Bamberg, 14 aninhos , plena flor da idade , cheio de energia e esperanças no porvir.

• Que seja um homem de bem e que faça valer o sacrifício de seus pais, para conduzi-lo na vida.

• Esperança, fé , e dedicação , são as palavras chaves.

• Parabéns meu filho querido, siga em frente , que Deus te ilumine.


Aqui Com o pai, na rede.


Com o pai Luiz Bamberg  e a mãe Daniela


Na Escola.





 



Com os irmãos petitito.






Com as irmãs e sobrinhos ; inclusive o de camisa vermelha , que pede a bênção ao menor kkk


Papai; meu herói.

Mãe coruja













quinta-feira, 28 de maio de 2026

Luto: Morre o empresário bonfinense ‘Costinha’, aos 76 anos


Figura muito querida em Senhor do Bonfim, Costinha construiu trajetória de trabalho, amizade e dedicação ao comércio local

Por Blog do Eloilton Cajuhy – BEC



Empresário Costinha sendo homenageado como destaque, ao lado do ex-prefeito Carlos Brasileiro – Foto: Arquivo da família


Faleceu na tarde desta quinta-feira (28), aos 76 anos, o empresário José Gonçalves da Costa, carinhosamente conhecido como “Costinha”. Natural de Canudos, ele estava radicado em Senhor do Bonfim há muitos anos, cidade onde construiu uma história marcada pelo trabalho, empreendedorismo e forte ligação com a comunidade bonfinense.


Costinha era proprietário da tradicional Bonfim Pneus, empresa bastante conhecida no município e na região. Ao longo de décadas de atuação no comércio, conquistou o respeito, a admiração e a amizade de inúmeras pessoas, sendo reconhecido como um empresário atuante e muito querido em Senhor do Bonfim.

Ele também era primo do saudoso ex-prefeito Jonas Costa, mantendo uma ligação histórica com famílias tradicionais da cidade.

De acordo com informações, Costinha estava internado há cerca de um mês em um hospital de Feira de Santana, onde faleceu nesta quinta-feira.

A notícia de sua morte traz um forte sentimento de pesar entre familiares nne amigos de Senhor do Bonfim, que lamentam a partida de uma personalidade bastante conhecida e respeitada no município.

Neste momento de dor, familiares e amigos recebem as condolências e solidariedade de toda a comunidade bonfinense.

 O BEC manifesta neste momento sua mais sincera solidariedade aos familiares e amigos de Costinha.

Foto: Arquivo da família