sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Perfume de amor

 


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Novamente convidada ao Ashram do venerando mestre Rabindranath Tagore, ali chegamos numa tarde coroada de luzes de difícil descrição. Um céu tingido do azul do dia, já esmaecendo as cores na aquarela da noite, que se avizinhava em triunfo. Ao longe, uma montanha imponente, ostentando em suas escarpas uma cachoeira colossal, fazendo suas águas desabarem do alto, caindo no lago abaixo qual véu de noiva em tarde mágica de núpcias divinas. Aves multicoloridas cruzavam os céus naquele crepúsculo, certamente buscando refúgio para a noite que não tardaria a chegar.

Tudo era silêncio e música no ar. Um delicioso aroma de sândalo perfumava o ambiente, santuário do poeta das estrelas e da estesia lírica.

Em esteiras de palha, sentamos-nos em atitude tipicamente oriental, buscando sossegar o pensamento acelerado, típico das criaturas desacostumadas com a prática da meditação e do silêncio interior.

Ele chegou suave como a brisa da manhã. Longas barbas, brancas como a neve do Himalaia. Olhar sereno e profundo, parecia nos falar sem a articulação da palavra. Sri Aurobindo, outro avatar, o acompanhava em majestoso silêncio.

Sentaram-se como nós, os sedentos discípulos, ali buscando a essência da verdade.

Um mantra suave se fez ouvir, como se alaúdes e violoncelos invisíveis, tangessem brandas cordas, evocando desconhecida sinfonia da primavera, pois que o santuário do venerando apóstolo exibia flores por todos os lados. Não saberia dizer, no meu deslumbramento, se estávamos num recanto da Amazônia, no parque nacional do Serengueti, na Tanzânia, ou no vale do Tirol, na Áustria, em plena estação primaveril.

A sinfonia de cordas fez um suave staccato e o embaixador da paz nos presenteou com seu verbo, como se ainda estivéssemos nas ruas de Atenas, a ouvir Sócrates junto com seus alunos, nos primórdios da filosofia.

~ Filhos e filhas do altíssimo, conhecemos a busca de cada um nesse ambiente de contraste. Enquanto no planeta a selvageria espalha seu rol de misérias e atrocidades, podes fruir aqui da paz inexistente no orbe das lágrimas e das expiações dolorosas. Nenhum de nós está ou permanece indiferente ao clamor das viúvas e dos órfãos, ao choro agoniado dos homens despedaçados pelos obuses e pelos drones cirúrgicos. O arsenal nuclear, ora sustentado por alguns países, é ameaça real contra o restante da humanidade, e qualquer descuido de um dedo ansioso pode ceifar, em questão de horas, as construções da inteligência e do conhecimento, construídas em milênios de história.

Entretanto, o sublime pastor prossegue vigilante, enviando ao cenário trágico do mundo seus embaixadores, buscando iluminar consciências e diminuir as tensões reinantes nos gabinetes da política rasteira.

César ainda se locupleta no mundo, pelejando por corpos e corações de pedra. Jesus, o Excelso Guia, clareia mentes em turvação e pacifica, pelo amor, as imensas dores e aflições, qual dolorosa pandemia moral, a espalhar seu bafio pestilento entre as criaturas humanas.

Regozijai-vos!

Bendizei Sua misericórdia infinita!

As estruturas da civilização atual estão a desmoronar, dando espaço a outras colunas, erguidas pelo suor e sacrifícios de servidores abnegados, que se espalham no mundo qual imenso exército de formiguinhas, semeando a esperança e a gentileza.

Regressai aos vossos  postos de trabalho, tomados de otimismo e alegria, confiança e fé. Acima dessas ocorrências passageiras, onde a guerra parece triunfar sobre a paz, o iníquo gargalhar sobre o ético, a esperteza zombar da honra e o violento estender seus domínios sobre vastos corações humildes pairam a bondade de Deus e a atuação de nosso Senhor Jesus Cristo e seus emissários, diluindo a escuridão com o clarão do amor, a agressividade desidratada pela amorosidade e a indiferença aos párias será banida pela solidariedade, a ressumar da restauração do Evangelho nas suas bases primitivas.

Namastê!

Ergueu-se da posição de lótus e saudou com um gesto, curvando o rosto diante de todos nós.

Uma sensação jamais sentida invadiu-nos os corações e impossível foi conter a torrente de lágrimas.

Quais duas efígies de luz, ambos diluíram-se à nossa frente, deixando delicioso aroma no ar.

Alguém do meu lado perguntou-me se poderia identificar aquele cheiro inebriante. Pude apenas responder:

~ Perfume de amor.

Saímos. 

Já era noite e os pirilampos de Deus incidiam seus clarões sobre a Terra em sombras.

E o trabalho prossegue, sem solução de continuidade...


Marta (Espírito)

Juazeiro, 09.10.2026

quarta-feira, 7 de outubro de 2026

O ser dos tempos contemporâneo.







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O ser dos tempos contemporâneos marcha aureolado de bênçãos tecnológicas, a otimizar o pensamento e a gestão da vida material.

Explodiu o átomo, liberando uma energia incontrolável. Desceu aos abismos dos mares e descortinou novas espécies marinhas. Analisou florestas e ecossistemas verdes, localizando vegetais desconhecidos da botânica e com eles, elaborou novos medicamentos.

Nos últimos sessenta anos, tem investido somas fabulosas na exploração espacial, ansioso por aprofundar o conhecimento sobre galáxias e nebulosas, buracos negros e ondas de rádio de origem desconhecida.

O cérebro engalana-se, atingindo patamares de conhecimento jamais experimentados. A rede mundial de computadores e a inteligência artificial projetam cenários e utilidades cotidianas inimagináveis.

Os neurônios parecem passageiros a bordo de uma nave, viajando à velocidade da luz, acumulando em terabytes expansíveis informações inimagináveis.

Entretanto, um olhar mais apurado também notará a discrepância dessas vertiginosas conquistas do cérebro para o sentimento. São dias de fundas agonias, lancinantes dores emocionais, multidões assaltadas pela solidão e seres trucidados pelo vazio existencial.

Multiplicam-se os esforços para auxiliar muitos a se erguerem das quedas morais, mas não se consegue o alevantamento de todos. Religiosos jazem confusos, atrelando a religião ao materialismo crasso desses dias de inquietação incessante. O medo da morte e o desconhecimento quase que completo da vida futura e da imortalidade da alma apavoram milhões, que se veem projetados no limite do precipício que delimita a fronteira diáfana entre o carro físico em desgoverno e a alma em desespero.

Como auxiliar a manada de búfalos em correria tresloucada? Como esclarecer quem se encastelou na fortaleza das ciências materialistas?

De que forma arrancar milhões de ovelhas, guiadas por astutos pastores, sedentos de ouro e cédulas verdes?

Como esclarecer que todo poder emana de Deus e que cada servidor dará conta da própria administração perante o governo do universo?

Discursos são ignorados, pregações são desprezadas e livros esclarecedores são abandonados, quais ferramentas imprestáveis no caminhar dos peregrinos desavisados.

Paciência. Confiança no alto. Foco nas próprias tarefas.

Que cada servidor prossiga incansável na tarefa de formiguinha que o alto lhe confiou. Trabalhe a si mesmo e, quando possível, oriente algum perdido da estrada.

Semeie em solo difícil, mesmo sabendo da improvável colheita.

E prossiga, otimista e confiante, recordando sempre que necessite refazer forças...

Ele surgiu num período difícil e amargo, como estes dias que estamos atravessando. Esteve  aparentemente inativo por dezoito anos, se preparando para enfrentar a selva humana dos interesses rasteiros.

Consciente de que precisava de colaboradores, buscou doze amigos numa vila de pescadores. E saiu a anunciar o novo tempo.

Abençoou a semente minúscula, enalteceu a dracma perdida, dialogou com os esquecidos e párias sociais. Se fez hóspede de indesejáveis e detestados. Reconduziu a mulher à sua dignidade ultrajada pelo machismo reinante e acolheu os meninos, exaltando-lhes a pureza das intenções.

Deu-se em holocausto. Sucumbiu fisicamente entre meliantes do mundo.

Prossegue o Senhor como governador do planeta em convulsões ciclópicas, agitação das massas e taquicardia dos sentimentos.

Não pede aos novos discípulos sacrifícios. Suplica misericórdia em favor dos aflitos e despossuídos de tudo, menos das bênçãos de Deus.

Sê tu carta viva dessa Boa Nova! Avança no terreno árido das paixões e edifica em ti mesmo a Jerusalém renovada que o tempo presente reclama.

És tu os braços, as mãos e os pés que o Cristo necessita para amorizar esses dias desafiadores que estamos todos a atravessar.

Após a noite densa, a aurora.

Depois da tempestade, a calmaria dos elementos em fúria.

Da escassez à abundância.

E Ele prossegue semeando...


O peregrino.  (Espírito)

Senhor do Bonfim, 03.10.2026


Médium: Marcel Mariano




segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Lula vence votação em Bonfim

 


Lula vence votação presidencial em Senhor do Bonfim com 62,13% dos votos


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi o candidato mais votado para a Presidência da República em Senhor do Bonfim no primeiro turno das Eleições 2026.

Com 100% das 174 seções apuradas, Lula recebeu 25.666 votos, correspondentes a 62,13% dos votos válidos, conforme os números finais apresentados na apuração.

Na segunda colocação ficou Flávio Bolsonaro (PL), com 13.819 votos (33,45%). O candidato Augusto Cury (Avante) apareceu em terceiro, somando 779 votos (1,89%).

Ao todo, Senhor do Bonfim registrou 43.744 eleitores que compareceram às urnas, segundo os dados apresentados na apuração.

O resultado confirma a vitória de Lula na votação presidencial no município neste primeiro turno. Dados oficiais das Eleições 2026 são divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Redação Cleber Vieira News

domingo, 27 de setembro de 2026

És filho da suprema criação.

 


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A busca por Deus deveria ser a prioridade absoluta do inquilino residente na Terra. Tudo que representa a impermanência se faz fogo fátuo no carreiro evolutivo. Surge num momento e desaparece logo após. As mais vultosas fortunas são empréstimos que o banco da Providência Divina oferta aos filhos de Deus para alavancarem o próprio e o alheio progresso, mas, distraídos no parque de diversões em que se sentem como estudantes de ocasião, se deixando fascinar por brinquedos e jogos diversos, sabotando excelentes oportunidades de crescimento.

O vigor da juventude, que passa ligeiro.

A libido, que o cansaço consome.

O poder temporal, que muda de mãos de uma hora para outra.

A fortuna, que o meliante surrupia na calada da noite.

Entretanto, incontáveis estrelas brilham no firmamento, enquanto no solo do mundo homens e mulheres estão tragados pelas aflições. Não obstante os casarões luxuosos, em avenidas ou condomínios de luxo, dentro das quatro paredes de muitas mansões permanece o vício, a desonra e enfermidade cruel.

O rosto muito bem esculpido em cirurgias estéticas ou coberto de custosa maquiagem, muitas vezes tentando ocultar marcas da velhice precoce e das sucessivas amarguras enfrentadas e não solucionadas.

Quantos corações machucados pelo medo de viverem novas experiências afetivas.

Quantos corações maternos dilacerados pela ingratidão de filhos insensíveis, companheiros indignos e abandono no próprio lar.

O planeta exibe contrastes gritantes, se constatando que no mesmo século caminham, lado a lado, uma geração antenada com as mais sofisticadas tecnologias, sonhando com a conquista das estrelas e, do outro lado da rua, uma massa de famintos do corpo, sedentos da alma e martirizados pelas angústias que ninguém vê.

Em todos, a mesma ânsia pela felicidade, mas buscando-a por ferramentas distintas.

E o Supremo Doador nunca esteve longe ou inalcançável. Não faz residência num céu inatingível, nem jamais esteve sentado num trono de ócio, cercado de anjos bajuladores.

Essa inteligência suprema está no perfume de uma flor, no gracioso voo da gaivota, na nuvem fecundante, no charco aparentemente pútrido e nos lírios do campo.

Possui muitos nomes. Alá, Jeová, Emanuel, Brahma, Providência Divina, natureza, causa primeira de todas as coisas...

Cuida do verme e zela pela galáxia colossal. Sustenta o arbusto frágil e se exibe na montanha altaneira.

Faz a garoa fina e sustenta o sol que aquece a vida na Terra.

Seu infinito amor corrige e aperfeiçoa não como gostaríamos, mas como temos necessidade na estrada da evolução infinita.

Está no verso quebrado e na rima perfeita. Surge na canção ou no trinado do pássaro colorido.

É uma permanente sinfonia, que recusamos ouvir até o final.

Deus, sempre Deus, nada mais do que Deus!

Age no silêncio profundo.

Filho da luz e herdeiro de Deus, estagiário das experiências milenares nos palcos do mundo, acalma tua ansiedade por instantes e deixa-te invadir pela nostalgia de O descobrir em teu mundo íntimo.

Permite que Ele incida luz em tua telha quebrada, inundando teu domicílio emocional de harmonia e bem-estar.

Ignora se o Eterno te surgirá na feição de um colibri ou na potência de um paquiderme. Um Himalaia ou um grão de areia.

És filho da suprema criação. 

Herdeiro de Seu incomensurável amor.

Toma posse do que és, olvidando o que tens ou te falta.

Em Deus, és pleno.


Marta e Élzio Ferreira de Souza. (Espíritos)

Mafra/SC, 27.09.2026


Médium: Marcel Mariano




domingo, 20 de setembro de 2026

Desconhecedores de nós mesmos



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Entre os temas mais palpitantes da atualidade situa-se o das lutas íntimas, aquelas que erguem arenas na intimidade de cada um.

Conquanto não vistas, são cruéis e amargos embates que cada criatura trava contra sua natureza inferior, muitas vezes em estímulos para fossas morais de difícil descrição.

Trato fino na convivência, mas o impulso incessante para a brutalidade. Palavra bem posta em momentos de conveniência e linguajar chulo na roda de amigos mais reservada. Análise serena de acontecimentos e fatos quando na tribuna da oratória, mas crítica ácida e rude quando entre alguns poucos.

Se atendido nos desejos e vontades, faz-se modelo de educação social e fidalguia, mas quando contrariado nas expectativas, ruge que nem um leão acuado, explodindo em agressividade que assusta.

Sim, somos realmente desconhecedores de nós mesmos. Em incontáveis ocorrências do cotidiano, manejamos a mais ampla cultura sobre terceiros e desconhecidos, mas ignoramos nossas resistências aos embates da vida e quase nada sabemos sobre nossas reações.

Inabituados à meditação, atravessamos a existência física quais rochas impermeáveis, até que a dinamite das frustrações nos provoque fissuras no ego contrariado. Sonhos e projetos se fazem inatingíveis e perdemos o equilíbrio que nos resta. Parte da vida faz-se amarga, indigesta, e só a muito custo o círculo de familiares e amigos consegue suportar nossa presença.

Tudo poderia ser diferente...

Tivéssemos a coragem de periodicamente nos analisar sobre as relações mantidas e nutridas, submetendo-nos ao rigoroso teste de perguntarmos a nós mesmos se estamos sendo leais aos que marcham pela mesma estrada.

Quantas vezes ouvimos o outro com espírito de acolhimento, sem reservas ou apontamentos desnecessários.

Percebendo alguém em atitude de ataque em nossa direção, em que instante recorremos à prece em favor dessa pessoa, assaltada pelas sombras.

Ouvindo alguém em confidência, se fomos capazes de cerrar o segredo doloroso, suplicando a misericórdia divina para a criatura em desatino à nossa frente.

E quando foi que colocamos algum tipo de freio aos nossos pensamentos impróprios, quando a sós.

Convidado a expressar, pelo verbo, essa ou aquela opinião sobre a conduta de alguém guindado à vida pública, buscamos enxergar alguma virtude ou nobreza mínima, diminuindo a acidez da análise.

Em matéria de viver, seremos sempre senhores do próprio silêncio, mas invariavelmente escravos de tudo quanto proferido pelos lábios.

E como procedia Jesus quando em contato com a massa do povo?

Ouvia, entendendo.

Silenciava, ajudando.

Narrava, esclarecendo.

Curava, despertando o beneficiado para a responsabilidade de ser liberto do mal que o afligia.

Buscava refúgio no deserto, comungando em silêncio com Deus. Volvia aos ajuntamentos humanos e se compadecia da ignorância popular, buscando apontar caminhos alternativos.

Não desconhecia o mal. Exaltava o bem que poderia ser feito.

Tinha profunda compaixão com os hipócritas, mas tolerância zero com a hipocrisia, separando o doente da doença 

Sem buscar ferir tua sensibilidade, quando foi o teu último encontro contigo mesmo? Em que época conversaste com teus pensamentos mais íntimos?

Assim que possível, agenda a sala do silêncio, desacelera tua rotina e senta na relva verde de teu jardim de sonhos.

Era uma vez...


Marta (Espírito)

Itiruçu/Ba., 20.09.2026


Médium: Marcel Mariano



quinta-feira, 17 de setembro de 2026

ANTE O SUICÍDIO*

 


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_*ANTE O SUICÍDIO*


Se a idéia do suicídio alguma vez te visita o pensamento, reflete no  infortúnio de alguém que haja tentado inutilmente destruir a si mesmo, quando pela própria imortalidade, está claramente incapaz de morrer.

Na hipótese de haver arremessado um projétil sobre si, ingerido esse ou aquele veneno, recusado a vida pelo enforcamento ou procurado extinguir as  próprias forças orgânicas por outros meios, indubitavelmente arrastará  consigo as consequências desse ato, a se lhe configurarem no próprio ser, na forma dos chamados complexos de culpa.


Entendendo-se que a morte do corpo denso é semelhante a um sono  profundo, de que a pessoa ressurgirá sempre, é natural que esse alguém penetre no Mundo Maior, na condição de vítima de si mesmo.


Não nos é lícito esquecer que os suicidas, na Espiritualidade, não são  órfãos da Misericórdia Divina, e, por isso mesmo, inúmeros benfeitores lhes  propiciam o socorro possível. Entretanto, benfeitor algum consegue eximí-los, de imediato, do  tratamento de recuperação que, na maioria das vezes, lhes custará longo tempo.


Ponderando quanto ao realismo do assunto, por maiores se te façam as dificuldades do caminho, confia em Deus que, em te criando a vida, saberá defender-te e amparar-te nos momentos difíceis.


Observa que não existem provações sem causa e, em razão disso, seja onde for, estejamos preparados para facear os resultados de nossas próprias ações do presente ou do passado, em nos referindo às existências  anteriores.


Cientes de que não existem problemas sem solução, por mais pesada a carga de sofrimento, em que te vejas, segue à frente, trabalhando e servindo, lançando um olhar para a retaguarda, de modo a verificar quantas  criaturas existem carregando fardos de tribulações muito maiores e mais  constrangedores do que os nossos.


O melhor meio de nos premunirmos na Terra contra o suicídio, será  sempre o de nos conservarmos no trabalho que a vida nos confia, porque o  trabalho, invariavelmente dissolve quaisquer sombras que nos envolva a  mente.

E, por fim, consideremos, nas piores situações em que nos sintamos, que  Deus, cujo infinito amor nos sustentou até ontem, embora os nossos erros, em nos assinalando os propósitos de regeneração e melhoria, nos sustentará também hoje.


_(EMMANUEL)_


*Livro:* _"Amigo"_

*Psicografia:* _Chico Xavier_



quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Morre o radialista e produtor de eventos Antônio Augusto Gomes, em Senhor do Bonfim

 




Morre o radialista e produtor de eventos Antônio Augusto Gomes, em Senhor do Bonfim


Faleceu por volta das 9h30 desta quarta-feira, 16 de setembro, o radialista e produtor de eventos Antônio Augusto Gomes, figura bastante conhecida em Senhor do Bonfim.

Segundo informações, Augusto tomou café pela manhã na Panificadora Globo e, em seguida, saiu para realizar uma panfletagem. Durante a atividade, passou mal e foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24 Horas), mas não resistiu. A informação inicial é de que ele teria sido vítima de um infarto.

Antônio Augusto Gomes construiu uma trajetória marcante no esporte, na comunicação e na realização de eventos. Foi presidente da Liga do CSU, do Clube 25 de Janeiro e da Liga Desportiva de Bonfim. Também integrou a campanha que levou o município ao vice-campeonato do Campeonato Intermunicipal de 1993.

Augusto ainda esteve entre os fundadores da Copa Rural, apresentou o programa “Jornal Pega Fogo”, na Rádio Rainha FM, e, atualmente, era proprietário da AGTV Web.

A morte de Antônio Augusto causa grande comoção entre familiares, amigos, profissionais da comunicação, desportistas e integrantes do setor cultural e de eventos de Senhor do Bonfim.

O Cleber Vieira News manifesta profundo pesar e deseja força e conforto aos familiares e amigos neste momento de dor.


Redação do Cleber Vieira News