quinta-feira, 1 de julho de 2021

Se a taxa de covid permanecer abaixo de 80%, as aulas presenciais voltarão”, diz Rui Costa

 


Durante entrega de obras no município de Ibipeba, o governador da Bahia, Rui Costa, anunciou nesta terça-feira (29), que se as taxas de contaminação pela covid-19 e de ocupação de leitos de UTI pela doença se mantiverem em ritmo de queda, como tem se apresentado nos últimos dias, as aulas presenciais serão retomadas na Bahia.


No dia de hoje nós estamos comemorando a queda da taxa de ocupação e a menor taxa de contaminação. A gente comemora porque esse quadro significa menos mortes, menos gente sofrendo e menos familiares chorando. E eu espero comemorar mais ainda nos próximos 10 ou 15 dias, pois se essa taxa se mantiver menor que 80%, nós vamos retomar as aulas presenciais”, pontuou o governador.


Rui Costa explicou ainda que inicialmente o retorno será de forma híbrida, com divisão das turmas em dias alternados. “Segunda, quarta e sexta para metade da turma e na terça, quinta e sábado para outra metade. Dessa forma, os alunos vão fazer alguns dias de aulas remotas e outros 

presenciais para que haja apenas uma parte dos estudantes no mesmo ambiente e, com isso, reduzir a chance de contaminação.


Fonte: CleberVieiraNews 

quarta-feira, 30 de junho de 2021

A FOGUEIRA DAS MOÇAS

 




Carlos Alberto Neves, o Biriba


A fogueira das moças começou com uma idéia da Professora Giselda Simões Jambeiro, no mês de junho, no ano de 1970. Ela reuniu-se com Catarina, Fátima, Marly Jambeiro, Carmelita, Rute de D. Mariá, Lilinda de mãe Júlia, Ivana, Célia Sá e Cacá, sugerindo fazer uma fogueira de ramos no dia 30 de junho, “Dia de São Marçal”, para homenagear as “Moças”. A sugestão foi aceita e no mesmo ano realizaram a primeira edição, tendo como sítio o campinho de futebol da Rua Visconde do Rio Branco.


São Marçal é o padroeiro do desapego, do povo das águas e das mulheres das marés. A celebração é uma marca cultural que encerra os festejos juninos, perdurando até a madrugada de 1º de julho, em reverência ao último dos quatro santos do período junino.


A “fogueira das moças” tomou uma dimensão, tal que o evento passou a fazer parte do calendário do São João de Senhor do Bonfim, marcando o encerramento das festividades juninas.


Na tarde do dia 30 de junho, as moças se reuniam para o planejamento e logística da festa, a arrumação da rua, coleta dos prêmios, compra das comidas e bebidas.  Definia-se também onde iriam buscar a árvore: se na Roça de Seu Deca (Rua da Olaria), na Gruna (nas proximidades da fazenda Suíça), ou na Rua Carrapichel (antiga estrada Bonfim-Juazeiro). O grupo saia para pegar o ramo da fogueira, com apoio da rapaziada da rua: Fernando Jambeiro, Alberto Lira (Lacerdinha); Francisco Lira (Vivi) e Raimundo (vermelho filho de D. Mariá), que faziam a condução. Nos anos seguintes, a turma recebeu reforço da garotada: Marão, Gué, Biriba, Marquinho Batatinha, Cláudio (filho de Zequinha testa rachada), Alcides, Jeréco, Pedrinho e Expedito Jambeiro.


Por volta das 17 horas, o cortejo retornava com a fogueira. Começava a ornamentação e colocação dos prêmios (saco de pipoca, laranja, milho, garrafas de vinho, bolo, roletes de cana e outras prendas); tudo bem amarrado nos galhos. Cavava-se um buraco e enfincava-se a “árvore”, que era erguida no centro do campinho. Enquanto isso, outra parte das moças arrumava bandeirolas e outros adereços, com palha de coqueiro e ouricuri. Esse era o palco da festa.


Chegada à noite, a fogueira era acesa e daí começava a “guerra de espadas”, tendo os moradores com defensores, enquanto os espadeiros se reuniam para “comer a fogueira crua”. Diante de toda aquela disputa, a molecada e curiosos esperavam ansiosos que o fogo consumisse o caule, até a “árvore” cair. Como a madeira era verde e demorava a ser consumida, os expectadores ficavam de olho nas guloseimas e prêmios que iriam pegar, na hora do “avança”. Aos poucos, o fogo consumia o tronco da árvore e era possível perceber a inclinação para sua queda. Gritavam: “a fogueira caiu!”. Daí, tinha início à correria pelos brindes, enquanto as espadas e o foguetório “comiam no centro”.


Passado esse momento, começava o forró ao som de radiola. O arrasta-pé era acompanhado de “comes e bebes”, em uma residência previamente escolhida, e se estendia noite adentro. E assim, os festejos Juninos eram encerrados em nossa cidade, restando uma grande saudade, e aguardando para tudo se repetir no ano seguinte. 


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Foto: Acervo ACESB

terça-feira, 29 de junho de 2021

LUTO: Morre Niltão da Coelba "Ôs Meninos"

 


Hoje a Grande Gamboa chora no adeus ao nosso eterno “ÓsMeninos”. Nilton Pereira Francisco, um gigante no tamanho e no coração! O Niltão da Coelba, sindicalista e ativista político, mas também o Niltão da Gamboa, dono de uma alegria contagiante e que nos ensinou a ver “os meninos” que vive em cada um de nós. Nesse momento não há palavras que acalme essa dor, mas com certeza sua história ficará na memória de todos aqueles que conheceram a alegria do ÓsMeninos!


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ESPIRITISMO >>> Abundância tecnológica e científica.

 



Foto ilustrativa


À semelhança de um grande campo lavrado, o planeta se apresenta em pleno período de colheita. As edificações humanas jazem por toda parte, sinalizando o auge da cultura tecnológica e da abundância de conhecimento científico, a felicitar os povos de modo geral. Graves ocorrências que dizimaram milhões no passado foram solucionadas, preservando a vida e estendendo a sua durabilidade de maneira notável. Medidas sanitárias e providências médicas eliminaram enfermidades devastadoras, imunizando a maior parte dos encarnados contra os bacilos destruidores.

Sofisticadas técnicas aprimoraram as comunicações, aviões ultra rápidos cruzam os céus, transportando cargas valiosas para júbilo e progresso constate.

Os avanços são inegáveis e surpreendem a cada dia.

Não obstante, a goela sedenta da guerra ainda devora povos e comunidades em rivalidades as mais diversas. A corrupção desvia recursos preciosos, destinados à manutenção das necessidades básicas da população mais vulnerável, a desfaçatez arruína projetos de cultura e educação e a fome ainda atormenta milhões de estômagos a cada dia.

Drogas e violência urbana se misturam num pandemônio que inquieta autoridades e especialistas, sem que nos mesmos possam atinar com as causas reais de semelhantes distúrbios.

Consultórios jazem repletos de enfermos da alma e do corpo, buscando ajuda psicológica e médica para os variados transtornos que infelicitam a vida de relações interpessoais e a saúde orgânica.

Não obstante as frutíferas discussões sobre os dramas da família, homens e mulheres apresentam preocupante exaustão nos relacionamentos afetivos, sedentos de prazer fugidio e aventuras perturbadoras.

Religiões e religiosos se agarram a modelos teológicos que não conseguem atender às massas desorientadas e tomadas de aflições variadas  na área da fé e da crença cega.

Urge encontrar uma saída para o labirinto onde chegamos, antes que o minotauro da loucura a todos calcine.

Sonhamos alcançar as estrelas, mas nossos desafios milenares nos chumbam ao chão do mundo, reclamando solução.

A fuga pelas drogas aditivas não nos libertou da ansiedade ou da depressão. O álcool criou legiões de dependentes e o tabaco aniquilou milhões de existências no vício deprimente. Glutões e anoréxicos se engalfinham em crises de valores, ora descarregando os conflitos no excesso e noutro se negando a viver, tomado de apatia pela vida.

Sem elucidação lógica e sensata da morte, o túmulo permanece uma incógnita assustadora, fim da etapa física e nulidade absoluta da existência. Para outros, portal de acesso a um paraíso estanque ou estacionamento em regiões de sofrimentos perenes, sem remissão.

Em meio à tantas ciências exatas que lhe medem o tempo com crescente precisão, dão certeiros diagnósticos sobre doenças e organizam finanças de maneira calculada, homens e mulheres caminham no mundo desconhecedores da própria origem e incertos quanto ao futuro além da campa fria do sepulcro.

O nascimento é celebrado e a morte lamentada. O carro físico é objeto de infinitos cuidados, garantindo sua durabilidade ao máximo limite, olvidando que por mais saudável que seja chega um tempo em que sofre desgaste natural de suas principais peças e desarticula-se, liberando a essência para o regresso ao grande lar, esse desconhecido.

Tanto investimento na matéria! Escassos estudos da vida espiritual.

Muitas religiões, pouca religiosidade.

Excesso de etiquetas, pobreza na simplicidade.

Luta por poder e mando e a logo em seguida a morte ceifa ilusões, reduzindo a pó as conquistas passageiras.

A viagem para fora é prioridade. A viagem para dentro permanece temida.

Domina-se o mundo e a si próprio em desgoverno.

Títulos na vida social e analfabetismo íntimo.

Paradoxos de nosso tempo.

Contrastes acachapantes de nossos dias.

Até quando?

De quantas mensagens necessitará o homem para priorizar sua verdadeira essência?

Ligeiro retrospecto da história mostrará os avatares que desceram ao planeta, em todas as épocas, ministrando o conhecimento libertador e alertando sobre a brevidade da existência corporal.

O maior arauto dentre todos surgiu numa manjedoura, pregou na borda de um lago de águas mansas, carregou uma cruz no meio da massa que O acusava e retirou-se do mundo num madeiro de dor.

Jamais esteve ausente de nossos conflitos e nunca nos abandonou na estrada da evolução.

Ofertou diretrizes que jazem esquecidas e lecionou parábolas que até hoje comovem.

Permanece a rocha dos séculos em meio a uma sociedade líquida nos valores morais.

Em meio aos teus conflitos, lembra-te D'Ele.

Acossado por inquietações crescentes, recorre a Ele.

Perdido ante tantos caminhos, escuta-O antes de decidir por onde seguir.

Ele, pastor. Nós, suas ovelhas.

Atendamos ao Seu chamado que permanece inolvidável:

- Vinde a mim todos vós, cansados e oprimidos, eu vos aliviarei!

Em Seus braços entreguemos nossas fadigas. Ele permanece o Caminho, a Verdade e a Vida plena.


Marta ( Espírito)

Salvador, 29.06.2021


# Pelo Médium  

Marcel Mariano 



sábado, 26 de junho de 2021

LUTO: Morre Dr.Otoniel

 


Morreu nesta sexta-feira, dia 25,aos 50 anos, o médico ginecologista DR. OTONIEL SANDES DE OLIVIERA, o prefeito de Campo Formoso ELMO NASCIMENTO, emitiu nota de pesar e lamentação pela perda do excelente profissional, que tanto contribuiu para o exercício da boa medicina em seu município, em Senhor do Bonfim nas redes sociais, foram muitas as manifestações de condolências entre a população e classe médica era muito querido entre a população bonfinense. Dr. Otoniel foi mais um que perdeu a luta contra o COVID-19.


Fonte: Redação do Cleber Vieira News

 
 
 
 
 
 
 

sexta-feira, 25 de junho de 2021

ESPIRITISMO >>> A Conquista do conhecimento.

 

    Médium- Divaldo Franco.

A conquista do conhecimento é um logro pessoal, intransferível. Esse tesouro sempre se multiplica, quando é repartido, e ninguém pode usurpá-lo de quem o possui.Nem a morte o arrebata, porquanto continua com o  Espírito que o detém, constituindo-lhe um tesouro de valor constante e de fácil manejo. Luta por adquiri-lo, jamais considerando ser tarde demais para este empreendimento, aumentando-o, se já o possuis ou iniciando-o, caso ainda não tenhas experimentado o prazer que dele se exterioriza. O homem que sabe, conduz-se com mais segurança, poupando-se a incontáveis sofrimentos. Por outro lado, a ignorância é a responsável por males sem conta.


Do Livro Vida Feliz - Cap. 172


Divaldo Franco / Joanna de Ângelis

Obs: Divaldo Franco (Médium) Joana de Angelis (Espírito).

quarta-feira, 23 de junho de 2021

LUTO: Morre Rele fundador do restaurante Macaxeira

 


Morreu por volta das 08h30 min; da manhã desta quarta-feira, dia 23, aos 62,no hospital da UNIMED em Petrolina, uns dos melhores laterais do futebol amador da Bahia e fundador do RESTAURANTE MACAXEIRA.

ADILSON GUIMARÃES SOARES, conhecido nos bastidores esportivo com 

com RELE, conquistou mais de 10 títulos jogando como lateral direito do BAHIA JOVEM, considerado uns do melhores times de futebol amador da década de 80.

No inicio da década de 90, ao lado de sua esposa SOLANGE e de suas cunhadas HELENA e SIMONE, fundou o RESTAURANTE MACAXEIRA, que teve seu começo na praça Engenheiro Lauro de Freitas, ao lado do Novo Leste Hotel, (Senhor do Bonfim-BA), atualmente funciona uma quitanda.

Há mais de dois anos RELE, vinha lutando com um CA no pâncreas, passou por uma cirurgia, não resistiu e faleceu nesta quarta-feira, pela manhã. O sepultamento acontece nesta quinta-feira, em horário e local a definir

Fonte: Redação do Cleber Vieira News