segunda-feira, 22 de junho de 2026

São João - 2026 Alcymar Monteiro

 




•  Na capital Baiana do Forró Senhor do Bonfim Bahia festa continua.

•  Desta vez no espaço Assis do Acordeón, na Praça Nova do Congresso , Centro da cidade , podemos ver quadrilhas de São João , blocos juninos e a atração principal Alcymar Monteiro , fez a festa no Forró Raiz.

•  Um telão na praça em frente à Jr coffee transmite a jogo da Copa ao vivo. 

•  Mais tarde, no Espaço Gonzagão, teremos novas opções de forró, com outras atrações , no Parque da Cidade.


Texto: Luiz Bamberg

Pedagogo/pesquisador




Fotos:




Amigo que eu não vejo a muito tempo.








domingo, 21 de junho de 2026

São João 2026 - Forró na Praça Nova com Dorgival Dantas

 



A Praça Nova nesse domingo estava muito movimentada . A chegada do governador da Bahia e sua visita ao restaurante Moenda, próximo à Praça Nova, trouxe um forte esquema, de segurança,  militar e  civil.

• Aliado a isso, ainda tivemos uma Banda, acostumada em Alvorada , que percorreu a praça levando muitos foliões / Forrozeiros

 • Em um grande telão, armado pelo empresário da Jrnet, Abmael de Matos Júnior , em frente ao Jr Coffee, Passava o jogo da Copa.

•  Por fim após atrações locais , a atração esperada , o grande forrozeiro Dorgival Dantas, que fez um ótimo show do forró Raiz... Atraindo a multidão para a devida praça.


Texto: Luiz Bamberg

Pedagogo/pesquisador














Fotos:




Até as Tias ,Antonieta Bamberg 95 anos e Jacira Bamberg 93  não perderam o Show




O primo Ricardo Bamberg com a família



Gente que eu não via desde a Encarnação passada, vi hoje.  O primo Temístócles Bamberg.


A Melhor Idade.


Até o governador da Bahia reconheceu a importância cultural e política da cidade de Senhor do Bonfim .









São João 2026 na Capital Baiana do Forró 2⁰ dia




• No primeiro dia da programação oficial do São João 2016 na Capital Baiana do Forró   houve telão para transmissão do jogo do Brasil com o Haiti. Dando prosseguimento aos festejos no palco Gonzagão.

• Prefeito Laércio Júnior  fez a abertura oficial  e deram prosseguimento aos festejos.

•  No segundo dia da programação oficial  Dia 20... tivemos no espaço Assis do Acordeón, na Praça Nova do Congresso,    as apresentações regionais previstas. O grande sanfoneiro Cicinho de Assis, da Terra, que foi sanfoneiro de Gilberto Geil.


• Mais tarde a programação prossegue no Espaço Gonzagão , no Parque da Cidade, podemos ver logo na entrada , na recepção , uma Banda composta de sanfoneiro zabumba e triângulo, muito comum na região, faltando o pífano.

• Com as atrações principais da Banda Toque10 e Zé Vaqueiro.

Fotos:

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Advogado Ricardo Aquino e Esposa.



Luiz bamberg do BlogdoBamberg  (Esq.) e Laércio Muniz pai do prefeito Laércio Júnior.


Vereador Galeguinho camisa xadrez


Laura Bamberg da Jr TV e Jr  Coffee


Luiza Bamberg , com seu marido Moisés Silva.

•  E  os Penetras...
 



Texto:
Luiz Bamberg
Pedagogo/pesquisador




































 



sábado, 20 de junho de 2026

Forró na Feira

 


• Em Senhor do Bonfim na Bahia , onde tem uma das maiores feiras do interior; no São João tem forró até na feira.

•  O clima junino começa antes do aniversário da cidade 28 de Maio. É possível ver aqui e ali, manifestações culturais referente aos festejos juninos; tais como : quadrilhas, forró na f•eira, banda de pífanos , Forró nas escolas , festas de padroeiros dos distritos etc.

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•  Os bares da Cidade , desde o dia 28 de Maio   aniversário da cidade   até o final da festa junina , só tocam Forró. Forró Pé de Serra na sua grande maioria... Flávio José e companhia.

• Os  hotéis da cidade, normalmente nessa época   ocupam 100% da sua capacidade de hospedagem ; restando ao turista muitas vezes a prática de aluguel de casas por temporada.

• A Cidade  tem na sua economia básica no comércio forte,  e este sobrevive dos aposentados .

•  Considerada a Capital Baiana do Forró é de se esperar , que os festejos juninos, nessa época, fomentam a cidade ; e esta explora o turismo cultural.

• Uma grande estrutura é montada , de palco oficiais . A Prefeitura mobiliza todas as secretarias para agirem nesta época... O Prefeito Laércio Muniz não mede esforços.
. Não menos exigido é da Polícia Militar, Civil, Juizado de menores , Promotoria, SAMU, Corpo de Bombeiros , etc.


E , Viva São João.



Texto:Luiz Bamberg
Pedagogo/pesquisador





Nota de pesar- Dr. Hélio Palmeira

 




•  Lamentamos informar o falecimento do médico e ex- prefeito da cidade de Pindobaçu ; Hélio Palmeira de Carvalho.

•  Nossos Sentimentos Aos familiares e amigos nesse momento de dor.

•  Palavras são insuficientes para trazer consolo.

•  Doutor Hélio Palmeira era muito querido na cidade de Pindobaçu e de Senhor do Bonfim.
  
•  Fez história em nossa cidade e deixa o seu legado a todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo.


Fonte: Minha Cidade.

A Praça é o Mundo.



Imagem ilustrativa


Em cada momento histórico, nosso olhar observará a sociedade pelo prisma da evolução a que conseguiu chegar. Tanto quanto temos hoje dificuldade em entender hábitos e costumes de eras vencidas, alguém do pretérito que nos visitasse no hoje ficaria estarrecido com nossos comportamentos diante de diversas situações da vida.

Sedentos de poder e domínio, povos antigos e civilizações desaparecidas se viram tragadas pelas suas próprias contradições internas, fechando ciclos evolutivos e desaparecendo na voragem do tempo e desmanteladas por guerras de arrasamento recíproco. Roma cedeu ao domínio dos povos bárbaros, a Grécia foi consumida pelas lutas intestinas de duas grandes culturas antagonistas, Atenas e Esparta. O Egito foi dominado pela soberba dos homens-deuses e devastado por pragas naturais e invasões militares de povos igualmente ambiciosos.

Vikings se fundiram noutras civilizações, germanos se viram dobrados pela força de outras culturas e incontáveis sociedades se deixaram arrastar por conflitos e miscigenações impossíveis de deter.

O quadro decadente de hoje é reflexo desse ontem tumultuado. Conquanto as artes e as ciências estejam em níveis jamais vistos, ofertando júbilo ao cérebro, nota-se avançado atrofiamento dos sentimentos e das emoções superiores.

Algumas sociedades se apresentam visivelmente depravadas nos costumes e na ética, sofrendo convulsões internas que haverão de a empulsionar, fatalmente, para outro tipo de organização social e moral.

Tanto quanto podemos observar e analisar tais mudanças pelo prisma da sociologia e da psicologia de massa, da política e das alavancas econômicas, importa igualmente observar como está indo nosso próprio progresso pessoal.

Como estamos lidando com o estresse e a ansiedade desses tempos caóticos?

Tratamos a família consanguínea com a mesma delicadeza que tratamos os estranhos?

A religião adotada como crença converteu-se em asas de libertação do sectarismo e do fanatismo ou nos deixamos levar como seixos rudes, encosta abaixo, prisioneiros de lideranças equivocadas e guias perdidos?

Nosso tempo livre é empregado no ócio destruidor ou optamos pela fuga das responsabilidades, mergulhando no oceano das facilidades eletrônicas?

O que temos lido tem sido alojado como acréscimo no espólio cultural existente ou tem sido apenas atualização passageira para não parecermos ignorantes diante da avalanche do noticiário trágico de cada dia?

A manutenção do carro físico tem sido feita para que ele cumpra sua função de ferramenta do Espírito imortal que somos ou o objetivo é tão somente garantir dilatação temporal no gozo das sensações ligeiras?

O passado nos envergonha?

O futuro nos amedronta?

O presente está sendo vivido ou apenas atravessado?

As respostas a essas questões delicadas e outras não suscitadas aqui já não podem ser ignoradas. São tempos difíceis e cada um tem seu próprio mapa espiritual, singrando por caminhos parecidos, nunca iguais.

O planeta parece estar cheio de médicos, juízes, professores, pedagogos, sacerdotes, cada qual apontando a estrada que reputa a melhor opção.

A mesma experiência tem sabor diferente para cada alma. Cada um enxerga no percurso aquilo que mais lhe interessa, de acordo com seu nível de evolução.

Num mesmo parque a criança sorri e deseja o algodão doce, a adolescente sonhadora espera seu namorado, o velhinho no banco recorda os tempos da mocidade vencida e o moço anseia por alguém com quem possa conversar.

Embaixo de frondosa árvore, alguém folheia um livro e viaja no comboio da filosofia ou da história.

Em outro lugar, jovem senhora costura delicada peça de roupa, sonhando com o rebento que carrega no ventre. E no meio da praça, alguém discorre sobre Jesus. Fala de salvação, num tempo de tantos perdidos. Conclama ao aproveitamento das horas, semeando a boa semente. Suplica a audição de alguns transeuntes.

Já ouviste sobre Ele?

A praça é o mundo.

Somos seus visitantes passageiros.

A lição é a mesma, mas seu aproveitamento é individual, personalíssimo.

Tens um minuto para conversarmos?

Marta (Espírito)

Senhor do Bonfim, 20.06.2026


Médium: Marcel Mariano



sexta-feira, 19 de junho de 2026

Cartas de Uma Morta

 


Quando Chico Xavier tinha apenas dezessete anos, ele começou a escrever textos inexplicáveis que desafiavam toda a astronomia da época, relatando uma expedição extraplanetária impossível para a tecnologia humana. 


O que chocou os pesquisadores anos depois não foi apenas a precisão matemática dos relatos, mas sim a origem daquela informação que estava prestes a mudar tudo o que sabíamos sobre o universo. 


Ele não usou nenhum telescópio para ver o espaço, mas sim a caligrafia de alguém que já havia morrido, revelando um mistério que faria os cientistas mais céticos perderem o sono.


Os textos, que mais tarde formariam o livro Cartas de Uma Morta, foram ditados pelo espírito de sua própria mãe, Maria de São João de Deus, após ela ser levada por seu mentor para visitar pessoalmente o solo marciano. 


Logo ao chegar, ela descreveu que a atmosfera e os oceanos de Marte eram drasticamente mais leves e rarefeitos do que os da Terra, uma afirmação audaciosa que só foi validada no final dos anos setenta pelas sondas Viking da agência espacial americana. 


Ver a ciência moderna curvar-se diante de uma carta psicografada na década de vinte já seria impressionante o suficiente para abalar qualquer descrente. No entanto, a descrição milimétrica do ar marciano era apenas a ponta do iceberg, pois o que ela encontraria vivendo e respirando debaixo daquele céu rarefeito desafiaria para sempre a nossa compreensão sobre a biologia.


Ao relatar a civilização encarnada naquele orbe, Maria descreveu uma sociedade perfeitamente adaptada a um ambiente de baixíssima densidade, com anatomias que a mente humana mal conseguia conceber na época. 


Os marcianos possuíam uma estrutura humanoide com braços e pernas, mas ostentavam um diferencial biológico chocante: protuberâncias nas costas em forma de asas, que não eram estéticas, mas ferramentas vitais que lhes permitiam volitar livremente. 


Com isso, o trânsito e a vida social daquela civilização ocorriam quase inteiramente no ar, tornando a nossa pesada e rudimentar locomoção terrestre algo primitivo. 


Mas se a anatomia desses seres já parecia absurda, o que eles haviam construído sobre a superfície do planeta estava prestes a destruir a teoria astronômica mais famosa daquela década.


O avanço inegável daquela civilização ficava evidente diante das imensas e silenciosas máquinas tecnológicas que cruzavam os ares marcianos em todas as direções, mas o relato espiritual fez questão de corrigir um erro histórico dos nossos cientistas. 


Naquela época, os astrônomos terrestres juravam que os riscos escuros vistos na superfície de Marte eram canais de irrigação construídos por engenheiros alienígenas, mas Maria desmentiu essa ilusão romântica, cravando que eram apenas formações topográficas naturais do terreno. 


Ela contrariou os maiores gênios da Terra com uma certeza absoluta, mostrando que a realidade do nosso vizinho cósmico era muito mais complexa do que as nossas lentes podiam captar. Contudo, a cartada final daquela psicografia ainda estava por vir, e ela solucionaria com um século de antecedência a maior pergunta que a humanidade sempre fez sobre Marte.


Enquanto a ciência terrestre se debatia tentando entender onde os antigos oceanos marcianos haviam ido parar, a resposta exata já estava escrita no papel pelo jovem Chico Xavier. 


O relato revelou que as chuvas eram escassas porque a água não havia evaporado para o espaço, mas sim se infiltrado profundamente no solo, combinando-se quimicamente com os minerais das rochas de Marte. 


Quase cem anos depois, os modernos laboratórios móveis da NASA confirmaram exatamente essa mesma dinâmica geológica e química, provando que a psicografia do adolescente estava cirurgicamente correta o tempo todo. 


A pergunta que fica martelando a nossa mente agora não é mais se a vida fora da Terra é possível, mas sim: o que mais Chico Xavier nos avisou sobre o universo que nós estamos prestes a descobrir da pior maneira?


Fonte: Facebook