segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

SEAK - COMPLETA 58 ANOS.




● A Sociedade Espírita Allan Kardec, situada à Rua Doutor Costa Pinto 420 -  Senhor do Bonfim - Bahia, comemora hoje o seu aniversário de 58 anos de fundação.

● Considerada de utilidade pública por uma lei municipal, aprovada pelos vereadores e. sancionada pelo ex-prefeito Cândido Augusto Martins.

A Entidade de cunho filantrópico religioso, cuja finalidade principal a pesquisa, o estudo e a propagação da doutrina espírita - o espiritismo, bem como, a orientação e desenvolvimento mediúnico e de cura de ordem espiritual... Vem por quase seis décadas, exercendo a caridade espiritual à todos aqueles que dela precisaram... Obsediados, possessos, loucos , mentes anatematizadas, pelas forças espirituais negativas, ou pela Alucinação psicótica... recebendo acolhimento, orientação e tratamento especializado, por pessoas capacitadas pela doutrina espírita e pela equipe espiritual de desencarnados, nos preceitos básicos do codificador da doutrina Allan Kardec , sobre orientação da espiritualidade maior , que tem como Mestre dos Mestres, aquele que Deus deu aos homens, como modelo e guia, o mestre Jesus Cristo.

● Quando ainda rapazinho e me foi revelado pela espiritualidade , que eu havia assumido um compromisso antes de reencarnar, para trabalhar nessa doutrina maravilhosa ... Renovei o compromisso e encontrei uma equipe de encarnados no grupo, liderado pelo irmão Benigno Ferreira, a irmã Umbelina Pereira da Silva, o irmão João Coelho de Andrade, Augusto Agapito e muitos outros, que não posso citar nome por nome, inclusive alguns fundadores da casa de oração, tendo como mentor o irmão Benigno Ferreira seguido por José Adélio Costa seu Lelo , Fininho das bicicletas e outros. Desses, vivos somente Seu Lelo  da Farmácia ... Augusto Agapito que mora no Jorro e Umbelina que  Que mora na Rua Salustiano Figueiredo , vizinha ao posto de saúde  completando recentemente 100 anos de idade completamente lúcida.

● Com a orientação do grupo e tendo como mestre o irmão Benigno, que considero como segundo pai , aprendi o espiritismo e nesta casa de oração que me acolheu, dos 58 anos que ela faz de fundação, Estou nela há 50 anos, trabalhando... Nela fiz palestras ,apliquei Passes, Participei de seminários, orientei e ajudei a desenvolver médiuns, tratei pessoas contribui com a divulgação da doutrina ... Tenho consciência tranquila que cumpri a minha missão e vou continuar trabalhando nela, conforme as permissões da espiritualidade maior.

fui secretário tesoureiro e assumi a presidência da casa com o desencarne do irmão Benigno, por três vezes e continuo a servir e contribuir com os meus conhecimentos adquiridos, através de estudo das obras básicas de Allan Kardec o codificador do espiritismo e de seus sucessores como Leon Denis Gabriel Delaine, Manoel Filomeno de Miranda, André Luiz e muitas obras psicografadas pelos médium Francisco Cândido Xavier e Dvaldo Franco, a quem muito me inspirei nas suas palestras, como também pela experiência adquirida todos esses anos.

Com muita gratidão, peço a Deus, me abençoe e a todos que não vou citar nomes para não cometer injustiça com os outros, que contribuíram e contribuem, para o bom andamento dessa Casa de Oração - O Centro Espírita kardecista.


Texto: Luiz Bamberg

Pedagogo/pesquisador






domingo, 26 de janeiro de 2025

E tu, como vives presentemente?

 

Imagem ilustrativa


Desde eras priscas, o mundo nunca deixou de oferecer ao ser vivente os alimentos necessários à sua sobrevivência na Terra. Animais e plantas têm se mantido no clima da predação e da fotossíntese, alcançando no próprio meio ambiente os recursos de que necessita para a sobrevivência de cada um. A atuação do homem nesse particular tem sido um ponto de crucial importância, já que pode, por suas ações, interferir construtiva ou destrutivamente na mantença de florestas e rios, mananciais aquíferos e oceanos, impactando diretamente a cadeia alimentar de vegetais, corais marinhos e a fauna na sua imensa variedade.

Somente nos últimos duzentos anos, centenas de animais foram extintos pela ação predatória do ser humano, fazendo da caça um esporte para extermínio puro e simples de certas espécies. Colossais jazidas minerais sofreram extração até o completo esgotamento dos veios do subsolo, sem contar as imensas áreas verdes que foram reduzidas a desertos inabitáveis.

Com o avanço colossal das ciências que buscam catalogar a vida no orbe terrestre, vai se descobrindo que nem só de pão vive o homem.

Nutrientes de natureza psíquica e emocional fazem parte igualmente de sua dieta, interferindo diretamente no seu bem-estar e equilíbrio, pelo que se não houver saudáveis relações humanas, o ser estiola e adoece, produzindo disfunções que o privam da saúde mental e emocional.

A nutrição do ódio o enlouquece.

A vaidade consome energias preciosas do ser, o tornando manequim da superfluidade.

A agressividade o ilha na redoma das agonias destruidoras.

O egoísmo o desidrata espiritualmente.

A descrença o seca interiormente, deslocando seus interesses da vida futura e o chumbando exclusivamente nas satisfações corporais.

A arrogância embrutece as relações uns com os outros.

Tanto quanto o ser humano busca preparar pratos requintados, onde os acepipes obedeçam a essa ou aquela cozinha regional ou internacional, os alimentos de natureza mental e emocional deveriam seguir idêntico cuidado, buscando selecionar atitudes e pensamentos que possam comprometer a saúde interior de bilhões de criaturas humanas.

Vive-se numa sociedade profundamente enferma nos tempos atuais. Se o indivíduo exibe um corpo sarado, não porta-se como uma alma atrofiada.

Movimenta-se em academias de alto custo, mas nas atitudes e nos pensamentos opta pela matrícula na escola da vulgaridade.

Cultiva essa ou aquela crença religiosa por pura convenção social, ignorando a fé legítima, aviltando a dignidade do sagrado que diz abraçar.

Começa o dia no cultivo dos conflitos do ontem, menosprezando a higiene da alma na lixívia da prece e na nutrição de uma página consoladora.

Reza, repetindo palavras, com absoluto divórcio do coração na emoção da rogativa.

E em milênios de história, tem gravitado entre a incerteza e a dúvida, o medo da vida e o receio da morte.

Vive para comer e esquece de comer para viver. Rotula paixões desgovernadas como amor. Salva baleias que nunca viu e ignora o carinho do cão fiel dentro do próprio lar.

Proclama a liberdade, mantendo pássaros prisioneiros em custosas gaiolas.

Esse é o ser paradoxal dos tempos modernos.

Buscasse meditar e seria tragado pela recordação de Jesus, o maior ecologista da história. Fez do meio ambiente seu espaço de convivência. Usou dos cenários do mundo para lecionar amorosidade e integração do ser no concerto divino.

Abençoou as águas, dividiu o pão e incessantemente promoveu a alegria nos seguidores. Jamais se rendeu ao sentimento doentio de seus opositores e adversários gratuitos.

Onde estivesse e com quem estivesse, ministrava uma lição com seu silêncio ou com suas atitudes.

Varou os séculos iluminando vidas e alimentando corações.

Ele... o pão da vida, a fonte da água pura e a seiva da árvore farta.

Seus pés estavam fincados no mundo e seus olhos não saiam das estrelas.

Perene comunhão com o Pai.

E tu, como vives presentemente?

De que te alimentas para acalmar tua sede de afeto e companhia?

Como nutres teu coração?

De tuas escolhas nas feiras da convivência dependerá tua saúde ou tua enfermidade, teu bem ou mal-estar.

Tudo te é lícito, mas nem tudo te convém, já afirmou com sabedoria o nutricionista da alma Paulo de Tarso.

Vai, aproveita qualquer minuto de silêncio ou solidão e nutre teu ser nos inesgotáveis reservatórios da abastança divina.

Aos filhos da luz cumpre desafiador papel no cenário mundial de tantos enfermos d'alma e do corpo.

É tempo de uma nova nutrição, onde o amor em suas múltiplas expressões seja a ambrosia da vida plena.

Em Deus nos movemos e em Deus nos nutrimos para a imortalidade.


Marta (Espírito)

Salvador, 26.01.2025


Médium: Marcel Mariano




quarta-feira, 22 de janeiro de 2025

Zumbis Sociais

 


Imagem ilustrativa


Percorrendo os tumultuados dias presentes, parecerá ao sobrevivente da era moderna que a civilização marcha, de maneira inexorável, para sua própria extinção.

Alinhavando estatísticas sombrias, fome e guerras contínuas, pandemias e escassez de água potável, todo o conjunto de prognósticos insinuará que chegamos ao limite das forças, atingindo o abismo do caos.

Em tempos de liberdade quase que absoluta, nunca se contemplou tamanha quantidade de escravos voluntários. Dependentes de vícios, substâncias alteradoras do quimismo físico, gerando imensa leva de zumbis sociais, a vaguearem pelas ruas, caminhando do nada para lugar nenhum.

Uma ânsia de emancipação de grilhões do totalitarismo toma conta do cenário terrestre, seja ele ideológico, político ou religioso, desencadeando força descomunal de massas insatisfeitas parece promover uma onda tsunâmica nas civilizações mais cultas, ameaçando velhas estruturas de poder.

Minorias se insurgem contra o preconceito, a discriminação, o abandono social, gritando por novas leis que lhes atendam aos interesses de grupo.

E todo o cenário parece insinuar uma ruptura violenta com o passado, onde forças contrárias se entrechocam em duelos devastadores.

Seria prenúncio do fim dos tempos, conforme antigas profecias?

Estaríamos todos no limiar de uma nova era?

Onde localizar refúgio nesses tempos sombrios?

Em antevendo uma hecatombe de natureza nuclear, não teríamos de imediato como nos evadir para uma segunda morada planetária. Nossa tecnologia ainda é insuficiente para esse sonho virar realidade.

Descer às cavernas novamente seria dar às costas a tudo quanto construímos em milhares de séculos de cultura e educação.

Negar-se ao trabalho no bem para se apoiar nos escombros que restassem do fatal conflito seria lançar no olvido incontáveis milênios de filosofia, ética e busca pelo sagrado.

Os tempos desafiadores nos impõem uma decisão, que não pode tardar.

Em meio à poluição sonora, cultivar o silêncio que harmoniza.

Diante da música psicodélica que enlouquece multidões, se permitir à meditação que refaz as paisagens interiores.

Quando surja, à nossa frente, o suborno e a inconsciência da ética, persistir no cultivo da dignidade e da honra, não importando o preço a pagar.

Observando os violentos tomarem conta do cenário político ou econômico, matricular-se na escola da confiança e da esperança, em sabendo que todos eles surgem e passam como meteoros na noite escura.

E quando atingidos na dignidade pelos indignos, deitar sobre eles um olhar de misericórdia e compaixão. São doentes em estágio avançado, carregando brasas nas próprias mãos, a caminho de tenebrosas desilusões.

Nesses momentos tormentosos, uma cultura de fé lúcida, muito ajuda a suportar os óbices e perigos da estrada, permitindo exata compreensão de que a civilização é refém de seus próprios equívocos, buscando o reajuste pelo diapasão da dor e das amarguras superlativas, que ora assinalam os dias hodiernos.

Não obstante a madrugada moral, que insiste em sufocar o amanhecer da nova era, dia resplandecente assinala o porvir.

A morte é simples passagem de uma dimensão para outra.

Dos escombros ressurgem novas ideias. A semente pisoteada pelos coturnos da violência fazem-se grelos frágeis no chão, pronunciando a tão aguardada primavera.

Após a seca destruidora, a natureza envia a chuva e faz tudo reverdecer novamente.

A metralha silencia ante o canto gregoriano.

A zombaria se envergonha diante da prece articulada pelo devoto.

O sorriso e a gentileza substituem a indiferença e a agressividade.

E o Cristo, se descrucificando do madeiro infamante, desce ao paul das misérias humanas, contando outra vez antigas parábolas e inoculando nas almas frágeis o elixir da esperança e da coragem:

~ No mundo somente tereis aflições, eu porém, venci o mundo. Vinde a mim, cansados, fatigados, oprimidos, que eu vos aliviarei!

Marchemos! O Mestre segue à frente, abrindo veredas onde o mundo não tem estradas.


Marta (Espírito)

Salvador, 22.01.2025


Médium:Marcel Mariano



domingo, 19 de janeiro de 2025

O Adeus a Léo Batista

 


Recebi com enorme tristeza a notícia do falecimento de Léo Batista, um verdadeiro ícone do jornalismo esportivo brasileiro. Sua voz inconfundível e presença marcante nas transmissões esportivas deixam uma marca especial e eterna na história da comunicação do nosso país.


Léo Batista iniciou sua trajetória na TV Globo em 1970, participando de coberturas históricas, como a Copa do Mundo daquele ano. Foi o primeiro apresentador do ‘Esporte Espetacular’ e esteve à frente do ‘Globo Esporte’ por décadas desde sua estreia em 1978, consolidando-se como uma referência para gerações.

Em 2019, aos 86 anos, emocionou a todos ao cobrir sua primeira final de Copa América no Maracanã, mostrando que sua paixão pelo jornalismo esportivo seguia tão vibrante quanto no início de sua carreira.


Sua trajetória é muito mais que inspiração: é um exemplo de dedicação, excelência e amor ao esporte e à comunicação. Léo Batista não apenas narrou a história, ele fez parte dela. Que seu legado seja sempre lembrado e celebrado. Descanse em paz!


Fonte:Postagem de Raimundo Tavares (Bobô) 

Não é fácil envelhecer

 



Não é fácil envelhecer.

Você tem que se acostumar

caminhar mais devagar,

a dizer adeus a quem você era

e cumprimentar quem você se tornou.

É difícil fazer aniversário.

você tem que saber aceitar seu novo rosto

e passear com orgulho seu novo corpo

e desprender-se da vergonha,

de preconceitos e medo que os anos dão,

e deixar que aconteça o que acontecer,

e deixar ir quem tem que ir embora,

e deixe ficar quem quiser ficar.

Não, não é fácil envelhecer.

você tem que aprender a não esperar nada de ninguém,

caminhar sozinho, acordar sozinho

E não te apanhar todas as manhãs.

o cara que você vê em frente ao espelho,

e aceitar que tudo acabou

e a vida também,

e saber dizer adeus aos que vão embora

e lembrar aqueles que já se foram,

e chorar até esvaziar

até secar por dentro,

para que novos sorrisos cresçam,

outras ilusões e novos desejos.


Autoria desconhecida


JESUS O GPS CERTO E SEGURO

 


Imagem ilustrativa

Na longa jornada evolutiva na Terra, ser algum se furtará das ocorrências contrárias aos próprios interesses.

A marcha, em certos trechos, se apresentará reta e harmoniosa, mas algumas curvas surgirão de imprevisto, apresentando piso escorregadio e margens ameaçadoras.

Chuva de dificuldades.

O granizo da maldade alheia.

A neblina da solidão.

O nevoeiro da incerteza.

O viajante, em cada trecho, será surpreendido por óbices e ocorrências que não previa nem aguardava, sujeitando o veículo a avarias que podem determinar diferente ritmo na trajetória almejada.

Certo é que nem todos os viajantes carregam mapas prévios, onde montes e cercas estejam cogitadas, facilitando a escolha da melhor direção. O mundo está cheio de caminheiros desprevenidos, assaltados pela impaciência e imprudentes no volante, buscando, a todo custo, vencer as distâncias sem observar os perigos da estrada. E por isso mesmo, o noticiário não cessa de informar os insucessos e desastres que poderiam ser evitados.

A escolha equivocada dos caronas da viagem. A desídia na manutenção do veículo, ocasionando ruptura de peças vitais para o funcionamento do motor. E quando as ocorrências não estão extrínsecas, eis os fatores do fracasso na própria cabine de comando.

Ausência do farnel preventivo, fazendo surgir o flagelo da fome. A não provisão de combustível, decretando a paralisação do motor principal e a inobservância das leis e sinalizações impostas pelas autoridades, disciplinando as estradas do mundo.

Em nossa caminhada evolutiva, por semelhança e paridade, igualmente enfrentaremos desafios de vulto. Espírito algum chegará ao cume da evolução sem atravessar os baixios do aprendizado incessante, e nas depressões das veredas, estarão ocultos desafios e armadilhas inúmeras.

Salteadores de nossa harmonia.

Vampiros de nossa paz interior.

Sanguessugas de nossa alegria.

Meliantes de nossa esperança.

Dando ouvidos a preguiçosos e gozadores, é provável que nos contaminemos com a falta de coragem na persistência inicial.

Falsos abrigos podem nos atrasar a chegada em muitos séculos.

Em assim refletindo, vez por outra situa teu veículo emocional na oficina das indispensáveis meditações. Reflete qual é mesmo teu destino e avalia os meios de que dispõe em tua viagem.

Atacado pelas incertezas e temendo perder o próprio governo, mergulha teu pensamento na oração refazente e a vigilância divina te socorrerá.

Escuta as sugestões do mundo maior em tuas províncias íntimas.

Silencia tua revolta, que em nada colabora para melhor te situar na estrada percorrida.

Refazendo teu mapa espiritual, retoma tua avenida, povoada de sonhos e possibilidades, prosseguindo em paz em tua marcha para Deus.

Sob qualquer circunstância difícil, recorda sempre de Jesus, a representar em tua existência o GPS certo e seguro, renovando a cada trecho tua confiança na vida e tua fé na imortalidade que carregas como tua bagagem mais importante.

Os incidentes da estrada são testes para tua condução segura.

Quem tem o Cristo na carona não se perde, nem se desvia do rumo certo.


Marta (Espírito)

Salvador, 19.01.2025


Médium: Marcel Mariano



sábado, 18 de janeiro de 2025

A civilização suméria

 


A civilização suméria, que emergiu por volta de 4100 a.C. no sul da Mesopotâmia (atual Iraque), é amplamente considerada como uma das primeiras culturas urbanas do mundo, avanços pioneiros na agricultura, comércio e governança._________🍂________________________

_______✨______________

Conhecidos por suas cidades-estado como Ur, Uruk e Eridu, os sumérios desenvolveram cuneiforme, o mais antigo sistema conhecido de escrita, para registrar atividades administrativas, literatura e leis._________🍂________________________

_______✨______________

Eles se destacaram na engenharia, criando sistemas de irrigação, zigurates (templos degraus) e um dos primeiros códigos legais conhecidos, influenciando civilizações vizinhas durante séculos.

Os sumérios eram politeístas, e suas práticas religiosas giravam em torno da adoração a deuses como Enki, Inanna e Anu, cujos mitos moldaram profundamente a cultura mesopotâmica e as sociedades posteriores._________🍂________________________

_______✨______________

Por volta de 2000 a.C., a Suméria declinou devido às invasões dos amoritas e mais tarde dos acadianos, mas suas inovações culturais e tecnológicas formaram a fundação dos subsequentes impérios mesopotâmicos._________🍂________________________

_______✨_______________________🍂________________________

_______✨____________


Fonte: Facebook