segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

SOCIAL - Casamento de Antônio Bamberg e Danielle

Danielle (Esq.) e Antônio Bamberg)

O Casamento mais esperado do ano aconteceu nesse final de Semana (Sábado), Os noivos Antônio Bamberg do Stúdio Bamberg academia fisiculturista, e Danielle ex-técnica de plataforma de petróleo,  casaram-se na Igreja do Bairro do DERBA, aqui em Senhor do Bonfim-BA. O Casamento que estava previsto para Dezembro do ano passado, foi suspenso por motivo de morte de um membro da Família, agora foi pra valer. Com a presença de familiares do noivo e da noiva em massa, os noivos tiveram as bênção na Igreja do DERBA. Em seguida, a recepção aos convidados se deu no Espaço Benevides Hall , na saída para Campo Formoso. Com o Bufete de Lucinha Freitas do Bairro Maristas, a festa Bombou com música ao vivo e tudo que tinha de direito um evento deste porte em Família Tradicional na Cidade a Família Bamberg estava em festa...Parabéns Aos noivos, são os votos do Blog do Bamberg.
(Clique nas fotos e veja em outra dimensão)
Vejam as fotos (Fotos Bamberg).



Rosa Bamberg- prima (Esq.) e Guilhermina Bamberg- Mãe do Noivo) na porta da Igreja aguardando os noivos.


Jacira Bamberg - (Esq) Tia do Noivo.

Suellen (Esq.)- prima do noivo

Antônio Bamberg (Centro) o Noivo

Na Igreja






















O Noivo com a mãe


A Mãe da noiva







Silvonei Viana Cinegrafista (Centro)e fotógrafos
















O Pai da Noiva e a noiva Danielle.





















Guilhermina Bamberg (Esq. -Mãe) e Jacira Bamberg - Tia







































Luiz Bamberg e seu filhote Gustavo

































Imara Bamberg e sua filha Naiara Bamberg - Primas do Noivo





















Haiane Bamberg






Tio E Primas





Até o ex-prefeito e ex-Deputado Carlos Brasileiro (Esq.),esteve por lá para prestigiar a festa da Família Bamberg.



A Fmília Real estava presente, Luiz Bamberg, esposa e filhos.




















Força Nacional define detalhes de segurança da passagem da tocha olímpica por Jaguarari.



Representantes da Força Nacional estiveram em Jaguarari para definir detalhes sobre a segurança durante a passagem da Tocha Olímpica Rio 2016 pelo município. Uma reunião foi realizada neste sábado (30/01) com membros da Força Nacional e a Comissão Organizadora do revezamento. A visita da Força Nacional teve o objetivo de conhecer o trajeto do revezamento da tocha, que passará por diversas ruas da cidade.


Os militares realizaram também o reconhecimento do trajeto com a identificação dos principais pontos estratégicos para a segurança do evento, além de verificar a presença de empecilhos pelo caminho, como árvores e placas.


O Secretário de Educação, José Antônio, colocou as estruturas públicas à disposição e reforçou a importância de um evento deste porte para a cidade. “A passagem da Tocha Olímpica por Jaguarari deixará um grande legado cultural para a sociedade. Estamos empenhados em realizar uma grande festa, levando aos Jaguararienses os ideais olímpicos de respeito, amizade e excelência. Serão momentos marcantes, que farão a comunidade se sentir parte das Olimpíadas”, destaca o Secretário.





PREJUÍZOS COM AS CHUVAS EM JAGUARARI PODEM CHEGAR A R$ 1 MILHÃO.




Se as chuvas ocorridas em 2013 provocaram grandes estragos na sede do município e seus entornos, exigindo um montante de, aproximadamente, R$ 500 mil reais para a recuperação das áreas atingidas, agora, em janeiro de 2016, os estragos foram ainda maiores. Desta vez, não apenas a sede e seus entornos, mas todo o município de Jaguarari foi comprometido.

Em levantamento realizado pela Secretaria de Infraestrutura e Obras Públicas, somente a região de Catuni da Estrada, que compreende Catuni da Grota, Olhos Dágua e Jenipapo, não sofreu grandes impactos com as chuvas, apresentando apenas alguns problemas localizados. No entanto, o restante do município foi atingindo drasticamente.

Estradas vicinais comprometidas: a estrada que liga a Sede à Santa Rosa de Lima, passando pelo Distrito de Gameleira, foi uma das mais castigadas.

Já no sentido Santa Rosa de Lima a Pilar, os moradores daquela região estão praticamente ilhados. Bueiros que foram construídos pela prefeitura e Mineração Caraíba tiveram suas estruturas bastante danificadas.

A preocupação maior gira em torno das chamadas regiões de alagadiços (Xique-Xique, Rocinha, São José, Poço das Queimadas, Caatinga de Porco), além do trecho Santa Rosa de Lima/Ipueira do Barros, que está interditado. Ainda naquela região, mais precisamente em Arapuá, é possível transitar, embora, com muita dificuldade. Em Riacho do Mocó, equipes trabalham intensamente na tentativa de liberar o acesso o mais breve possível.

Nos sentidos Sede/Diogo/Antas, Sede/Macambira/Favela/Varzinha e a região de Flamengo, englobando Alagoinha, Flamengo e Alagadiço, são grandes os estragos.

Pontes e bueiros: Em Riacho Seco, que fica entre Gameleira e a Sede, houve rompimento da ponte. O bueiro localizado entre a Sede e Macambira, nas proximidades do prado, também foi destruído.

A estrada que dá acesso à Fazenda Outeiro está interditada. Nos locais mais afetados, os trabalhos de recuperação ainda não puderam ser iniciados, já que as equipes da prefeitura não conseguem trafegar com máquinas e equipamentos.

Danos na Sede: Bairros como Odilon Gonçalves, Padre Eugênio Possamay, Mutirão, Artur Gonçalves, Loteamento Vitória, Açude, além da Rua Castro Alves, após as chuvas, sofreram com a erosão do solo e crateras foram abertas nas vias públicas.

São, pelo menos, 100 homens, além de inúmeras máquinas e equipamentos envolvidos em uma grande operação e que estão espalhados estrategicamente em setores como Santa Rosa de Lima, Pilar, Sede, Riacho do Mocó e Fazenda Traíra para liberar estradas.

Adiamento das aulas na Rede Municipal: por causa das chuvas, muitas comunidades ficaram isoladas. Com isso, a Secretaria de Educação decidiu adiar o inicio das aulas, que estavam programadas para 1º de fevereiro, e tiveram de ser reprogramadas para o dia 11 do mesmo mês.

Segundo o Secretário de Infraestrutura e Obras Públicas, Antônio Carlos Xavier, serão necessários, pelo menos, 60 dias para que boa parte da área  atingida seja recuperada. “Em 2013, a prefeitura precisou investir, aproximadamente, MEIO MILHÃO DE REAIS no trabalho de recuperação, em um raio de destruição muito menor. Agora, todo o município foi atingindo. Não podemos falar em números ainda, mas o volume a ser aplicado em toda operação, apenas no setor de infraestrutura, pode até se aproximar de 1 MILHÃO DE REAIS”, concluiu.

Antônio Nascimento, prefeito de Jaguarari, está pessoalmente visitando as áreas mais atingidas e promoveu uma integração entre todas as secretarias a fim de acelerar o processo de recuperação das regiões mais atingidas.

Tínhamos um plano de dar sequência às obras já em andamento pelo município e implementar outras. Porém, agora, o plano precisou ser revisto. E o mais imediato é socorrer as famílias que sofreram alguma perda material ou que necessitem de amparo, como auxilio moradia (a exemplo do aluguel social), e recuperar o que for possível. No momento, trabalhamos com recursos próprios. Certamente, se for preciso, recorreremos a outras esferas da Federação”, disse o Prefeito Municipal.