quinta-feira, 17 de setembro de 2026

ANTE O SUICÍDIO*

 


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_*ANTE O SUICÍDIO*


Se a idéia do suicídio alguma vez te visita o pensamento, reflete no  infortúnio de alguém que haja tentado inutilmente destruir a si mesmo, quando pela própria imortalidade, está claramente incapaz de morrer.

Na hipótese de haver arremessado um projétil sobre si, ingerido esse ou aquele veneno, recusado a vida pelo enforcamento ou procurado extinguir as  próprias forças orgânicas por outros meios, indubitavelmente arrastará  consigo as consequências desse ato, a se lhe configurarem no próprio ser, na forma dos chamados complexos de culpa.


Entendendo-se que a morte do corpo denso é semelhante a um sono  profundo, de que a pessoa ressurgirá sempre, é natural que esse alguém penetre no Mundo Maior, na condição de vítima de si mesmo.


Não nos é lícito esquecer que os suicidas, na Espiritualidade, não são  órfãos da Misericórdia Divina, e, por isso mesmo, inúmeros benfeitores lhes  propiciam o socorro possível. Entretanto, benfeitor algum consegue eximí-los, de imediato, do  tratamento de recuperação que, na maioria das vezes, lhes custará longo tempo.


Ponderando quanto ao realismo do assunto, por maiores se te façam as dificuldades do caminho, confia em Deus que, em te criando a vida, saberá defender-te e amparar-te nos momentos difíceis.


Observa que não existem provações sem causa e, em razão disso, seja onde for, estejamos preparados para facear os resultados de nossas próprias ações do presente ou do passado, em nos referindo às existências  anteriores.


Cientes de que não existem problemas sem solução, por mais pesada a carga de sofrimento, em que te vejas, segue à frente, trabalhando e servindo, lançando um olhar para a retaguarda, de modo a verificar quantas  criaturas existem carregando fardos de tribulações muito maiores e mais  constrangedores do que os nossos.


O melhor meio de nos premunirmos na Terra contra o suicídio, será  sempre o de nos conservarmos no trabalho que a vida nos confia, porque o  trabalho, invariavelmente dissolve quaisquer sombras que nos envolva a  mente.

E, por fim, consideremos, nas piores situações em que nos sintamos, que  Deus, cujo infinito amor nos sustentou até ontem, embora os nossos erros, em nos assinalando os propósitos de regeneração e melhoria, nos sustentará também hoje.


_(EMMANUEL)_


*Livro:* _"Amigo"_

*Psicografia:* _Chico Xavier_



quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Morre o radialista e produtor de eventos Antônio Augusto Gomes, em Senhor do Bonfim

 




Morre o radialista e produtor de eventos Antônio Augusto Gomes, em Senhor do Bonfim


Faleceu por volta das 9h30 desta quarta-feira, 16 de setembro, o radialista e produtor de eventos Antônio Augusto Gomes, figura bastante conhecida em Senhor do Bonfim.

Segundo informações, Augusto tomou café pela manhã na Panificadora Globo e, em seguida, saiu para realizar uma panfletagem. Durante a atividade, passou mal e foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24 Horas), mas não resistiu. A informação inicial é de que ele teria sido vítima de um infarto.

Antônio Augusto Gomes construiu uma trajetória marcante no esporte, na comunicação e na realização de eventos. Foi presidente da Liga do CSU, do Clube 25 de Janeiro e da Liga Desportiva de Bonfim. Também integrou a campanha que levou o município ao vice-campeonato do Campeonato Intermunicipal de 1993.

Augusto ainda esteve entre os fundadores da Copa Rural, apresentou o programa “Jornal Pega Fogo”, na Rádio Rainha FM, e, atualmente, era proprietário da AGTV Web.

A morte de Antônio Augusto causa grande comoção entre familiares, amigos, profissionais da comunicação, desportistas e integrantes do setor cultural e de eventos de Senhor do Bonfim.

O Cleber Vieira News manifesta profundo pesar e deseja força e conforto aos familiares e amigos neste momento de dor.


Redação do Cleber Vieira News

domingo, 13 de setembro de 2026

A Lei de Destruição

 


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Decorridos vinte e cinco anos da tragédia das torres gêmeas, situadas na ilha de Manhattan, um dos cinco distritos que constituem a mais cosmopolita das cidades terrestres, a nação norte-americana evocou aqueles dias trágicos de 2001.

Quase quatro mil vítimas, um país em choque até hoje.

E toda a história humana e das civilizações está assinalada por tragédias coletivas, naturais ou provocadas, deixando atrás de si um caminho de sangue. Terremotos, furacões, tsunamis, enchentes ou secas inclementes têm desassossegado a vida das comunidades atingidas, sofrendo diferentes interpretações. Líderes religiosos asseguraram ser fruto da ira divina, prenúncio do fim do mundo, invasão alienígena ou guerra desconhecida, movida por nações hostis. E uma grande soma de vidas é tragada nessas ocasiões, deixando novas interrogações.

Os flagelos sempre ocorreram nos anais da história, e fazem parte das leis de destruição e progresso, impulsionando as culturas para a melhoria das ciências encarregadas de prever desastres naturais, bem como consolidando no ser a certeza de que, por mais que se expanda no intelecto, não fugirá de acertar contas com a morte.

Toda a estrutura material que cerca as criaturas está sujeita a periódica metamorfose, fazendo com que a construção projetada sofra alterações súbitas, adotando nova apresentação. Eras glaciais, séculos de seca inclemente, chuvas torrenciais, quais dilúvios bíblicos, bem como a movimentação das placas tectônicas, têm causado inquietação e medo em incontáveis indivíduos.

E se os corpos e as estruturas de cimento e ferro são reduzidos a escombros, os falecidos ressurgem na pátria espiritual sedentos de informações e acolhimento, buscando entender a interrupção abrupta da existência, ante os flagelos naturais ou os atentados terroristas.

A lei do progresso a todos conclama avançar. A de destruição está encarregada de renovar as paisagens, quando natural, e quando provocada, suscita alterações na convivência, renovando os seres e os saberes.

Instala novo olhar, onde a amorosidade e a solidariedade surgem como alternativas aos confrontos estéreis e as pugnas ideológicas. A humildade e a submissão às leis divinas brotam como floração fecunda à empáfia com que muitos desafiam Deus e seus divinos códigos. A cooperação brota entre as nações, rasgando fronteiras de separatividade, e os diretamente atingidos, arrebatados em grande soma, refazem conceitos religiosos e alteram o modo de pensar ao longo do tempo.

Do caos, surge a renovação na convivência. Das lágrimas dos que ficaram, novos pensamentos emergem nas trilhas do existir.

Muitos se dão conta que estiveram apartados de Deus, adotando a postura materialista para o viver, agora refazendo caminhos e ressignificando o projeto existencial.

Talvez em tua existência até aqui nenhum acontecimento trágico te assaltou a aparente normalidade, mas este pode aparecer quando menos aguardado. Aproveita a calmaria da viagem pelo corpo e reflete sobre os projetos acalentados e as efetivas realizações feitas. Quanto tempo disponível para a meditação e o estado de prece? A energia empregada para o triunfo no mundo tem sido a mesma para vencer a si mesmo?

Os velhos enganos e as imperfeições morais têm sido enfrentados ou deixados de lado, aguardando um tempo propício no futuro incerto?

Filho de Deus, reavalia teu projeto existencial, lubrifica tuas engrenagens no azeite da boa vontade e firma teus propósitos na coragem e no discernimento, buscando ainda hoje o modelo e guia da humanidade: Jesus.

N'Ele surge o dia coroado de sol e N'Ele o crepúsculo triunfa ao cair da tarde, apontando para cada um novos rumos, sob o clarão das estrelas.


Marta (Espírito)

Salvador, 13.09.2026


Médium: Marcel Mariano



Tudo Passa

 


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No domingo recordamos uma mensagem antiga do Momento Espírita:


*Vai ficar tudo bem*


Let it be é o décimo terceiro e último álbum do grupo inglês de rock, The Beatles.

Foi gravado entre janeiro de 1969 e março/abril de 1970 e foi lançado em 8 de maio de 1970.


Inicialmente, o nome previsto para o álbum era outro. Mas acabou sendo mesmo o nome da faixa composta por Paul McCartney.


Paul a escreveu em homenagem a sua mãe, Mary McCartney, vítima de câncer de mama, quando ele tinha quatorze anos de idade. À época, a morte da mãe o abalara profundamente.


Conta Paul que, certa noite, sonhou com a mãe vindo em sua direção e lhe dizendo Let it be. Algo como Deixa estar ou Vai ficar tudo bem.


Quando acordou, já estava com a melodia da música na cabeça e os versos foram brotando:


Quando eu me encontro em tempos difíceis, mãe Maria vem para mim, falando palavras de sabedoria: “Vai ficar tudo bem”. E, nas minhas horas de escuridão, ela está em pé bem na minha frente, falando palavras de sabedoria, sussurrando palavras de sabedoria: “Vai ficar tudo bem”.


E, quando as pessoas de coração partido, morando no mundo concordarem, haverá uma resposta: “Vai ficar tudo bem”.


Pois, embora possam estar separados há ainda uma chance que eles verão. Haverá uma resposta: “Vai ficar tudo bem”.


E quando a noite está nublada, há ainda uma luz que brilha em mim, brilha até a manhã: “Vai ficar tudo bem”.


Eu acordo ao som da música. Mãe Maria vem para mim. Não haverá tristeza. “Vai ficar tudo bem”.


*****


Os versos traduzem alegria. Alegria ante a constatação de que a mãe vive a Imortalidade do Espírito.


E de onde quer que se encontre, nesse imenso Universo de Deus, vem ao encontro do filho quando as dificuldades se fazem maiores, quando as dores se tornam superlativas.


É o atestado do amor materno, que jamais abandona os seus filhos, sublimando-se no sentimento de amar, incondicionalmente.


Muitos filhos, como Paul McCartney, lhes detectam a presença generosa. Outros podem nem perceber, nem se dar conta.


Mas mãe é essa criatura especial que vela sempre, que faz da vida do filho a sua própria, que renuncia a seus prazeres e necessidades para suprir o de que carece o filho.


Também é uma canção de esperança. Esperança de que um dia todos possam perceber essa realidade. Tudo é passageiro na Terra. Tudo passa.


A morte separa as pessoas fisicamente, mas ninguém pode separar Espíritos que se amam. Porque o amor é indestrutível e tudo vence.


Vence o tempo, vence as fronteiras da morte, brilha na Imortalidade.


E, para amenizar a saudade da ausência física, nas asas do sono, os seres se encontram: uns ainda prisioneiros na carne, outros já libertos no mundo espiritual.


E, enquanto as horas do sono se fazem reparadoras para o corpo cansado, o Espírito sonha, nos campos espirituais.


Finalmente, depois dos dias de separação, dos anos de paciente espera, o grande reencontro das almas se faz.


Pensemos nisso e não nos permitamos o mergulho no poço da depressão. Nossos amores vivem.


E a dor que nos castiga agora, vai passar. Tudo vai ficar bem... logo mais.


*****


Redação do Momento Espírita.

De 11.5.2019.

sábado, 12 de setembro de 2026

Uma Nave de outro Mundo

 


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BELÉN, 1958: O ENGENHEIRO ARGENTINO QUE AFIRMOU TER ENCONTRADO UMA NAVE DE OUTRO MUNDO

Certa manhã de janeiro de 1958, Fernando Arquibola García, então com 42 anos, saiu de Belén, na província argentina de Catamarca, para realizar um levantamento de mineração no setor de minas de tungstênio de San Antonio. Técnico em rádio e eletrônica, professor de eletrônica e inventor, ele relatou ter percorrido cerca de oito quilômetros montado em um burro antes de chegar ao local, por volta das 7 horas da manhã. Perto do meio-dia, enquanto fazia uma pausa para comer, um zumbido intermitente atraiu sua atenção para uma ravina. A cerca de 90 metros de distância, ele encontrou — segundo seu relato — uma enorme estrutura branco-esverdeada apoiada em três suportes e dotada de janelas dispostas em intervalos regulares. Inicialmente, pensou ter descoberto uma instalação militar secreta, mas aproximou-se até ficar a cerca de 70 metros. Um dispositivo semelhante a um telescópio surgiu então na parte superior, e apareceu uma silhueta com mais de 1,80 metro de altura, vestindo um traje branco completo e um visor que cobria o rosto.

Foi nesse momento que a história assumiu uma dimensão extraordinária. García afirmou ter percebido, primeiramente, algo semelhante ao canto de pássaros em sua mente, seguido imediatamente por uma voz que falava um espanhol perfeito, sem sotaque, instruindo-o a não avançar. Apesar da distância, ele teria ouvido seu interlocutor com a mesma clareza como se estivesse a apenas um metro de distância. Quando García perguntou se tratava-se de uma instalação militar, o ser respondeu que o objeto não pertencia a nenhuma força terrestre. Em seguida, para demonstrar suas capacidades, o ser apontou um dispositivo semelhante a uma lâmpada para uma rocha situada a algumas dezenas de metros: um poderoso feixe de luz branca teria derretido a pedra em questão de segundos. Ao ser questionado sobre essa tecnologia, o desconhecido respondeu simplesmente: "energia pura". Ele afirmou então que a estrutura era uma nave não humana imobilizada por uma avaria, que seu sistema de propulsão era desconhecido pela humanidade e que seus semelhantes visitavam a Terra há mais de 20.000 anos.

García relata que a conversa telepática teria durado quase duas horas. Seu interlocutor teria afirmado que vinha de um sistema planetário com dois sóis e fornecido coordenadas astronômicas que, infelizmente, nunca foram estabelecidas publicamente de forma a permitir, hoje, confrontá-las com um sistema estelar específico. Quando García pediu para entrar no aparelho, o ser teria explicado que 50.000 anos de desenvolvimento tecnológico os separavam e comparado a humanidade a uma existência efêmera, que dura apenas algumas horas. A conversa também teria abordado a Atlântida e a Esfinge: o ser teria alegado que a Atlântida fora habitada por seres que chegavam a quase quatro metros de altura e que foi submersa durante um cataclismo, enquanto a Esfinge teria sido construída em homenagem a um extraterrestre que participara do resgate de egípcios atingidos por uma epidemia. Tais declarações devem ser consideradas pelo que são: relatos feitos por García, sem confirmação arqueológica ou histórica. A arqueologia, em particular, situa a construção da Grande Esfinge no Egito faraônico do Império Antigo e não apresenta evidências de intervenção extraterrestre.

Ao final do encontro, García teria recebido a ordem de se proteger, deitar-se e cobrir os ouvidos. O zumbido teria retornado, acompanhado por uma forte pressão na cabeça. Quando olhou novamente, a imensa "construção" estava a centenas de metros do solo: apresentava-se claramente como uma forma metálica e lenticular, com um brilho vermelho intenso na parte superior, antes de seguir para o noroeste e desaparecer. Ao contrário de muitas testemunhas de casos de OVNIs, García concordou em ter sua identidade revelada e defendeu abertamente seu testemunho. Isso reforça a rastreabilidade humana da história, mas não constitui prova: não dispomos de nenhuma fotografia conhecida da nave, nem da suposta rocha derretida submetida a uma análise científica documentada, nem de um fragmento do aparelho, nem de uma confirmação independente dessa conversa de duas horas. O caso Belén permanece, portanto, como um testemunho extraordinário, e não como prova de que uma nave alienígena pousou na Argentina em 1958. E é precisamente esse paradoxo que continua a fascinar: um homem com formação técnica afirmou publicamente ter encontrado uma inteligência muito mais avançada que a nossa, plenamente ciente de que quase nada do que dizia poderia ser verificado.


Fonte: Facebook


domingo, 6 de setembro de 2026

204 anos de Independência do Brasil.

 


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Na véspera de mais um aniversário de sua emancipação política, o Brasil parece um imenso coração, saturado de energias contrárias, em pleno estágio da taquicardia das agonias sociais.

Se sua história de pouco mais de 500 anos traduz uma luminosa jornada, no seio dos povos, para se tornar uma potência agrícola e mineral, no terreno das disputas políticas, se apresenta sob temperatura elevada, como se uma febre devoradora tomasse conta de seu ciclópico corpo, a se estender na América Latina. Enquanto as classes políticas se engalfinham nos bastidores de Brasília pela hegemonia de suas opiniões apaixonadas e discordantes, a massa de povo busca no suor a sustentação da família e a construção da solidariedade social.

Milhões de analfabetos funcionais. Incontáveis famílias sem um teto para chamar de seu. Honrados pais de família no corredor da pobreza extrema. Imensas filas em hospitais abarrotados de doentes e chagados.

Carência por toda parte.

Em diversos momentos de sua história, assinalada por vultos nobres e acontecimentos inolvidáveis, a interferência do alto impediu que as ruas se fizessem palco de atrocidades históricas ou genocídios de lamentáveis consequências para sua missão histórica, no seio da civilização humana. A nobreza do povo e seu elevado senso religioso tem tido supremacia nos instantes decisivos, impedindo que as armas se façam instrumentos de desagregação social.

É preciso manter a ordem acima de tudo.

Fortalecer o espírito de mansidão.

Socorrer as massas em desfalecimento, distribuindo trabalho e ocupação aos braços vigorosos do homem de bem.

Que a prece substitua o hino de guerra fratricida ou o estímulo à desordem, abrindo perigosos flancos por onde se insinue as injunções perturbadoras da anarquia política e administrativa.

Seus 204 anos de emancipação política devem representar o elevado sentimento de união de seus filhos em torno do ideal comum, qual seja, a educação das massas aturdidas e ignorantes, o desfraldar da bandeira da paz social e a oportunidade de trabalho para todos, impedindo que a fome estenda seus tentáculos sobre os estômagos atormentados.

Acima das inquietações políticas de seu tempo, paira a misericórdia de Jesus, e no seu céu noturno, a imagem do Cruzeiro do Sul traduz a inspiração para que seus filhos busquem na concórdia e no bem comum o chão atapetado de flores, perfumando a trajetória do coração do mundo e da pátria do Evangelho.

A história da nacionalidade brasileira está intimamente ligada ao coração de Nosso Senhor Jesus Cristo, D'Ele advindo a proteção e orientação para que, em seu solo, incontáveis filhos de outros povos façam ninho e morada, buscando a confraternização universal, a desaparecer de outras nações, ora mergulhadas em lutas intestinas lamentáveis.

Saudamos, pois, o sete de setembro como marco da maioridade moral e política do Brasil, antevendo sua gloriosa trajetória no carrossel das nações do mundo, a espalhar frutos abençoados de paz e convivência pacífica, crescimento e abundância material, favorecendo a construção da Era Nova, a se instalar no planeta em convulsões sociais, ansioso por sua regeneração que já não tarda nos horizontes da fé e da concórdia.


Marta e Irmão X (Espíritos)

Salvador, 06.09.2026

véspera dos 204 anos da Independência do Brasil.


Médium: Marcel Mariano



terça-feira, 1 de setembro de 2026

Sociedade mentalmente enferma

 


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Caminhando na face do mundo sob tormentas variadas, o Espírito se percebe atingido incessantemente nos seus mais caros interesses.

Sonhos acalentados se fazem pesadelos no transcurso dos anos. Projetos longamente arquitetados percorrem trechos da ideação, mas não decolam na pista das realizações, gerando frustração e desencanto.

Amores surgem e passam pelos tecidos sensíveis da emoção, alguns deixando ressaibos de saudades dolorosas e outros mágoas de difícil erradicação.

O acúmulo de contínuos desencantos tem sido a gênese de uma série de transtornos do comportamento e da sensibilidade, produzindo uma sociedade mentalmente enferma.

Não situamos aqui as conhecidas e catalogadas enfermidades de natureza mental, quais a loucura, a catatonia, a hebefrenia, a esquizofrenia e outras tantas, mas, sim apontamos aquelas que estão a afetar a qualidade de vida do habitante do planeta em transição.

A solidão de muitos, geradora de medo de encerrar a existência sem uma companhia para ofertar solidariedade. O vazio existencial, que tem produzido uma geração de zumbis, a vaguearem nas grandes urbes sem metas nobres e saudáveis para o existir, se resumindo a consumidores das coisas produzidas, sem nunca preencherem o buraco negro íntimo.

Os que adotaram o pessimismo por bússola do próprio existir, sempre possuidores de uma nota triste e deprimente sobre pessoas e fatos, quase nunca observando o lado bom das coisas.

Os que optaram pela alienação religiosa como forma de se blindarem contra seus próprios defeitos, suas imperfeições morais, carregando na voz um discurso pronto de salvação sem esforço na gleba que lhes é própria.

Quantos delegaram suas obrigações a terceiros, mantendo-se infantilizados para o inevitável amadurecimento das responsabilidades diante das ações praticadas.

Incontáveis filhos de Deus, marchando na sociedade quais vampiros do sistema de castas ainda existente, suspirando pelo ócio remunerado e vantagens indevidas.

Multidões que fizeram da embriaguez dos sentidos fuga da realidade, buscando um paraíso fugidio nas substâncias químicas que entorpecem, prisioneiros voluntários de grilhões etílicos.

Viagens intermináveis, cuja finalidade não é criar intercâmbio cultural ou acadêmico, mas tão somente fugir de companhias indesejáveis ou manter distância de sítios onde ocorreram situações dramáticas.

Incontáveis posturas assinalam muitas almas, exibindo risos por fora e esgares de dores íntimas. Dirigem muitos, incapazes do autodomínio. Tomam decisões sobre terceiros, mas recuam, amedrontados, diante de situações em que precisam gerir o próprio destino.

Riem nas maternidades, quando brindados pela progenitura, e choram, desconsolados, quando comparecem nos cemitérios, onde sepultam afetos e amores.

Muitos estão sustentando a vida física na força de estimulantes e energéticos, verdadeiras bengalas do quimismo orgânico, sem as quais já teriam tombado nas avenidas das provações e dos testemunhos incessantes.

Para todos nós, incluindo eles, nossos irmãos que atravessam duras experiências e amargas expiações, veio ao mundo a mensagem de Jesus.

Parábolas que retratam nosso cotidiano.

Diretrizes que apontam caminhos novos.

Palavras de vida eterna. Nenhuma condenação. Inexistência de crítica porque caiu ou se equivocou. Censura alguma.

Nem prêmio, nem castigo.

Um permanente manual de vida, a ser aplicado diariamente, face às ocorrências diversas, pedindo apenas boa vontade e confiança, fé na vida futura e compreensão da posição evolutiva de cada um.

Se aceitar passível de errar, erguer-se da queda provável e prosseguir caminhando.

Começar o dia na luz da oração e encerrar o crepúsculo no silêncio que agradece e louva a criação infinita.

Se perceber gente, filho de Deus e irmão de Jesus Cristo, com amplas possibilidades de acertar o passo e retificar em si mesmo aquilo que critica nos outros.

Cada dia, um novo começo.

E se sobrevier a desencarnação, refazer a fadiga da estrada percorrida, olhar o mundo novo pelo para-brisa e não pelo retrovisor, seguindo em frente ao encontro do mestre inesquecível.

Tão velhas receitas para um mundo em decadência moral, se remendando a cada dia através da melhoria mental de seus próprios inquilinos.

Estará faltando algum item nesse receituário de bem-estar e confiança no Poder de Deus?

Sigamos. 

O novo dia já começou...

Marta ( Espírito)

Juazeiro, 26.06.2026


Médium: Marcel Mariano



domingo, 30 de agosto de 2026

E o semeador saiu a semear.

 



Quando afirmou que a seara é imensa, mas os ceifeiros são escassos, o mestre inesquecível apenas diagnosticou uma realidade persistente nos quadros da atividade humana.

Por toda parte existem cultivadores da fé, que se mostram apaixonados expoentes da crença, mas raros resistem aos embates mais difíceis da estrada evolutiva, quando situados frente a frente com opositores e descrentes.

Outros, primam pela busca da salvação, face às artimanhas do adversário de Deus, mas se conseguem algo corrigir na conduta das ovelhas perdidas, deixam-se guiar pelas próprias torpezas e inquietações nas trilhas das sensações passageiras.

Outros, conseguem disciplinar esse ou aquele aprendiz que o vício deseducou, mas não resistem às carícias da tentação quando esta surge nos momentos de fragilidade.

Há os que primam pela palavra bem posta nos altares e nas tribunas,  manejando o verbete bem colocado e sensibilizando corações, mas terminado o ofício da crença pura e simples, convertem-se em trovões de maldição e azedume na intimidade doméstica, assustando os próprios parentes.

Sim, teremos sobre a Terra, ainda por muito tempo, quem pregue, mas não viva, e quem viva, mas não consiga tangenciar o conhecimento pelo verbo.

Ambos são importantes no despertar das consciências anestesiadas ou torporosas. Os que já conseguiram inserir na própria conduta os ensinos de Jesus mostram-se adiantados no manejo da lição, exortando os demais pela cátedra do exemplo, que é contagiosa. Os que pregam, mesmo que ainda não consigam exercitar as lições divulgadas, estão ensaiando o paulatino abandono dos campos de viciação e insensatez, exortando os ouvintes à ressignificação das posturas adotadas no mundo.

Quem trava contato com a mensagem cristã, nova criatura se faz. Passa a pensar diferente, percebendo a vida na Terra como um grande experimento de natureza evolutiva, onde erro e acerto são resultados naturais de quem experimenta e tenta.

Se cai, ergue-se o quanto antes. Se fere, busca reconciliação com a pessoa a quem feriu. Se atingido, pensa as feridas no óleo da compreensão fraternal e prossegue servindo, sem agasalho ao revide ou à mágoa.

Se fala, modula o verbo para ser compreendido de acordo com o entendimento do ouvinte. Adota o silêncio em incontáveis ocasiões, evitando comprometer-se pela verborragia inconsequente. Pouco a pouco, transforma o pensar em ação automática, fazendo-se menos paisagista e mais operador da mudança que deseja no mundo.

Altera o proceder, ajustando-se aos apelos do Senhor, a quem diz servir.

Repousa pouco e se afadiga na vinha promissora, sem ansiedade pela colheita em flor.

Reverencia o pretérito, dele extraindo lições para as mudanças necessárias. Aguarda o novo dia como quem se sabe na posse de um tesouro de novas oportunidades, mas faz do hoje sua principal plataforma de atuação na estrada comum a todos.

Se perguntado para onde vai, aponta o amanhecer por surgir detrás das montanhas e, colocando a enxada sobre os ombros, avança para novas e fecundas terras, onde a semente da esperança anseia ser cultivada.

E  semeador saiu a semear...o


O peregrino. (Espírito)

Itabuna, Bahia 12.07.2026


Médium: Marcel Mariano




Guardamos nossas memórias em papiros e pergaminhos.

 



 

Ligeiro olhar nosso sobre o colosso terrestre e poderemos enxergar a profunda harmonia da natureza, caminhando sobre os trilhos do caos e da agitação dos elementos.

Desde eras priscas, quando a massa incandescente se separou da coroa solar, para situar sua rotação a quase 150 milhões de quilômetros do astro rei, o frio do espaço, os bombardeios dos meteoros e outros fatores se encarregaram de amenizar, em bilhões de anos, a ardência da fornalha planetária, preparando o cenário onde a vida iria se manifestar.

No abismo das águas salgadas, nos pântanos primitivos, uma sopa de nutrientes começou a surgir, se fazendo berçário de seres unicelulares, trilobitas e incontáveis organismos simples, dotados apenas do tato, em aperfeiçoamento incessante pela morte e ressurgimento, além das mudanças químicas e biológicas.

As imensas florestas de coníferas, o plâncton dos mares e a incidência dos raios solares sobre o protoplasma proporcionaram o surgimento de novos seres, a se multiplicarem, abundantes, no seio dos abismos oceânicos. A Terra era um imenso laboratório de experimentos da vida, sob a gestão do Divino Mestre.

Tivemos que aguardar quase cinco bilhões de anos para que o cenário do orbe pudesse acolher a vida racional como a conhecemos hoje. Primitiva e simiesca no seu início, sofreu incontáveis injunções de natureza evolutiva, alterando o córtex reptiliano para a estruturação da base cerebral, onde as emoções superiores pudessem se manifestar com maior clareza. E, de dez milhões de anos para cá, a sociedade deu um gigantesco salto de evolução da corporalidade, saindo das árvores para a caverna, das grutas para a palafita e desta para as cidades amuralhadas do pretérito recente.

Organizamos o Estado, a gestão pública e privada, acumulamos bens materiais e nos deixamos arrastar pela sede da posse possuidora.

Erguemos totens e templos, onde cultuamos o sagrado, segundo nossas concepções. Tentamos aplacar a ira divina com sacrifícios de irracionais e semelhantes, ignorando que Deus é senhor da vida e não da morte.

Guardamos nossas memórias em papiros e pergaminhos, elaboramos leis e tratados, discursos de paz e clamores de guerra.

Construímos maternidades para acolher a vida e nos destruímos nas guerras fratricidas, exterminando o outro quando este não cedia aos nossos caprichos.

Agora, em tempos ditos modernos, somos os senhores da inteligência artificial e da comunicação ligeira, das invenções admiráveis e da exploração espacial, das safras abundantes e da previsão do tempo por satélites fora do globo terrestre.

Se muito evoluímos no pensar, o sentir ainda claudica. Se os neurônios reinam, soberanos, o coração parece enfartado.

Os mesmos olhos que fitam as estrelas, buscando algum sinal de vida extraterrestre, são aqueles mesmos que choram as amarguras de cada dia.

A mão que conforta é a mesma que, em outro momento, apedreja e fere.

Os lábios que num instante balbuciam preces e cânticos religiosos, num minuto seguinte estão a proferir maldição e anátema.

Quanta falta faz Jesus no coração da criatura humana!

Só Ele conseguiu nos sinalizar a própria pequenez moral, nos amparando na tentativa de acertar o passo. Nos legou diretrizes éticas, sem nos constranger a segui-Lo. Silenciou diante de nossas calúnias e nos apontou diferentes estradas de sublimação e trabalho iluminativo.

Paciente, nos espera há milênios sem fim.

Se tens interesse e disposição em avançar nos trilhos da Boa Nova, abre-te ao sol gentil da mensagem cristã, ausculta teu mundo íntimo e marcha, um dia após o outro, adotando Ele como modelo e guia, referência e paradigma de um novo tempo.

Estes tempos já são chegados.

O ontem passou, o amanhã vai surgir mais tarde.

Hoje. Aqui e agora.

Decidiste?


O peregrino. (Espírito)

Salvador, 30.08.2026


Médium: Marcel Mariano




terça-feira, 25 de agosto de 2026

Mártires do Cristianismo.

 


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Será muito desafiador para qualquer estudioso dos dois mil anos de cristianismo estimar o número de mártires, que deram a própria existência por amor a Jesus.

Nem sempre os anais da história anotou-lhes a passagem, e incontáveis sucumbiram ao martírio imposto pela ignorância sob anonimato total.

Quando uma ideia nova chega ao mundo, sofre ela a impiedosa perseguição daqueles situados na zona de conforto, incomodados com as renovadas concepções.

A filosofia ancestral, periodicamente, sofre novas interpretações de correntes arejadas de novos pensadores. Diariamente, princípios científicos são revistos por estudiosos e pesquisadores, a se valerem da contribuição mental daqueles que os antecederam. A religião, qual barcaça a navegar em mar revolto, de tempos em tempos, é visitada por ventos de bruscas mudanças, obrigando as massas de ovelhas desorientadas a buscarem novos pastores.

Quando o inesquecível mestre galileu vestiu-se de carne numa gruta de Belém, inaugurava na Terra em sombras um período inesquecível, onde o amor buscava espaço na justiça implacável, ansiando por secar lágrimas e devolver a esperança aos corações estiolados das massas aturdidas pela opressão política e religiosa de então.

Já no seu messianato divino e logo após Sua despedida sangrenta das arenas terrestres, discípulos sinceros e semeadores da Boa Nova já se viram sob os estigmas do sinédrio intolerante, das autoridades despóticas de Roma, padecendo sofrimentos atrozes e testemunhos na carne.

Cruzes se ergueram aos milhares, empalamentos hediondos, circos de horrores e espetáculos de perseguição implacáveis se fizeram surgir em toda a bacia do mediterrâneo, tentando calar as vozes que proclamavam um novo tempo.

E os mártires, ébrios de felicidade e tocados por luzes espirituais que o mundo não enxergava, desceram aos cenários de tortura e morte, doando seus corpos em honra da mensagem cristã.

E a ampulheta do tempo lhes cobriu as pegadas, mas não pôde apagar a luminosa mensagem de sacrifício em favor da libertação espiritual dos cativos das ilusões mundanas.

Eis os novos tempos, sob a rutilante claridade do Consolador prometido por Jesus ao mundo. A ciência faz-se religiosa, a religião busca ser científica e a filosofia socrática é restaurada nos seus alicerces, propondo que não se deixe de pensar na ética, na conduta e nas reações que advirão no curso do tempo.

Hoje, a luta é íntima, a batalha é contra as imperfeições morais, o holocausto é para diluir as sombras do ego em tresvario, buscando compreender que Jesus necessita de braços e mãos que no mundo material O representem, levando aos aflitos consolação e aos filhos do calvário o apanágio da esperança, acenando-lhes com a certeza da imortalidade da alma após a ruína da casa orgânica.

Além das cinzas misérrimas que aguardam a decomposição dos despojos materiais, o Espírito em trânsito pela matéria densa é um herdeiro da luz divina, fadado à perfeição, atravessando os testemunhos do mundo e a zombaria ou indiferença dos ainda anestesiados para a realidade espiritual.

Ide, novos obreiros da Era de luz que esplende dos sepulcros, onde os antigos mártires ressurgem qual exército sem armas, espalhando na Terra em transe o favo da misericórdia e o orvalho da alegria sem fim.

Marta e Vianna de Carvalho. ( Espíritos)

Salvador, 19.07.2026


Médium: Marcel Mariano








domingo, 23 de agosto de 2026

ESPIRITISMO- À semelhança de vetusta árvore, nasceu o cristianismo

 


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À semelhança de vetusta árvore, nasceu o cristianismo entre os montes da Judéia e os desertos da Palestina. Ali, entre criaturas simples, floresceu a mais bela mensagem que o mundo já escutou.

De uma noite em Belém ao gólgota da cidade dos profetas, os tímpanos humanos escutaram uma melodia arrebatadora. Era o resgate do amor, que estava pisoteado pelo ódio e pela secura de corações, bem como a esperança ressurgiu entre os escombros morais de uma geração tomada pelo estupor da guerra e das disputas estéreis.

Homens e mulheres se deixaram embriagar pela rutilante mensagem, firmada como rocha indestrutível, no coração das massas em tresvario incessante.

O intercâmbio entre os dois polos da vida renasceu e se consolidou em definitivo. O paganismo entrou em agonia e a mitologia recuou de sua interferência nos destinos favorecidos por deuses frios e insensíveis.

O lírio brotou nos campos áridos das inquietações humanas. A fé fez-se robusta até o extremo sacrifício. A coragem abrasou mentes e corações, inaugurando a era dos mártires e servidores fiéis, que em grandes holocaustos, deram-se por amor daquele não amado.

A sombra reagiu e promoveu o fanatismo, a perseguição inclemente, a intolerância religiosa e os circos se ergueram, como pedestal de eliminação das vidas dedicadas ao sumo bem.

A terra foi irrigada de sangue. Os calabouços medievais estavam apinhados de rebeldes e subversivos, hereges e contrários. O cadafalso impunha medo e horror, a espada ceifava cabeças, mas a lâmina fria não pôde deter a propagação da mensagem libertadora.

Cruzadas não libertaram a terra santa dos mouros, as incontáveis guerras medievais apenas atestavam o primitivismo e o fanatismo da criatura humana mal orientada.

A ignorância predominava nas consciências. O exclusivismo impedia a expansão da luz e as cidades foram reduzidas a burgos miseráveis, impondo o feudalismo como via de sobrevivência.

Missionários do amor e da verdade volvem aos campos terrestres para reavivar a lembrança D'Ele. Recordam seus ditos, resgatam Sua simplicidade. Preparam a nova era.

Idealistas da velha Grécia e da antiga Roma se emboscam novamente na corporalidade e expandem as artes, a tecnologia, a imprensa, questionam o saber teológico e desafiam as estruturas da religião dominante, carcomidas pelo bolor da intolerância e do sectarismo.

O alto prepara o advento do Consolador Prometido por Jesus aos homens e mulheres de todos os tempos.

Tumbas antes silenciosas, proclamam a continuidade da vida após a cianose e a anóxia cerebral. Seres espirituais se materializam diante de sábios e cientistas estupefatos. Dançam cadeiras e mesas. Curiosos se aproximam dos fenômenos insólitos para averiguar a robustez do fato novo.

Ruem velhas estruturas. A ciência arranca a mordaça imposta pela fé intolerante. O pensamento filosófico ancestral grego ressurge em nova roupagem.

Um exército armado de cultura e amor desce aos palcos terrestres e exorta ao sacrifício, à lapidação das imperfeições milenares, ao serviço da semeadura em solo difícil, à disseminação da luz em regiões sombrias.

A psicologia examina a mente sob angulações jamais imaginadas. A metapsíquica devassa os fenômenos insólitos. A parapsicologia instrumentaliza pesquisadores idôneos. Os olhos descortinam um admirável mundo novo.

Eis Jesus de volta ao seio das massas aturdidas. Desorientados encontram consolação. Chagados sossegam das suas dores. Solitários encontram solidariedade e os que choram a lápide fria, onde os despojos orgânicos dos afetos são diluídos pela morte corporal, adquirem a certeza da continuidade da vida após a destruição dos tecidos orgânicos.

E nos tempos modernos, onde a IA parece zombar da inteligência humana, a mídia digital encurta fronteiras e os satélites devassam as vastidões do espaço sem fim, o aprendiz terrestre parece perdido em suas próprias incógnitas.

De onde surgiu?

Que faz na Terra?

Porque sofre e chora continuamente?

Para onde vai depois do sepulcro?

Ó, vós que tendes tantas interrogações e tantos infundados temores em vossas cogitações íntimas, estudai a mensagem sublime do meigo nazareno e empreendei esforços em viver no cotidiano Suas impolutas lições.

Viestes do pó das estrelas, sois presentemente almas em aperfeiçoamento incessante nas engrenagens da evolução, vos estando destinada a universidade da plenitude, superada as etapas do estágio escolar nas teias da vida material.

Sois fascículos de luz, em trânsito das sombras do mundo para as vastidões diamantinas do infinito!


Marta e Leon Denis ( Espíritos)

Gandu/Ba, 23.08.2026


Médium: Marcel Mariano




domingo, 16 de agosto de 2026

ESPIRITISMO - Geleiras Colossais

 

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Por onde vagueie nosso olhar, as infinitas bênçãos de Deus estão em toda parte.

Um céu noturno, salpicado de estrelas, quais archotes acesos pelas mãos da misericórdia excelsa, diluindo a escuridão do espaço.

Oceanos vastos, ocultando segredos em seus abismos salgados e refrigerando o planeta com suas águas frias.

Florestas tropicais, transformando o carbono em oxigênio e fecundando a nuvem que faz a chuva abençoada.

Desertos que parecem monstros de esterilidade, mas cujas areias, levadas pelos ventos, carregam nutrientes de um continente para outro, de maneira quase que imperceptível.

Geleiras colossais, onde icebergs gigantes parecem dormir até que se desprendem das paredes geladas, singrando mares e espalhando substâncias que nutrem muitas vidas marinhas.

O espetáculo das cordilheiras majestosas, onde os picos nevados parecem toucas brancas, em velhinhos milenares.

Os rios incontáveis da Terra, rasgando o solo seco desde as nascentes até a foz de um mar, onde se deixam abraçar pela salinidade do seu destino final.

A diversidade das aves canoras, a se espalharem num mundo em múltiplos sons.

A imponência da baleia azul e a delicadeza do colibri, a força do bisão e a suavidade da gazela, o voo sereno da cegonha e a astúcia do corvo, a obstinação do cardume de salmões, subindo o rio onde nasceram para gerarem os filhotes, perdendo a vida logo em seguida.

A formiga incansável no interior da terra e a abelha no afã de alimentar a colmeia.

A paciência do cupim, sustentando a casa escura entre bilhões de outros iguais, e a borboleta monarca, nascendo de uma geleia presa num galho de árvore, buscando o calor do sol para abrir suas asas em voo de beleza incomparável.

Nem sempre os olhos humanos contemplam essas sutilezas. Quase nunca o habitante da selva de pedra enxergou esse espetáculo diário e gratuito.

O som da chuva no telhado ou na copa das árvores vetustas.

No noticiário, a tragédia e o acidente, a insensatez e a violência parecem ter mais audiência nas almas do que o palco da vida, a estuar de beleza e perfeição.

Aprendiz das lições do mundo, permita-se vez por outra silenciar os artefatos tecnológicos, abandonando a tela azul e buscando o celeste do céu, o verde esmeralda do mar e o suave matiz das flores.

Olha a violeta miúda.

Enxerga esse girassol ardendo de amarelo intenso.

Aspira o perfume dessa rosa.

Toca essa grama verde com teus pés descalços. Desliza teus dedos por essa trepadeira inundada de flores lilases.

Sentirás Deus em teu íntimo. Perceberás que és parte da criação divina. Abdicaste da postura de observador e passaste a ser observado.

Recorda Jesus e sua interação com a natureza.

Discípulos convocados na beira de um mar de água doce. Silêncio entre oliveiras no Getsêmani. Oração e conexão com Deus num deserto árido.

Exaltação dos lírios do campo.

Uma parábola construída sobre a semente da mostarda insignificante.

E o semeador que saiu a semear, e Jesus aguardou momento próprio para elucidar que era o divino verbo.

És tu esse segador!

Tens as sementes da vida eterna em tuas mãos. Que fazes, até aqui, desse tesouro confiado pelo alto à tua capacidade de fecundação?

Em tua frente, um solo feraz, aguardando tão somente o gesto de lançar uma semente, uma muda de árvore.

Cuida da tua tarefa ainda hoje. Amanhã, pode ser tarde.

Marta (Espírito)

Itabuna/BA., 16.08.2026


Médium: Marcel Mariano




domingo, 9 de agosto de 2026

Oito décadas depois

 


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As novas gerações terão dificuldade em entender o que se deu há exatos oitenta e um anos.

O clarão que desceu do firmamento e consumiu uma cidade inteira. A rotina de um dia comum, consumida num instante, onde o calor abrasador, produzido pela reação do plutônio, fez criar uma energia devastadora, ceifando milhares de vidas.

Crianças, jovens sonhadores, mulheres operárias, estudantes, idosos pacientes, todos numa mesma clara manhã, aguardando um dia como outro qualquer, mas o artefato nuclear iria mudar os rumos da história.

Hiroxima no dia seis de agosto, Nagasaki no dia nove.

Oito décadas depois...

O turbilhão de conflitos que ninguém vê. As almas em superlativas amarguras, a incerteza do amanhã e as contínuas notícias de guerras que podem arrastar as civilizações a novo caos global.

E nas grandes urbes, sonhos ligeiros, em alguns virando pesadelos. Uma geração buscando, em desespero, fuga das tensões que parecem oprimir sem ofertar trégua. Ansiedade galopante. Depressões devastadoras, religiosos sem rumo e sem alternativa para a massa de ovelhas em aflição.

Templos cheios, almas vazias.

Fartura de recursos em mãos equivocadas. Carência material esmagando milhões.

Lares enormes no tamanho e moradores pigmeus no entendimento, fragilizados em relacionamentos superficiais.

Feiras literárias agitadas, onde muitos buscam livros que contenham receitas fáceis de aquisição da felicidade, como na feitura de um bolo ligeiro.

Dramas nas escolas.

Artérias entupidas nos corpos e nas cidades. Hospitais lotados, chuva ácida e barulho por toda parte.

Onde o planeta verde, as paisagens de refrigério, um oásis que permita o cultivo da alegria e da paz?

Quem estará saudável nesses dias de inquietações crescentes e instabilidade emocional ciclópica?

A infância queimando etapas, adolescentes precocemente adultizados, moços esgotados e a madureza em tensão incessante, qual corda puxada ao extremo. Logo em seguida, a velhice vestida de desencanto e solidão.

Onde está a saída desse turbilhão?

Ó, vós que caminhais no mundo qual veículo sem freios, em descida descontrolada pela ladeira das múltiplas agonias, buscai um lugar à parte para silenciar a mente em erupção.

Escutai a melodia do vento nas folhas da velha árvore da sabedoria. Contemplai essa miríade de astros que cintilam em tua madrugada, quase que inteiramente ignorados.

Dilatai vossos ouvidos na direção da ave que gorjeia feliz nas palhas do coqueiro. Situa teus olhos na página à frente e medita nestes salmos de luz e otimismo. Articula uma oração em teu santuário íntimo e deixa-te arrebatar pela emoção que somente a prece possui.

Agradece sem exigência. Pede sem imposição. Louva sem pieguismo.

E quando teu mundo íntimo asserenar em meio ao desgoverno emocional que grassa, qual fúria de búfalos em correria violenta, sai de ti mesmo e busca ajudar alguém que perdeu o rumo e a direção.

Fala, consolando.

Escuta com interesse.

Orienta, com segurança.

Convence-te que estamos todos na mesma barca terrestre, sob tormenta geral da grande transição, onde Jesus conduz o rebanho de ovelhas aflitas para campos verdejantes, onde a segurança de um será o penhor da segurança coletiva, antecipando a Terra feliz dos dias que estão por chegar.

Até lá, paciência e confiança no Senhor.


O peregrino (Espírito)

Queimadas/Ba., 09.08.2026

81 anos do clarão em Nagasaki


Médium: Marcel Mariano




Feliz dia dos pais

 


Meu pai Mário Bamberg (In Memorium).


*Bom dia!*


♡ Pai, sei que muitas vezes você abriu mão dos seus sonhos para realizar os meus. Agradeço por cada sacrifício, cada esforço e por todo o amor que você me deu. Feliz Dia dos Pais!


♡ Pai, você é meu herói, meu exemplo de força e amor. Sou grato por tudo que você fez e continua fazendo por mim. Feliz Dia dos Pais! Te amo muito!


 *Aos papais que foram morar no céu:*


♡ Pai, mesmo que você não esteja mais aqui fisicamente, seu amor e seus ensinamentos permanecem vivos em meu coração. Sinto sua falta todos os dias e celebro a memória do pai maravilhoso que você foi. 


*Feliz dia dos pais*


sábado, 1 de agosto de 2026

Quem poderá se arrogar detentor da verdade absoluta?

 

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Muito se fala nos tempos modernos de que a sociedade jaz profundamente polarizada. O verbete, bastante utilizado no meio político e religioso, possui a clara indicação de que as criaturas humanas se entrincheiraram em nichos de opinião própria, desprezando a alheia opinião.

Não é de hoje esse movimento próprio do ser, tangido por ventos impetuosos das opiniões rigoristas, onde não se admite a inserção de terceiros. Grupos que disputam a política do mundo fazem dela escudo para se blindarem contra as correntes ideológicas dos adversários. No campo religioso, os cismas têm assinalado a marcha da maior parte das crenças hoje existentes no cenário das nações. Mas existem polarizações no meio esportivo, na intimidade das famílias, entre casais sonhadores e no comércio, onde a disputa por espaços de influência beira o clima de guerra por pontos de venda.

Até onde vai a presunção da criatura humana em considerar que sua visão é mais clara e acertada do que a de seus irmãos de jornada?

Quem poderá se arrogar detentor da verdade absoluta?

Sob o império do tempo, relógio de Deus irrefreável, marcha o Espírito no terreno vagaroso da evolução, ora aprendendo e ora ensinando.

O partilhar de ideias e sonhos é ocorrência natural da convivência, atestado vivo de que pessoa alguma enxerga a vida por nossas retinas ou raciocina por nossos neurônios.

Um mesmo assunto possui muitas abordagens, uma paisagem tem muitas faces e os quadros da vida que nos surgem complexos, difíceis de elucidar ou solucionar, sob apreciação de terceiros pode ser encarado como de fácil solução.

Enquanto a parceria harmoniosa e a convivência fraterna ensejam campos de motivação e estímulo, a polarização gera desconfiança, intoxica o mesmo ar e gera cizânia e ressentimento, abrindo fossos de separatividade e arrogância.

Amizades sólidas se diluem nas águas turvas da mágoa, forças políticas que se opõem conspiram contra os ideais das massas famintas de pão e trabalho e os mais belos quadros da religião, onde deveria medrar o lírio da fraternidade faz-se terreno pantanoso, permitindo o conflito estéril de ideias.

Imperioso vigiar as nascentes do coração, buscando enxergar o lado belo do pensamento alheio. Silenciar para a escuta ativa, aquela que permite ao outro expandir o que pensa e como chegou àquela conclusão.

Em tempos de egos inflamados pela ânsia de notoriedade, a inquietação constante por holofotes e destaque midiático, a polarização se faz terreno minado, carregado de ocultos explosivos morais e existenciais, dinamitando vidas e olhares diferentes do nosso.

Nem Jesus Cristo foi unanimidade. Opositores buscaram distorcer-Lhe as ideias. Fariseus iracundos propuseram perguntas capciosas ao Divino Mestre, tentando criar constrangimento ou surpreendê-Lo em contradição.

Não o conseguiram.

Ele conhecia o ardil das ovelhas doentes, a astúcia dos transitórios mordomos do mundo e sabia das intenções ocultas de seus carrascos.

Silenciou em várias ocasiões por constatar que o interlocutor ainda não estava preparado para entender as balizas de Seu reino.

Nenhuma imposição.

Ausência absoluta de violência ideológica.

Nunca usou do constrangimento público.

Amorosidade no verbo, simplicidade na construção fraseológica, silêncio nos instantes de tensão e dosagem da verdade aos assalariados pelas mentiras convenientes.

Encontrarás quem te hostilize as ideias. Defrontarás com encarniçados inimigos dos teus sonhos. Verás, mais de uma vez, teu jardim pisoteado pelos coturnos dos desequilibrados.

Apoia-te na paciência. Sê resiliente nas horas de tensão. Escora-te na prece, serve e passa sorrindo, mesmo chorando por dentro.

A flor que ficou esmagada pela polarização deitará no chão duro uma ignorada semente, e amanhã ou depois, a natureza se encarregará de fazer brotar novo vegetal do solo das incompreensões humanas.

Vieste ao mundo para amar e servir. Foge da polarização como quem se imuniza de uma doença grave. Eles, já perderam a paz. Quanto a tu, tens o Cristo de teu lado, suplicando misericórdia e serviço numa sociedade que parece ter perdido o rumo e a direção.

Em meio às sombras reinantes, sê tu um pirilampo na noite escura de muitos cegos do raciocínio.

Marta  (Espírito)

Senhor do Bonfim, 01.08.2026


Médium: Marcel Mariano




terça-feira, 14 de julho de 2026

Drogaria Silva

 


● Na Rua Barão de Cotegipe, Você encontra a Drogaria Silva... próxima a Praça Caixeiro Viajante  em Sr do Bonfim-BA.

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sábado, 11 de julho de 2026

Ante a dor física, fuga para os analgésicos

 



Atravessa-se o tormentoso tempo das agonias diversas. Dores e testemunhos, miséria e opulência chocante, pandemias e enfermidades dilacerantes tecem fios de aranha, onde muitos se veem aprisionados, sem chance de libertação imediata.

E ansiando pela alforria desses males incontáveis, cada ser busca portas por onde fuja ou se evada de sua incidência inclemente.

Ante a dor física, fuga para os analgésicos.

Insegurança social, casas cada vez mais blindadas, muros altos, cercas eletrificadas e monitoramento incessante.

Medo de assalto nos veículos e eis a safra de carros blindados, resguardando no seu interior os ocupantes de sequestros e furto violento.

Contratação de segurança armada para proteção da família e do lar.

E quando as agonias são íntimas, há hoje uma infinita gama de medicamentos para combater a enxaqueca crônica, a fadiga galopante, a câimbra teimosa, repondo ao veículo físico nutrientes perdidos por força da queda no metabolismo natural.

Cidades barulhentas e incontáveis multidões buscando sítios e fazendas, poupando os tímpanos dessa pancadaria incessante.

Quando os olhos só enxergam o cinzento do cimento e o negro asfalto, o coração parece clamar por paisagens verdes, suplicando uma viagem para algum recanto bucólico, onde o gorjeio de pássaros e o sussurro do vento substituam o som estridente de sirenes e alto-falantes.

Apreciadores da boa música se dizem chocados com os novos  ritmos, obtidos a partir de sofisticados instrumentos eletrônicos, contrapondo-se a um acorde suave de um violino ou uma nota azul de um violão plangente.

E o mar revolto das agonias diversas prossegue ceifando vidas e dilacerando a esperança.

Receio do sofrimento se repetir num novo relacionamento afetivo. As almas massacradas pela solidão. Os esmagados pela indiferença social. Os que perderam o contato com a realidade após a sujeição voluntária ao fanatismo desse ou daquele naipe.

Os desesperados por uma colocação no mercado de trabalho, ansiosos por solverem as próprias dívidas.

Pais que receiam o futuro dos filhos, e filhos que temem acolher pais alquebrados no próprio lar, impedindo-lhes de viver a vida como desejariam.

É inegável reconhecer que vivemos e sobrevivemos numa sociedade sufocada por incontáveis demandas do sentimento e das emoções em desgoverno, pelo que seria oportuno reavaliar o estilo de vida que se leva.

Nem sempre possível o afastamento das demandas que nos reclamam a presença. Arrimos de família, quais sentinelas prisioneiras de parentes algemados a camas de dor e enfermidades degenerativas.

Quando saudáveis, quantos sacrifícios fizeram por nós? Mães hoje inválidas, em quantas noites não negaram o próprio cansaço para velarem os filhos que a febre devorava?

Também eles atravessaram as agonias que não podemos, de pronto, aquilatar.

Em meio ao turbilhão de dificuldades e carências, recorda-te de Maria, a mãe de Jesus, devastada por dores diante do filho crucificado. Que fizera Ele para merecer tão dura sentença dos homens?

De braços abertos, acolhendo dois salteadores, abençoava a humanidade doente e inquieta de todos os tempos, suplicando a Deus misericórdia e compaixão para nossas agonias.

Ele as enfrentara com confiança e fé inquebrantável, avançando nos terrenos infecundos da criatura humana, onde depositara uma semente de luz e otimismo, ainda hoje aguardando germinação.

Como tens regado teu vaso íntimo?

Amanhã, a primavera...

Marta (Espírito)

Itabuna, 11.07.2026


Médium: Marcel Mariano




quinta-feira, 25 de junho de 2026

São João 2026 - Adelmário Coelho

 



Adelmário Coelho, na Praça Nova - Espaço Assis do Acordeón.


● Capital Baiana do Forró - Senhor do Bonfim Bahia , onde tem a maior sanfona do Brasil.


•  No último dia da festa oficial , tivemos apresentação no Espaço Assis do Acordeón , na Praça Nova do Congresso, da atração principal do Forrozeiro Adelmário Coelho.

•  O público acorreu em massa para o espaço Assis do Acordeón  na Praça Nova do Congresso , centro da Cidade , para assistir o show de Adelmário Coelho e, também para assistir o jogo do Brasil na Copa contra a Escócia, no telão armado em frente ao Jr coffee. Instalado pelo empresário Abimael de Matos Júnior, que também armou uma Choperia na barraca ao lado , e foi um grande sucesso.

•  O Turista teve também como grande opção , um  restaurante dos mais modernos, denominado Jr coffee que leva o nome da esposa do empresário , Laura Bamberg , que fica em frente ao telão.

•  Podemos observar, nas imagens aéreas cedidas ao Blog do Bamberg,  pelo Jr coffee, a presença maciça do folião e Forrozeiro, assistindo o jogo do Brasil no telão.

•  Nas imagens aéreas , observamos que a Prefeitura Municipal de Senhor do Bonfim , pintou a rua ao lado do telão.

•  Uma grande estrutura montada pela prefeitura , sob a gestão do prefeito Laércio Júnior, atendeu as expectativas do turista visitante na nossa cidade.

•  Pelas imagens aéreas , podemos observar   que o público retorna ao centro da cidade, na Praça Nova , onde  antigamente se comemorava os festejos juninos . 

•  Isso mostra que o Forró Raiz de Flávio José , Adelmário Coelho, Santana, Cicinho de Assis ( Da Terra),  Calcinha Preta, Dorgival Dantas, Alcymar Monteiro, Limão com Mél, Mastruz com Leite, Targino Gondim,  Jorge de Altinho, e outros fiéis ao Forró Pé de Serra, ainda está vencendo o modernismo. 

•  No entanto , o prefeito possibilitou no espaço Gonzagão , no Parque da Cidade, as opções de lazer para os jovens , que têm os seus gostos , diferenciados do nosso Forró Pé de Serra . 

• Prova disso   foram as atrações das Bandas: Top 10, Tayrone,  João Gomes , Zé Vaqueiro e outros ,para atender ao gosto de todos.

•Vejam as fotos abaixo.


Texto: Luiz Bamberg

Pedagogo/pesquisador



Fotos:











Telão


Barraca da Choperia.


O Jr  enchendo as Canecas.



quarta-feira, 24 de junho de 2026

São João 2026 Banda Mastruz com Leite

 


•  E a festa continua na Praça Nova do Congresso, no Espaço Assis do Acordeón, com apresentações culturais e Bandas regionais. 

•  A atração principal da tarde desta terça-feira (23) a Banda Mastruz com Leite fez o show.


Fotos:




Bloco Junino Tradicional CAROÁ  desgilou pelas ruas da Cidade...Fez homenagem ao seu maior criador...já falecido ... Fernando Coelho.