quinta-feira, 30 de abril de 2026

LUTO - Morre Benedito protético.

 





Morre Benedito protetico 


Faleceu nesta quarta-feira dia 29 aos 84 anos o profético Benedito Silva de Oliveira, ilustre morador da Rua Barão do Cotegipe, o corpo está sendo velado no Memorial Vila Nova e o sepultamento logo mais às 10h no Cemitério São Lázaro

Faleceu nesta quarta-feira (29), aos 84 anos, o profético Benedito Silva de Oliveira, figura bastante conhecida e respeitada em Senhor do Bonfim. Morador tradicional da Rua Barão do Cotegipe, ele deixa um legado de fé, amizade e convivência marcante junto à comunidade local.

O corpo está sendo velado no Memorial Vila Nova, onde familiares e amigos prestam as últimas homenagens. O sepultamento está previsto para acontecer ainda na manhã desta quinta-feira, às 10h, no Cemitério São Lázaro.

Neste momento de dor, familiares e amigos se despedem com saudade, lembrando da trajetória de vida e dos ensinamentos deixados por Benedito Silva de Oliveira.

Redação do Cleber Vieira News


quarta-feira, 29 de abril de 2026

Um legado que permanece vivo: 10 anos de saudade do Professor Paulo Machado

 


Um legado que permanece vivo: 10 anos de saudade do Professor Paulo Machado


Por Blog do Eloilton Cajuhy – BEC


Hoje, 29 de abril de 2026, marca uma década da partida do Professor Paulo Batista Machado, ex-prefeito de Senhor do Bonfim, educador por essência e um homem cuja trajetória se confunde com a história recente do nosso município.


Mais do que títulos acadêmicos — e foram muitos — Paulo Machado carregava consigo uma vocação genuína para ensinar, aprender e, acima de tudo, cuidar de gente. Licenciado em Filosofia, Teologia e História, Mestre e Doutor em Educação, com formação no Brasil e no exterior, ele poderia ter escolhido qualquer caminho. Mas escolheu servir.


Seu compromisso com a educação não era apenas técnico, era humano. Ele acreditava que educar era transformar vidas, abrir caminhos e devolver dignidade às pessoas. E foi com esse pensamento que atuou como secretário de educação e também como prefeito de Senhor do Bonfim entre 2009 e 2012, sempre guiado por um olhar sensível e responsável para as necessidades do povo.


Quem teve a oportunidade de conviver com o Professor Paulo Machado guarda na memória algo que vai além de cargos e currículos: sua forma simples de viver e sua maneira carinhosa de tratar cada pessoa. Ele ouvia, acolhia e respeitava — qualidades raras, especialmente na vida pública.


Sua humildade não diminuía sua grandeza; ao contrário, a tornava ainda mais evidente. Era um líder que não precisava de imposição, pois conquistava pelo exemplo. Um homem de fala tranquila, mas de atitudes firmes. Um gestor que compreendia que governar é, antes de tudo, cuidar.


Dez anos se passaram, mas sua presença ainda é sentida nas lembranças, nas histórias contadas e no legado deixado. O Professor Paulo Machado não foi apenas um gestor público — foi um educador de vidas, um construtor de pontes e um símbolo de que é possível fazer política com respeito, sensibilidade e humanidade.


Hoje, fica a saudade. Mas, acima de tudo, fica o exemplo.

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Escala 6x1

 


Enquanto o Brasil ainda discute a escala 6x1, a Finlândia está 2 passos à frente quando o assunto é repensar a rotina de trabalho. A ex-primeira-ministra Sanna Marin chamou atenção internacional ao defender modelos mais flexíveis, focados em qualidade de vida e equilíbrio entre carreira e vida pessoal.


Em 2020, ela levantou a possibilidade de uma jornada reduzida, com quatro dias de trabalho por semana e apenas seis horas por dia. A proposta tinha como objetivo permitir que as pessoas tivessem mais tempo livre para a família, lazer e bem-estar, sem necessariamente abrir mão da produtividade.


Para Marin, o conceito de riqueza vai além do dinheiro. Ela argumentava que ter tempo disponível também é um dos principais indicadores de uma vida de qualidade. Nesse sentido, jornadas menores poderiam ajudar a diminuir o estresse, melhorar a saúde mental e ainda manter bons níveis de desempenho no trabalho.


A ideia ganhou apoio dentro do cenário político finlandês, especialmente entre grupos que defendem mudanças no modelo tradicional de trabalho. A possibilidade de testar uma carga horária reduzida passou a ser vista como uma forma de modernizar o sistema e adaptar a rotina às necessidades atuais da sociedade.


Apesar disso, o padrão no país continua sendo de oito horas por dia, cinco dias por semana. Mesmo assim, o debate levantado ajudou a impulsionar uma discussão global sobre como equilibrar produtividade e qualidade de vida, mostrando que dar mais tempo às pessoas pode, na prática, trazer benefícios tanto para elas quanto para a economia.


Fonte: Facebook



sábado, 25 de abril de 2026

Atrações do São João Senhor do Bonfim 2026

 



● Finalmente foi anunciado as atrações oficiais do São João Senhor do Bonfim 2026.

● Onde se lê "Espaço Assis do Acordeon" ,fica na Praça Nova do Congresso, no centro da cidade.

● Onde se lê "Espaço Gonzagão", fica no Parque da Cidade



sexta-feira, 24 de abril de 2026

Uti neonatal

 

 imagem ilustrativa


*Nas mãos de Deus*

Há momentos em que nossas mãos parecem pequenas demais. Tentamos segurar tudo ao mesmo tempo: problemas, decisões, medos, responsabilidades. Apertamos forte, como se o controle fosse a solução.

Porém, descobrimos que nem tudo pode caber em nossas mãos. Há limites que não são fraquezas, são aprendizados. Há dores que não conseguimos resolver. Situações que fogem do nosso alcance. Perguntas que não encontram resposta imediata.

É nesse instante que aprendemos uma lição essencial: aquilo que não cabe em nós deve ser colocado nas mãos de Deus.

Conta-se que uma enfermeira que trabalhava em uma UTI neonatal, cuidava de bebês extremamente frágeis. Sabia exatamente o que fazer tecnicamente. Dominava os protocolos, conhecia os equipamentos. Ainda assim, havia dias em que nada parecia suficiente.

Certa noite, um recém-nascido não respondeu aos tratamentos esperados. A equipe fez tudo o que estava ao alcance.

Ao final do plantão, exausta e frustrada, a enfermeira percebeu que suas mãos tremiam. Não de medo, mas de cansaço emocional.

Antes de sair, voltou ao leito, ajustou o cobertor, tocou delicadamente o bebê e, em silêncio, fez algo diferente do habitual.

Não pediu resultados. Não pediu controle. Apenas depositou nas mãos de Deus o que não cabia em suas mãos.

Asserenou a própria alma. Entregou aquele pequeno ser a quem decidira por tê-lo como seu filho, na Terra.

Determinar-lhe o rumo da existência competia a Ele, somente a Ele.

*****

Nas mãos de Deus cabem nossas dores. Mesmo aquelas que não sabemos explicar. Cabem as lágrimas silenciosas, as noites difíceis, as feridas que teimam em não cicatrizar.

Cabem nossas esperanças, os sonhos interrompidos, os planos que não saíram como desejávamos, os caminhos que precisaram ser mudados.

Deus não despreza nossos projetos, mas sabe quando é preciso ajustá-los ao que realmente nos fará crescer.

Nas suas mãos cabem todas as nossas escolhas. As acertadas e as equivocadas. Quando entregues com humildade, até os erros se transformam em aprendizado. Deus não nos condena pelo tropeço. Ele nos convida ao recomeço.

Cabem, sobretudo, os silêncios. Aqueles momentos em que oramos e não ouvimos resposta. O silêncio de Deus não é abandono. É trabalho invisível. É cuidado que acontece sem anúncio, preparando o que ainda não conseguimos ver.

Confiar nas mãos de Deus não é cruzar os braços. É fazer o que nos cabe e entregar o que ultrapassa nossas forças. É compreender que nem sempre teremos explicações, mas sempre teremos amparo.

A fé não elimina os desafios, mas muda a forma como caminhamos entre eles.

Quando colocamos nossas dores nas mãos de Deus, elas não desaparecem, mas encontram direção. Quando entregamos o futuro, ele deixa de ser ameaça e passa a ser caminho. Nada se perde nesse processo.

Por isso, diante do que não compreendemos, diante do que não conseguimos mudar, saibamos dizer, com fé e serenidade, a frase que nos foi ofertada pelo Mestre de Nazaré: Pai, seja feita a vossa vontade assim na Terra como nos céus.

*****

Redação do Momento Espírita

Em 24.4.2026

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Lançamento ao vivo do São João 2026



● Hoje, dia 20 , (Segunda), na Praça Nova do Congresso , Senhor do Bonfim - Bahia, às 19 horas , acontecerá o lançamento do São João 2026 . Na oportunidade será revelado o nome das atrações oficiais do período. Pela Prefeitura.

● O Lançamento contará com o cantor Devinho Novaes.

●A Jr produtora, fará a cobertura ao vivo.


Não perca.

domingo, 19 de abril de 2026

Ela não sabia a engenharia que sua própria alma estava executando

 


Imagem ilustrativa


Dona Esther vestia sempre o branco mais alvejado que o sabão em pó podia alcançar. Todas as segundas-feiras, ela marcava o ponto no Centro Espírita. Arrumava as cadeiras, preparava a água fluidificada e aguardava o horário da sessão de passes. Ela acreditava firmemente que a caridade só acontecia ali: naquele protocolo rigoroso, entre incensos suaves e salas silenciadas. Sentia-se inútil durante o resto da semana, lamentando não poder curar os doentes que via pelo caminho.

Naquela terça-feira chuvosa, Esther estava encolhida em um ponto de ônibus no centro de São Paulo. O trânsito estava caótico. Ao seu lado, uma jovem moça chorava silenciosamente, tremendo tanto que o barulho de seus dentes batendo se misturava ao som dos pneus na pista molhada. A menina tinha olheiras fundas, a pele pálida e uma energia de desespero que fazia as pessoas ao redor se afastarem, murmurando impaciência.

— Coitada, deve estar com problemas — alguém resmungou na fila. — Gente assim traz energia pesada para o ponto.

Esther olhou para a menina e imediatamente quis oferecer um passe. A mão coçou para sair do bolso do casaco e tocar a cabeça da jovem, num movimento que ela sempre fazia no centro. Mas ela pensou com tristeza.

— Não posso. Não estou com minha roupa branca. Não tem passe sem a sala preparada, sem a oração inicial. Eu não tenho autoridade aqui.

No entanto, o coração de Esther apertou. Uma compaixão tão pura que doía começou a nascer no fundo do seu peito. Ali, parada no meio do barulho, ela fechou os olhos. Não levantou os braços, não murmurou nenhuma fórmula. Apenas desejou, com toda a força da sua alma, que aquela dor sumisse. Do fundo do seu ser, ela abraçou a menina em pensamento, envolvendo-a em um amor maternal profundo, banhando aquele desespero em ternura.

Ela não sabia a engenharia que sua própria alma estava executando. Naquele estado de compaixão genuína, sua glândula pineal pulsou, coagulando sua energia psíquica, e a arremessou como um raio magnético balsâmico que atravessou o espaço sem que a menina sequer a olhasse. Pesquisas de coerência cardíaca confirmam isso, o coração humano, ao sentir compaixão pura, irradia um campo eletromagnético mensurável, capaz de acalmar o sistema nervoso e baixar o nível de estresse de quem está próximo.

De repente, a jovem parou de tremer. Ela respirou fundo, secou os olhos com a manga da blusa e olhou para Esther. Não trocaram uma palavra. Mas os ombros da menina relaxaram e, pela primeira vez em minutos, o semblante dela acalmou.

Mais tarde naquela noite, em sua oração diária, Esther sentiu uma presença ao seu lado. Seu mentor espiritual tocou-lhe o ombro.

— Você achou que suas mãos não curavam porque estavam dentro do bolso, Esther? O amor não precisa de um templo, ele é o próprio templo. Hoje você doou o melhor passe da semana, pois a caridade em movimento constante é a que não espera a hora marcada. Você foi uma farmácia viva vinte e quatro horas por dia.

Esther sorriu, entendendo que a caridade não é uma função, é um estado. O passe não é um gesto técnico, é a extensão do amor que mora no peito. Desde aquele dia, ela nunca mais esperou a segunda-feira para ser útil. Nas filas de banco, nos supermercados, nas calçadas, ela passou a irradiar em silêncio. Ela entendeu que não se precisa de cadeira branca, apenas de um coração vermelho.

Nós fomos criados para sermos a cura uns dos outros. As nossas mãos carregam fluidos balsâmicos que operam milagres através do pensamento caridoso. Não limite a sua utilidade espiritual aos rituais. A verdadeira caridade não exige protocolo, ela exige compaixão.

Em um mundo onde as pessoas competem e se machucam, a sua vibração silenciosa de amor é o maior socorro que o próximo pode receber. Você irradia exatamente o que o seu sentimento emite.

Você consegue perceber quantas vezes já acalmou a dor de alguém apenas com um pensamento bom, sem precisar dizer absolutamente nada?

A luz não grita. Ela apenas ilumina, e ao iluminar, cura.


Fonte: Desconhecida.