sábado, 20 de junho de 2026
Forró na Feira
Nota de pesar- Dr. Hélio Palmeira
A Praça é o Mundo.
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Em cada momento histórico, nosso olhar observará a sociedade pelo prisma da evolução a que conseguiu chegar. Tanto quanto temos hoje dificuldade em entender hábitos e costumes de eras vencidas, alguém do pretérito que nos visitasse no hoje ficaria estarrecido com nossos comportamentos diante de diversas situações da vida.
Sedentos de poder e domínio, povos antigos e civilizações desaparecidas se viram tragadas pelas suas próprias contradições internas, fechando ciclos evolutivos e desaparecendo na voragem do tempo e desmanteladas por guerras de arrasamento recíproco. Roma cedeu ao domínio dos povos bárbaros, a Grécia foi consumida pelas lutas intestinas de duas grandes culturas antagonistas, Atenas e Esparta. O Egito foi dominado pela soberba dos homens-deuses e devastado por pragas naturais e invasões militares de povos igualmente ambiciosos.
Vikings se fundiram noutras civilizações, germanos se viram dobrados pela força de outras culturas e incontáveis sociedades se deixaram arrastar por conflitos e miscigenações impossíveis de deter.
O quadro decadente de hoje é reflexo desse ontem tumultuado. Conquanto as artes e as ciências estejam em níveis jamais vistos, ofertando júbilo ao cérebro, nota-se avançado atrofiamento dos sentimentos e das emoções superiores.
Algumas sociedades se apresentam visivelmente depravadas nos costumes e na ética, sofrendo convulsões internas que haverão de a empulsionar, fatalmente, para outro tipo de organização social e moral.
Tanto quanto podemos observar e analisar tais mudanças pelo prisma da sociologia e da psicologia de massa, da política e das alavancas econômicas, importa igualmente observar como está indo nosso próprio progresso pessoal.
Como estamos lidando com o estresse e a ansiedade desses tempos caóticos?
Tratamos a família consanguínea com a mesma delicadeza que tratamos os estranhos?
A religião adotada como crença converteu-se em asas de libertação do sectarismo e do fanatismo ou nos deixamos levar como seixos rudes, encosta abaixo, prisioneiros de lideranças equivocadas e guias perdidos?
Nosso tempo livre é empregado no ócio destruidor ou optamos pela fuga das responsabilidades, mergulhando no oceano das facilidades eletrônicas?
O que temos lido tem sido alojado como acréscimo no espólio cultural existente ou tem sido apenas atualização passageira para não parecermos ignorantes diante da avalanche do noticiário trágico de cada dia?
A manutenção do carro físico tem sido feita para que ele cumpra sua função de ferramenta do Espírito imortal que somos ou o objetivo é tão somente garantir dilatação temporal no gozo das sensações ligeiras?
O passado nos envergonha?
O futuro nos amedronta?
O presente está sendo vivido ou apenas atravessado?
As respostas a essas questões delicadas e outras não suscitadas aqui já não podem ser ignoradas. São tempos difíceis e cada um tem seu próprio mapa espiritual, singrando por caminhos parecidos, nunca iguais.
O planeta parece estar cheio de médicos, juízes, professores, pedagogos, sacerdotes, cada qual apontando a estrada que reputa a melhor opção.
A mesma experiência tem sabor diferente para cada alma. Cada um enxerga no percurso aquilo que mais lhe interessa, de acordo com seu nível de evolução.
Num mesmo parque a criança sorri e deseja o algodão doce, a adolescente sonhadora espera seu namorado, o velhinho no banco recorda os tempos da mocidade vencida e o moço anseia por alguém com quem possa conversar.
Embaixo de frondosa árvore, alguém folheia um livro e viaja no comboio da filosofia ou da história.
Em outro lugar, jovem senhora costura delicada peça de roupa, sonhando com o rebento que carrega no ventre. E no meio da praça, alguém discorre sobre Jesus. Fala de salvação, num tempo de tantos perdidos. Conclama ao aproveitamento das horas, semeando a boa semente. Suplica a audição de alguns transeuntes.
Já ouviste sobre Ele?
A praça é o mundo.
Somos seus visitantes passageiros.
A lição é a mesma, mas seu aproveitamento é individual, personalíssimo.
Tens um minuto para conversarmos?
Marta (Espírito)
Senhor do Bonfim, 20.06.2026
Médium: Marcel Mariano
sexta-feira, 19 de junho de 2026
Cartas de Uma Morta
Quando Chico Xavier tinha apenas dezessete anos, ele começou a escrever textos inexplicáveis que desafiavam toda a astronomia da época, relatando uma expedição extraplanetária impossível para a tecnologia humana.
O que chocou os pesquisadores anos depois não foi apenas a precisão matemática dos relatos, mas sim a origem daquela informação que estava prestes a mudar tudo o que sabíamos sobre o universo.
Ele não usou nenhum telescópio para ver o espaço, mas sim a caligrafia de alguém que já havia morrido, revelando um mistério que faria os cientistas mais céticos perderem o sono.
Os textos, que mais tarde formariam o livro Cartas de Uma Morta, foram ditados pelo espírito de sua própria mãe, Maria de São João de Deus, após ela ser levada por seu mentor para visitar pessoalmente o solo marciano.
Logo ao chegar, ela descreveu que a atmosfera e os oceanos de Marte eram drasticamente mais leves e rarefeitos do que os da Terra, uma afirmação audaciosa que só foi validada no final dos anos setenta pelas sondas Viking da agência espacial americana.
Ver a ciência moderna curvar-se diante de uma carta psicografada na década de vinte já seria impressionante o suficiente para abalar qualquer descrente. No entanto, a descrição milimétrica do ar marciano era apenas a ponta do iceberg, pois o que ela encontraria vivendo e respirando debaixo daquele céu rarefeito desafiaria para sempre a nossa compreensão sobre a biologia.
Ao relatar a civilização encarnada naquele orbe, Maria descreveu uma sociedade perfeitamente adaptada a um ambiente de baixíssima densidade, com anatomias que a mente humana mal conseguia conceber na época.
Os marcianos possuíam uma estrutura humanoide com braços e pernas, mas ostentavam um diferencial biológico chocante: protuberâncias nas costas em forma de asas, que não eram estéticas, mas ferramentas vitais que lhes permitiam volitar livremente.
Com isso, o trânsito e a vida social daquela civilização ocorriam quase inteiramente no ar, tornando a nossa pesada e rudimentar locomoção terrestre algo primitivo.
Mas se a anatomia desses seres já parecia absurda, o que eles haviam construído sobre a superfície do planeta estava prestes a destruir a teoria astronômica mais famosa daquela década.
O avanço inegável daquela civilização ficava evidente diante das imensas e silenciosas máquinas tecnológicas que cruzavam os ares marcianos em todas as direções, mas o relato espiritual fez questão de corrigir um erro histórico dos nossos cientistas.
Naquela época, os astrônomos terrestres juravam que os riscos escuros vistos na superfície de Marte eram canais de irrigação construídos por engenheiros alienígenas, mas Maria desmentiu essa ilusão romântica, cravando que eram apenas formações topográficas naturais do terreno.
Ela contrariou os maiores gênios da Terra com uma certeza absoluta, mostrando que a realidade do nosso vizinho cósmico era muito mais complexa do que as nossas lentes podiam captar. Contudo, a cartada final daquela psicografia ainda estava por vir, e ela solucionaria com um século de antecedência a maior pergunta que a humanidade sempre fez sobre Marte.
Enquanto a ciência terrestre se debatia tentando entender onde os antigos oceanos marcianos haviam ido parar, a resposta exata já estava escrita no papel pelo jovem Chico Xavier.
O relato revelou que as chuvas eram escassas porque a água não havia evaporado para o espaço, mas sim se infiltrado profundamente no solo, combinando-se quimicamente com os minerais das rochas de Marte.
Quase cem anos depois, os modernos laboratórios móveis da NASA confirmaram exatamente essa mesma dinâmica geológica e química, provando que a psicografia do adolescente estava cirurgicamente correta o tempo todo.
A pergunta que fica martelando a nossa mente agora não é mais se a vida fora da Terra é possível, mas sim: o que mais Chico Xavier nos avisou sobre o universo que nós estamos prestes a descobrir da pior maneira?
Fonte: Facebook
segunda-feira, 15 de junho de 2026
Dia de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa
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15 de junho. Hoje é dia!
- Dia de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa
- Dia Global do Vento.
- O Dia Mundial de Conscientização sobre o Abuso Contra Idosos acontece todos os anos em 15 de junho – data oficialmente reconhecida pela Assembleia Geral das Nações Unidas em dezembro de 2011, a pedido da Rede Internacional para a Prevenção do Abuso de Idosos (INPEA), que instituiu a comemoração em 2006.
A campanha objetiva sensibilizar a sociedade para combater as diversas formas de violência cometidas contra a pessoa com idade igual ou superior a 60 anos.
O abuso de idosos pode ser definido como “um ato único ou repetido, ou a falta de ação apropriada, ocorrendo em qualquer relacionamento onde haja uma expectativa de confiança que cause dano ou angústia a um idoso”. É uma questão social global que afeta a saúde e os direitos humanos de milhões de pessoas idosas em todo o mundo, e uma questão que merece a atenção da comunidade internacional.
Em muitas partes do mundo, o abuso de idosos ocorre com pouco reconhecimento ou resposta. Até recentemente, esse grave problema social era escondido da opinião pública e considerado principalmente um assunto privado que, ainda hoje, continua a ser um tabu, subestimado e ignorado pelas sociedades em todo o mundo.
domingo, 14 de junho de 2026
Ele veio para que tivéssemos vida, e vida em abundância.
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Diante da sombra da morte, falecem todos os argumentos do materialismo predominante e do negacionismo cultivado na estufa da indiferença.
Pais que sepultam os filhos jovens, que a enfermidade cruel arrancou da convivência fraterna do lar, ou aqueles que as tragédias cotidianas costumam silenciar na cripta fria dos cemitérios deixam fendas de saudades e desolação, difíceis de fechar.
Mesmo quando uma crença é abraçada, esta parece ser impotente para devolver um grama de esperança aos corações enlutados.
Desde tempos imemoriais, a ignorância popular e a superstição vestiram a ceifadora com trajes escuros, aspecto cadavérico, infundindo medo e horror nos sobreviventes corporais, a derramarem rios de lágrimas sobre os despojos hirtos dos afetos subtraídos do convívio amoroso.
Mesmo o cântico de esperança lançado na Judéia e na Palestina de outrora não conseguiu, de todo, banir dos espaços mentais e emocionais das criaturas humanas o ferimento profundo causado pelas ocorrências trágicas, previstas ou não.
Túmulos faustosos, tributo da empáfia e da vaidade, foram erguidos a sátrapas e monarcas, alguns, anões morais.
Covas rasas a guerreiros e combatentes, como a esquecê-los rapidamente nos escaninhos da memória.
Flores e árvores vetustas em necrópoles silenciosas, permitindo que o sopro do vento frio levasse para longe o choro das viúvas e dos órfãos.
A filosofia perdida nos questionamentos sobre a existência e suas incógnitas, sem penetrar o buril da análise lúcida sobre a transcendência. Os cultos faustosos, onde os altares de pedraria rara os sermões teológicos atingiam o raciocínio, sem acalmar o coração.
Em milênios consecutivos vivemos a incerteza da continuidade da vida após a anóxia cerebral, acalentando débil esperança de um céu sem méritos ou um hades de condenação perpétua, como se a Divindade estivesse isenta de apreciar os destinos interrompidos pela morte.
Eis que dos escombros de um cristianismo desfigurado pelo dedo viciado de exegetas e teólogos, sacerdotes descompromissados com a verdade surgiu um brado de despertamento.
Os próprios defuntos, sombras invisíveis ao olhar humano, ressurgem nas noites de Paris, movimentando móveis rústicos e produzindo ruídos insólitos, acordando os néscios e chamando a atenção dos curiosos.
Vêm proclamar o triunfo da imortalidade. Atestar a continuidade da vida após o decesso cadavérico.
Fornecer informes sobre a situação de tantos esquecidos.
A vida esplende além das cartilagens cansadas e da bomba cardíaca parada.
A alma percorre os espaços em busca de sua origem e de sua destinação. Tem ânsia de saber e conhecer de onde veio e para onde vai.
Confabula e estuda, permutando novos entendimentos. Visita os afetos e lastima a indiferença destes para com a vida futura, vassalos apenas de sensações passageiras e fúteis.
Evocando o Sublime Amigo das criaturas humanas, resgatam páginas da Boa Nova e a explicam com detalhados pormenores, esclarecendo seu sentido além das letras que confundem.
É Jesus ressurgindo ao terceiro dia. Confabulando com o colegiado apostólico em Emaús. Conclamando os quinhentos para que semeassem as verdades evangélicas. Surge, aureolado de claridades divinais, ao moço tarsense, confundindo-o, fazendo com que abandonasse o fanatismo para se renovar no silêncio do deserto.
E em pleno alvorecer, eleva-se aos céus, diante da massa de povo, deixando a certeza inquestionável da imortalidade da alma e seu triunfo sobre a argamassa cansada dos ossos velhos.
Ó, vós que deambulais ainda no estojo de carne e sangue, meditai enquanto é tempo sobre vossa passagem ligeira no uniforme orgânico! Buscai esclarecer-vos sobre a inadiável viagem que se avizinha. Entesourai valores íntimos, inacessíveis às traças mundanas e invioláveis pelos ladrões de atalaia.
Erguei vossa igreja íntima pelo culto da retidão moral e pela disciplina das sensações. Ide substituindo a crença pelo saber, a fé cega pela fé lúcida, raciocinada. E quando soarem os clarins de chamamento de vosso regresso aos páramos do infinito, tereis muitos em copioso pranto junto às vestes rotas, mas somente vós estareis em riso de alegria e esperança, qual servo fiel, que recolheu a ferramenta gasta no bom labor, viajando tranquilo para a inadiável prestação de contas entre o assalariado e o Senhor.
Para os que ficam, luto e tristeza. Para vós, renascimento e esperança, antevendo a continuidade dos labores morais, ligeiramente interrompidos pelo sono breve.
Ele veio para que tivéssemos vida, e vida em abundância.
Marta e Leon Denis (Espíritos)
São Salvador, Bahia, 14.06.2026
Médium: Marcel Mariano
BAHIA - Curiosidades que você precisa saber sobre a Bahia!
#BAHIA Curiosidades que você precisa saber sobre a Bahia!
1️⃣ O estado mais populoso do Nordeste
A Bahia possui mais de 14 milhões de habitantes, sendo o estado mais populoso da região Nordeste.
2️⃣ O maior estado do Nordeste
Com mais de 564 mil km², a Bahia é o maior estado nordestino em extensão territorial.
3️⃣ Salvador foi a primeira capital do Brasil
A cidade de Salvador foi a capital do país entre 1549 e 1763, durante boa parte do período colonial.
4️⃣ O maior litoral do Brasil
A Bahia possui cerca de 1.100 km de costa, o maior litoral entre todos os estados brasileiros.
5️⃣ Berço da cultura afro-brasileira
O estado possui uma das mais fortes influências africanas do país, presentes na música, culinária, religião, dança e tradições populares.
6️⃣ Terra do axé
Salvador é considerada a capital do axé, gênero musical que conquistou o Brasil e o mundo.
7️⃣ O maior Carnaval de rua do planeta
O Carnaval de Salvador reúne milhões de foliões todos os anos e está entre as maiores festas populares do mundo.
8️⃣ Patrimônio Mundial da Humanidade
O Centro Histórico de Salvador, conhecido como Pelourinho, foi reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Mundial.
9️⃣ O ponto mais alto do Nordeste
O Pico do Barbado, localizado em Abaíra na Chapada Diamantina, é o ponto mais elevado da região Nordeste, com mais de 2.000 metros de altitude.
🔟 A Chapada Diamantina é um dos maiores tesouros naturais do Brasil
A região abriga cachoeiras, cavernas, montanhas e paisagens espetaculares.
1️⃣1️⃣ Grande produtora agrícola
A Bahia se destaca na produção de soja, algodão, cacau, café, frutas e diversas outras culturas.
1️⃣2️⃣ Terra do cacau
O sul da Bahia ficou mundialmente conhecido por suas fazendas de cacau, que inspiraram obras do escritor Jorge Amado.
1️⃣3️⃣ Forte tradição religiosa
O estado reúne manifestações católicas, afro-brasileiras e populares, formando uma das maiores diversidades religiosas do país.
1️⃣4️⃣ Uma das culinárias mais famosas do Brasil
Pratos como acarajé, vatapá, caruru e moqueca fazem parte da identidade gastronômica baiana.
1️⃣5️⃣ Possui algumas das praias mais famosas do país
Destinos como Porto Seguro, Morro de São Paulo, Itacaré e Praia do Forte atraem visitantes do mundo inteiro.
1️⃣6️⃣ Porto Seguro foi palco da chegada dos portugueses
A região é tradicionalmente associada ao local onde a frota de Pedro Álvares Cabral chegou em 1500.
1️⃣7️⃣ Berço de grandes artistas brasileiros
A Bahia é terra de nomes como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Ivete Sangalo e Raul Seixas.
1️⃣8️⃣ Possui um dos maiores rebanhos bovinos do Brasil
A pecuária é uma atividade econômica importante em diversas regiões do estado.
1️⃣9️⃣ Diversidade de paisagens
A Bahia reúne litoral, Mata Atlântica, cerrado, caatinga, serras, vales e chapadas em um único estado.
2️⃣0️⃣ Um dos estados mais influentes da história brasileira
Pela sua importância histórica, cultural, econômica e demográfica, a Bahia desempenha um papel fundamental na formação da identidade nacional. 🇧🇷
Governo da Bahia
Seinfra - Governo da Bahia
Secretaria da Segurança Pública da Bahia
Secretaria de Políticas para as Mulheres da Bahia
Secretaria da Saúde do Estado da Bahia - SESAB
Saúde Bahia - Sesab
Secretaria de Turismo do Estado da Bahia
Ministério Público do Estado da Bahia










