domingo, 15 de fevereiro de 2026

Que pensamentos emitimos diariamente?

 


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A casa universal dos homens e das mulheres já atravessou e ainda atravessará incontáveis eras geológicas e climáticas, migrando para seu desiderato evolutivo no concerto dos astros.

Gelo e calor, chuvas torrenciais e verões tórridos, movimentações tectônicas e calmaria hão assinalado seus milhões de anos de existência como abrigo inicial de trilobitas e protozoários, amebas e seres unicelulares, até que as ferramentas da evolução imprimissem no orbe novas expressões de vida, favorecendo o surgimento dos grandes sáurios.

Sua posterior extinção, causada por atritos constantes com meteoros, impôs no seio das águas abissais e nas partes secas o surgimento gradual de uma vida melhor adaptada ao novo clima.

Somente de dez milhões de anos para cá, as primeiras formas antropóides e simiescas passaram a dividir o solo, as árvores e cavernas com os grandes felinos.

Atualmente, arqueólogos e cientistas estão a arrancar do seio de escavações vestígios desses períodos primitivos, de elaboração das formas em mutação constante.

A cada ciclo de cem mil anos, incontáveis espécies desaparecem e outras surgem, melhor adaptadas ao meio e contando com mais avançados recursos neurais.

É o mecanismo lento, gradual e impossível de ser detido da mãe natureza, facultando que tudo cresça e se renove no concerto da vida universal.

Neste cenário planetário, a espécie humana aqui está há pouco tempo, mas nesse curto espaço de milhões de anos já alterou profundamente a paisagem que o cerca. Dreno de regiões insalubres, fertilização de áreas desérticas, ocupação de espaços pantanosos para habitação ou agricultura, tudo isso impactando o meio ambiente.

Os tempos presentes, por linguagem não verbal, dão conta dessa investida. É notório perceber o aquecimento global, invernos rigorosos e escassez de chuva em algumas áreas, enquanto outras sofrem dilúvios impiedosos. A camada de ozônio em paulatina destruição pela excessiva queima de combustíveis fósseis. A escassez de água potável em inúmeros lugares.

Mas, ao lado dessa interferência humana, calculada pela astúcia e ganância em grande parte, há no planeta uma diferente atmosfera psíquica.

Enquanto o egoísmo ditar as regras da convivência, enquanto o clima de canibalismo social prevalecer e o pesadelo da posse vigir nas almas primitivas, a convivência entre os seres humanos sofrerá incontáveis consequências. Enfermidades e pandemias periódicas varrerão o orbe, espalhando luto e morte. A egrégora psíquica refletirá a selvageria dos costumes, impondo duros reveses aos fâmulos da discórdia e da agressividade. A paz será uma utopia ligeira, forjada em cima de tréguas frágeis e a harmonia religiosa entre tão diferentes pensares de credos e crenças ensejará lutas fratricidas por todo o planeta.

Não por outro motivo o próprio governador da Terra desceu à convivência pessoal com os irmãos perante a divina progenitura. Jesus veio nos socorrer da indigência moral e da miséria intelectual.

Ensinou falando e fazendo. Uniu verbo e ação numa mesma conjugação de conduta diária. A ninguém constrangeu a segui-Lo, advertindo que cada um seria e será sempre o responsável pelos próprios atos, diante da própria consciência.

Incompreendido entre os seus coevos, foi preso, sentenciado e condenado sem culpa. Pediu perdão a Deus por nossa falha coletiva e prossegue, dos cimos da vida feliz, inspirando as coletividades no rumo do incessante aperfeiçoamento intelecto moral.

Que fizemos e estamos a fazer desse tesouro abundante?

Onde o reflexo plausível de nossa melhoria no trato com o meio e nas relações interpessoais?

Que pensamentos emitimos diariamente?

Qual o teor de nossas vibrações quando estamos a sós?

São interrogações tão antigas quanto os dinossauros, tão filosóficas como se ainda estivéssemos com Sócrates pelas ruas de Atenas e tão desafiadores quanto o teorema de Pitágoras, mas o alto não exige, nem pede muito.

Sugere apenas que cada um nunca encerre o dia sem a prática de um gesto de bondade, a oferta de um sorriso e o cultivo de uma flor.

A parte mais difícil Ele já fez e prossegue fazendo por nós.

Marta (Espírito)

Juazeiro, 15.02.2026


Médium: Marcel Mariano




sábado, 14 de fevereiro de 2026

Cinquenta e dois anos do incêndio do edifício Joelma.

 

Edifício Joelma.


Ao estudioso das estatísticas mundiais, não escapará o anotar de tragédias e acontecimentos que sulcaram a sensibilidade humana, particularmente no terreno das catástrofes naturais ou provocadas. 

Cinquenta e dois anos do incêndio do edifício Joelma, com três centenas de óbitos. O devastador sinistro num circo, ocorrido na cidade de Niterói em 1961, deixando mais de 500 vítimas fatais. 

Terremotos e inundações de caráter colossal, chuvas torrenciais que deixaram incontáveis desabrigados e desalojados. A tudo isso, somam-se as guerras localizadas ou generalizadas, produzindo aflição e agonia em milhões de indivíduos. 

Sobrevindo a paz e anos de harmonia, as forças da natureza se acalmam, prédios são reconstruídos e as baionetas são recolhidas às casernas, permitindo que o progresso e uma relativa harmonia social sopre sobre a civilização, permitindo avanços culturais e cultivo da religiosidade sem conflitos. 

A história humana é, antes de tudo, uma epopeia de contradições e opostos, onde forças antagônicas, do ponto de vista político e financeiro, religioso e cultural, colocaram povos uns contra os outros, na dizimação recíproca. Restando escombros pós conflito, cada lado juntou seus pedaços e se refez como era possível, fazendo florescer a esperança em dias melhores. 

A ciência médica gestou em laboratórios a superação de enfermidades dolorosas, a vitimarem milhões. A engenharia descortinou novos materiais para a construção civil e o direito colacionou novas leis, reprimindo o crime e assegurando direitos. 

A proliferação de credos e crenças religiosas diversificou o pensamento, permitindo a liberdade religiosa como nunca se experimentara antes na Terra. 

Economistas respeitáveis estruturaram cálculos sobre renda e trabalho, organizando sistemas que permitiram o equilíbrio das finanças públicas, sustentando o progresso e a ordem social. 

E quando tudo parece calmaria e sossego, ordem e previdência, a terra vomita lava de vulcões, placas tectônicas se chocam em tsunamis devastadores e uma corrida armamentista parece prenunciar o eclodir de uma nova guerra mundial.

Em todas as épocas, o planeta se viu visitado por flagelos destrutivos, impondo doloridas reflexões humanas sobre as forças da natureza, que até podem ser previstas, mas nunca detidas. As provocadas tem, quase sempre, por gênese, a inferioridade humana e o predomínio da natureza animal sobre a natureza espiritual. 

Surgem do egoísmo feroz, da avareza sórdida e da ganância desmedida. Brotam da imperfeição moral e se alastram qual rastilho de fogo em capim seco, sob o vento forte da discórdia de pensamentos antagônicos. 

Onde, então, encontrar uma saída ou lenitivo para tão graves ocorrências? 

Diante das forças incontroláveis da mãe natureza, buscar a oração e a compreensão que Deus renova o mundo pelo aplicar de Suas Divinas leis, a maioria delas desconhecida das frágeis criaturas humanas. As ocorrências de gênese humana precisam do emplastro da educação moral, única ferramenta que colocará fim às disputas estéreis, pacificando homens que se fizeram feras de outros homens. 

Adoção da mensagem de Jesus, imprimindo-a no viver e na conduta, no pensamento e nos sentimentos, fazendo florescer a fraternidade legítima na convivência interpessoal. 

Quando o ser humano conseguir descrucificar o Divino Amigo das traves hediondas do martírio de vinte séculos, iluminar a própria consciência pela lamparina do amor e permitir que o outro seja como ele é, sem imposições e tiranias emocionais, as civilizações terão dado um passo enorme em direção ao mundo novo, erguido sob os escombros da decadente civilização em ruidosa transformação. 

Contabilizam-se incontáveis seres que militam na sabotagem dos anseios da paz e da fraternidade, credores de nossa misericórdia e compaixão, mas já não se pode contar os que se doam em testemunho da nova era, sacrificando interesses pessoais para pavimentar o admirável mundo.

Em que time estás jogando? 

Marta (Espírito)

Salvador, 01.02.2026


Médium: Marcel Mariano



Cronos - O Senhor do tempo

 

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Na antiga mitologia grega, Cronos, um dos titãs, se fez adorar como o senhor do tempo, tendo nas mãos uma foice, símbolo do seu poder e grandeza.

A tudo controlava. 

Cada ser vivo estava por ele assinalado. Havia tempo para nascer, crescer, amadurecer, envelhecer e sucumbir ao guante de sua adaga implacável. 

Há árvores milenares em algumas florestas da África, de Papua Nova Guiné e da Amazônia, mas estão fadadas a algum dia desaparecerem em colossais incêndios naturais ou tombarem sob a lâmina afiada de algum machado. 

Pedras basálticas ou de origem vulcânica deram mostras de possuírem milhões de anos, mas Cronos um dia as reduzirá a pó.

Estrelas que explodiram há milhões de anos ainda exibem seu clarão no universo, viajando na velocidade da luz em direção ao espaço profundo.

E no planeta azul, onde bilhões de seres se agitam na faina dos compromissos redentores e nas labutas dolorosas da própria sublimação, o relógio de pulso ou o pêndulo na parede sinalizam que o tempo nunca se detém.

É ele um eterno perpétuo presente. Foram as criaturas humanas que o delimitaram em três momentos distintos. 

Ontem. 

Infância risonha, adolescência sonhadora, mocidade agitada, madureza em expectativa e ancianidade galopante.

Hoje.

O compromisso aguardando realização. 

O trabalho não realizado.

A ansiedade de quem aguarda quem não vai chegar.

O mal súbito, arrebatando um afeto diante de nossos olhos cheios de lágrimas e mãos impotentes.

A oportunidade perdida.

O laço afetivo desfeito num semblante sem expressão.

O amanhã. 

Sonhos, possibilidades, projetos, expectativas. 

Quem sabe a viagem ansiada, o roteiro pelo país exótico, a alegre excursão entre amigos de infância, o abraço saudoso no saguão do aeroporto lotado.

Para o cristão decidido, cuja mensagem do Cristo foi maturada e bem compreendida, o tempo deixa de ser regido por Cronos e passa ao controle da consciência lúcida. 

A qualquer circunstância favorável, um minuto que seja e uma semente é depositada na terra fecunda. 

Uma palavra bem posta ao viajante perdido. Uma página vazada em considerações otimistas. Um bilhete ofertando auxílio sem qualquer intenção de recompensa. Um esclarecimento salvador. Uma receita que restaure a saúde abalada de alguém em aflição. 

Nenhum grilhão com o pretérito. Compreende que já atravessou desertos, montanhas difíceis e vales inóspitos, mas se tem em si as lembranças, não as torna verdugos íntimos, chicoteando a consciência e maltratando os sentimentos.

Aguarda o futuro como quem espera uma primavera florida, onde os campos vazios se farão messe farta de rosas e aloendros ricos de beleza. Não se ilude quanto ao tempo da floração, frutescência e colheita.

Tens consciência que pode, se o desejar, semear livremente, mas as demais etapas até o fruto pertencem a Deus, Senhor do tempo e do universo.

Tropeçando, não se fixa no chão duro onde escorregou, mas busca se erguer e prosseguir caminhada afora.

Sabe-se um visitante passageiro do condomínio Terra, ocupando algum apartamento cedido pelo Excelso Síndico, a quem prestará contas de sua administração.

Finda a jornada, longa ou curta, conforme os ponteiros do relógio, aguarda com serenidade e confiança o comboio da morte física como quem fecha um ciclo, a despertar em breve em outra pátria, onde prosseguirá vivendo e amando, servindo e passando.

Eis teu tempo pela ampulheta do Cristo, o Divino fiador de tua jornada pelos rincões terrestres.

Tens aproveitado essa excelsa concessão? 

Marta (Espírito)

Juazeiro, 01.01.2026


Médium: Marcel Mariano




segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Morre aos 42 anos o vereador Joaquim Inácio de Souza Neto, o Netinho do Táxi

 


Morre aos 42 anos o vereador Joaquim Inácio de Souza Neto, o Netinho do Táxi


Faleceu por volta das 11h da manhã desta segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026, o vereador Joaquim Inácio de Souza Neto, conhecido popularmente como Netinho do Táxi, aos 42 anos de idade.


De acordo com informações, o parlamentar passou mal em sua residência, no bairro Alto do Cigano, em Senhor do Bonfim, onde estava desde que recebeu alta hospitalar para passar seus últimos momentos ao lado da família.


Netinho enfrentava um câncer no pâncreas, diagnosticado em meados de maio do ano passado. A doença foi mantida em sigilo, restrita a familiares e amigos mais próximos. Mesmo após procedimentos cirúrgicos e acompanhamento médico, os profissionais constataram que o câncer havia se expandido para outros órgãos, agravando o quadro clínico.


Recentemente, o vereador esteve internado no Hospital Aristides Maltez, em Salvador, referência no tratamento oncológico, e recebeu alta hospitalar em caráter humanitário, para permanecer em casa com seus familiares.


Na manhã desta segunda-feira, autoridades estaduais já se encontravam em Senhor do Bonfim para a solenidade de estadualização do Hospital Antônio Monteiro. Entre elas, a secretária de Saúde do Estado da Bahia, Roberta Santana, e o secretário de Relações Institucionais, Adolfo Loyola. Por volta das 11h20, quando chegavam à Câmara de Vereadores, todos foram informados da morte do vereador.


Em respeito ao falecimento, o evento foi suspenso, ocorrendo apenas uma coletiva de imprensa para tratar da estadualização do hospital. A assinatura dos documentos deverá acontecer sem cerimônia oficial.


A cidade de Senhor do Bonfim vive, neste momento, sentimentos mistos: ao mesmo tempo em que comemora a estadualização do hospital, perde um vereador jovem, aos 42 anos, com uma trajetória política em construção e muitos projetos pela frente.


O Blog do Netto Maravilha trará, em instantes, informações sobre velório, sepultamento e demais detalhes relacionados à morte do vereador Netinho do Táxi.


Blog do Netto Maravilha

domingo, 1 de fevereiro de 2026

Nota de Pesar - Osório Rebouças

 


Osório Rebouças, durante muito tempo esteve a frente do Polo do SEBRAE em Senhor do Bonfim, e recentemente trabalhando no SENAI de Senhor do Bonfim, faleceu vítima de infarto em Salvador, neste domingo 1° de fevereiro.


Nossos sentimentos aos familiares e amigos pela grande perda.


Blog do Netto Maravilha


terça-feira, 27 de janeiro de 2026

A Teoria da TERRA PLANA

 

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Gente, vamos analisar de forma simples:

O horizonte nunca curva ao olho nu, mesmo em grandes distâncias. Isso é observação direta, não suposição.

O Sol não está a 149 milhões de km, mas sim mais próximo e pequeno, se movendo em trajetórias circulares acima da Terra. Esse movimento explica dia, noite e estações.

As nuvens se movem localmente pelo vento, pressão e temperatura  isso não depende da Terra girar. E a luz do Sol se espalha pela atmosfera, refletindo e refratando, iluminando nuvens por baixo, asas de avião e superfícies distantes.

Os oceanos ficam onde estão porque há bordas no modelo plano, a Antártica funciona como muralha de gelo que contém a água.

Então, antes de rir, vale observar o que está bem na nossa frente. A Terra plana explica fenômenos cotidianos de forma simples, direta e consistente, diferente de modelos que exigem premissas complicadas ou distâncias absurdas.”


Fonte: Facebook


sábado, 24 de janeiro de 2026

Nota de Pesar - Idelson Benedito

 



Com profundo pesar, manifestamos nossos sentimentos aos familiares e amigos pelo falecimento do ex vereador de Senhor do Bonfim, IDELSON BENEDITO DE SOUZA. Neste momento de dor, reconhecemos que palavras são insuficientes para trazer consolo. No entanto, temos a certeza de que sua história e legado permanecerão vivos na memória de todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo.


Fonte: Blogdoclebervieira