sábado, 12 de abril de 2025

Bonfinense Beto Jambeiro estará no programa de Ana Maria Braga

 


Vai ser no programa de terça-feira, dia 15/04

● O confeiteiro bonfinense Beto Jambeiro, tem se destacado em grandes competições de bolos ornamentais... Agora irá se apresentar no programa da Ana Maria Braga , na TV Globo dia 15/04.


quinta-feira, 10 de abril de 2025

Luto: Morre Gileno, funcionário antigo de concessionária de Bonfim

 

Foto: Reprodução / Redes Sociais

Segundo informações, ele foi vítima de infarto, enquanto fazia atividade física.

Por Blog do Eloilton Cajuhy – BEC


Morreu na manhã desta quinta-feira (10) em Senhor do Bonfim, Heleno Martins de Souza, de 50 anos, morador da Rua Visconde do Rio Branco, centro da cidade. Segundo as primeiras informações, Gileno Valks, como era mais conhecido, fazia atividade física na Praça Nova do Congresso,, quando passou mal, foi socorrido para a UPA 24h e veio a falecer. A suspeita é de infarto.

Siga nosso canal no WhatsApp e veja mais notícias

De acordo com nota que circula nas redes sociais, “Gileno foi um homem de caráter, amigo leal, sempre prestativo e de sorriso fácil. Durante muitos anos, dedicou seu trabalho com empenho e responsabilidade na Jovememcar (atual Novos Tempos), onde conquistou não só colegas, mas verdadeiras amizades”.

"Hoje, nos despedimos de um ser humano admirável, cuja presença deixará uma imensa saudade. Que Deus, em sua infinita bondade, conforte o coração de todos os familiares, amigos e companheiros de jornada que hoje choram essa perda. Fica a lembrança, a gratidão e o carinho por tudo que ele representou em vida”.



segunda-feira, 7 de abril de 2025

Dia Mundial da Saúde

 



*_Segunda-feira, 07.04.2025_*

_*Dia mundial da saúde/corretor/do jornalismo/médico legista/nacional de combate ao bullying e à violência na escola.*_

_Ninguém a dispensa. Pessoa alguma vive sem ela. Desequilibrada, impõe internamento ou medicação para seu restabelecimento._

_Não é só do vaso orgânico. Dilatou-se para sua percepção mental, emocional, espiritual, social, etc._

_Seja hoje corretor de seu prédio sagrado. Não basta uma boa fachada. O edifício da alma tem de estar sadio por dentro._

_Que sua segunda-feira, primeiro dia útil da semana, seja de saúde, trabalho e iluminação interior. Paz abundante! 

Marcel Mariano


O imediatismo é a moeda corrente

 


Foto ilustrativa


Outrora, o planeta se cobria de florestas bravias, a perder-se de vista. Imensos oceanos lambiam, com suas águas salgadas, as praias alvinitentes de colossais porções de terra. Animais de variadas espécies corriam nas campinas e nas savanas, em tropel livre e desimpedido. Gigantes do ar sobrevoavam os penhascos e as montanhas altaneiras, buscando árvores para seus ninhos ou presas indefesas para o repasto.

Rios e cascatas rasgavam pradarias e vales floridos, onde apenas o sussurro do vento era escutado.

Escassos hominídeos habitavam o vasto planeta, em tempos remotos. Aqui e ali, pequenas tribos se aglomeravam em torno de uma liderança madura, a guiar-lhes na busca incessante de alimentos, atendendo à sobrevivência.

E a areia fina da ampulheta do tempo foi caindo no relógio sensível dos milênios sem fim...

Hoje, imensas metrópoles cobrem vastidões de terreno disputados. Rodovias pavimentadas rasgam paisagens áridas, onde veículos pesados transportam sonhos e projetos, desejos e frustrações.

Gigantescas barcaças marítimas singram os oceanos, carregando no seu colossal corpo de ferro e aço veículos e máquinas pesadas.

Cabos submarinos jazem mergulhados nas profundezas dos mares, interconectando pessoas, que se comunicam em velocidade assombrosa.

E nas cidades, a azáfama e a ansiedade galopante são as tônicas do momento.

Todos, ou quase todos, buscam um lugar ao sol ou seus quinze segundos de fama. Ao lado da luta titânica pela sobrevivência, pululam projetos ambiciosos de triunfo material e acúmulo de riqueza, permitindo uma vida sem maiores preocupações.

A filosofia ficou adstrita aos intelectuais. A vida religiosa faz parte de alguns poucos. A cogitação da vida futura restou como substrato de uma sudorese mental que nem todos estão dispostos a articular.

O passado está nos museus e nas séries de TV, o futuro jaz nos filmes de ficção científica e o presente deve ser aproveitado agora, nesse momento fugidio, que não se pode perder.

Mesmo adotando milhares de cultos religiosos, dispondo de filosofias respeitáveis do pretérito, a grande maioria ainda foge de qualquer cogitação em torno da impermanência de tudo que seja material.

O imediatismo é a moeda corrente. O materialismo é contágio fácil. Possuir coisas surge como uma tirania da qual ninguém abre mão de ser vassalo por opção.

Entretanto, uma mensagem fecunda surge como luz na noite escura das almas. Sugere a renúncia, o desprendimento, a abnegação em favor de causas humanitárias.

À ingratidão, continuar servindo. Ao ataque contra a honra, prosseguir trabalhando em favor de todos, na certeza de que a melhor defesa são os atos da criatura humana.

Ante a inquietação crescente, cinco minutos de oração e silêncio.

Se o murmúrio se alastra, adoção de palavras gentis ou atitudes que induzam ao pensar equilibrado.

Semeadura de uma fé lúcida.

Aceitação dos diferentes e opostos, ofertando a cada um deles o direito de ser como melhor lhes pareça.

Cultivo da confiança, não obstante as amarguras reinantes.

E quando o mundo pareça desmoronar, respeitáveis instituições mergulhem no descrédito e biografias surjam, de uma hora para outra, manchadas de opróbrio e vilania, refletir que ninguém está isento de erros, suscetível de queda e blindado contra as tentações.

Para quem adotou o Divino Mestre como modelo e guia, a senha de acesso aos aplicativos da vida maior permanece a mesma há vinte séculos:

*~ Servir, abençoar e passar, tolerando!*

Tens, por acaso, uma senha diferente?


Marta (Espírito)

Salvador, 07.04.2025


Médium: Marcel Mariano








.

domingo, 6 de abril de 2025

Jean - Paul Sartre em Vila Rica

 



Quando Jean-Paul Sartre percorreu as ladeiras de paralelepípedos de Ouro Preto em 1960, a história ganhou um momento singular, capturado pelas lentes atentas de Zélia Gattai. Este encontro entre um dos maiores intelectuais europeus do século XX e a antiga Vila Rica não foi apenas um episódio turístico, mas um diálogo silencioso entre mundos aparentemente distantes que a fotografia conseguiu eternizar.


O registro visual feito por Gattai revela mais que a simples presença física do filósofo na cidade histórica mineira. Observamos nele a justaposição fascinante entre o pensador contemporâneo, com seu olhar investigativo e postura característica, e o cenário barroco que testemunhou o apogeu e as contradições do Brasil colonial. Esta imagem ultrapassa o mero documento histórico para se tornar um símbolo do intercâmbio cultural Brasil-França que marcou o período.


A cidade de Ouro Preto, com suas igrejas ornamentadas, casarões coloniais e a herança artística de Aleijadinho, oferecia um contraste marcante com o universo intelectual parisiense de Sartre. O existencialista que analisava a condição humana, a liberdade e a responsabilidade individual caminhavam por ruas que testemunharam tanto a busca pelo ouro quanto os movimentos de resistência como a Inconfidência Mineira. Este paradoxo não escapou à sensibilidade de Zélia Gattai.


Há algo particularmente revelador no modo como a fotógrafa capturou Sartre: não como uma celebridade intelectual em visita exótica ao Brasil, mas como um pensador genuinamente interessado em compreender outras realidades. Seus passos pelas ruas íngremes parecem simbolizar o próprio movimento do pensamento existencialista — um caminhar que questiona, que busca sentido em meio às estruturas estabelecidas.


A fotografia nos permite ainda refletir sobre o papel dos intelectuais estrangeiros na formação do pensamento brasileiro. A década de 1960 foi marcada por intensas trocas culturais, quando o Brasil buscava simultaneamente afirmar sua própria identidade e dialogar com as correntes de pensamento internacionais. A presença de Sartre em solo brasileiro representava as aspirações intelectuais e políticas de uma geração.


O olhar de Zélia para este momento histórico não é neutro. Como intelectual, fotógrafa e escritora, companheira de Jorge Amado, ela tinha plena consciência da importância daquele encontro. Sua fotografia não apenas documenta, mas interpreta — cada ângulo escolhido, cada detalhe do enquadramento revela sua própria leitura daquela convergência de mundos.


Curiosamente, esta visita aconteceu em um momento de intensa produção intelectual para Sartre, pouco depois da publicação de "Crítica da Razão Dialética" (1960), obra em que buscava conciliar existencialismo e marxismo. O Brasil, com suas contradições sociais e movimentos políticos efervescentes, oferecia um campo fértil para suas reflexões sobre engajamento e transformação social.


A presença do filósofo francês em Ouro Preto, registrada por Gattai, nos convida a pensar como os espaços históricos dialogam com o pensamento contemporâneo. A cidade que abrigou artistas e revolucionários do período colonial brasileiro recebia, séculos depois, um pensador que também questionava as estruturas de seu tempo. Este cruzamento de trajetórias torna a fotografia de Zélia tão significativa.


A importância deste encontro transcende o momento capturado. A visita de Sartre ao Brasil influenciou toda uma geração de intelectuais brasileiros, contribuindo para debates sobre liberdade, responsabilidade e engajamento político que repercutem nas décadas seguintes. A imagem preservada pela Fundação Casa de Jorge Amado permanece como testemunho visual de como ideias viajam, se transformam e criam novos significados ao se encontrarem com diferentes realidades culturais e históricas.


🔻


© (Giih De Figueiredo). 

Agradeço pelo interesse e pela divulgação dos conteúdos!


© Foto de Zélia Gattai/Fundação Casa de Jorge Amado. Jean-Paul Sartre. Ouro Preto (MG), Brasil, 1960.


domingo, 30 de março de 2025

Para onde caminha essa humanidade ?

 


Imagem ilustrativa



Em ligeiro panorama histórico sobre as famosas sete maravilhas do mundo antigo, é possível perceber a tentativa humana de superação de si mesma, no erguimento de construções colossais, onde a imaginação mais fértil pudesse atingir culminâncias inimagináveis.

De todas elas, a grande pirâmide de Gizé foi a única que sobreviveu no tempo, tendo sido construída por milhares de escravos para servir de túmulo do faraó Keops.

Os jardins da Babilônia jazem reduzidos a pó, o templo dedicado à deusa Ártemis, para os gregos, e Diana, para os romanos, virou escombros. Da estátua, de Zeus, em Olímpia, restam algumas colunas, o mausoléu de Halicarnasso foi corroído pelas areias impiedosas, o colosso de Rhodes foi derrubado por um terremoto e o farol de Alexandria não mais guia os navegantes na travessia do mediterrâneo, restando um museu no seu lugar.

As construções materiais, frutos da audácia e da criatividade humana, por mais respeitáveis que sejam, estão sujeitas ao desgaste do tempo, desaparecendo inevitavelmente. Já o investimento no campo dos sentimentos perdura pela vida sem fim, ficando qual selo inextinguivel em uma carta de amor, endereçada pela divindade aos caminheiros humanos.

Em tempos de aridez e convulsões contínuas no terreno delicado das emoções, onde a vida se nos afigura frágil e quebradiça, qual se a criatura humana se assemelhasse a uma barcaça em mar revolto, bilhões navegam sem rumo, clamando por orientação e diretriz segura na travessia da colossal tempestade de valores destes dias sombrios.

Multidões em fanatismo elegem falsos profetas como seus gurus, tresvariando nos campos da fé. Grupos imensos agonizam nos estertores da posse alienadora, sedentos pela matéria, que se lhes escapa entre os dedos, quais grãos de areia.

Outros muitos se agarram ao corpo sadio, quais moluscos em conchas primorosas, alcançados em algum momento pela degradação inevitável de peças básicas da armadura orgânica, rumando em desespero para a desencarnação agoniada.

Mais alguns erguem impérios econômicos, que mudam de comando de uma hora para outra, constroem fortalezas de concreto e aço, de onde julgam comandar muitas vidas, impossibilitados do autocontrole.

Imensos parques de diversões espalhados pelo mundo, acolhendo visitantes bulhentos e estressados, dissipando nos brinquedos os dramas íntimos que temem enfrentar.

Para onde caminha essa humanidade? Até quando se evadirá de sua realidade espiritual, decifrando o imenso futuro que aguarda a todos depois da decomposição cadavérica?

A esperança, parecendo ser a derradeira virtude a prosseguir junto aos caminhantes terrestres, continua a insuflar aos tímpanos a perene canção da vida abundante.

Não possuir o mundo, mas tomar posse de si mesmo. Enxergar além da cortina densa de ossos e cartilagens. Paulatinamente, gravitar da crença para o saber, da fé cega para a compreensão lúcida, dos instintos para a razão e desta para a intuição, apanágio dos anjos.

Até aqui, muitos têm percorrido os caminhos da evolução quais mariposas em derredor de lâmpadas provisórias. Preciso voejar além das lamparinas passageiras, buscando o sol da verdade plena, a fulgurar em Jesus Cristo, fundamento do caminho reto, da verdade acessível e da vida em plenitude.

Tantas estradas...

Tantas crenças...

Onde situam tuas buscas presentemente e que fazes do entendimento que já adquiristes no contato com tua própria transcendência?

No cultivo da oração e do silêncio, Deus te responderá com inabalável segurança.


Marta (Espírito)

Itapetinga, 30.03.2025


Médium: Marcel Mariano


quinta-feira, 27 de março de 2025

Uma marca de giz no gerador

 


Na fábrica da Ford, um gerador gigantesco parou de funcionar. Os engenheiros tentaram consertá-lo, mas depois de horas de testes, ninguém conseguiu encontrar o problema. Em desespero, Henry Ford ligou para um homem que, embora de pequena estatura, era um gigante da engenharia: Charles Proteus Steinmetz. 


Quando Steinmetz chegou à fábrica, pediu um caderno, uma caneta e um berço para descansar perto da máquina. Ele passou dois dias inteiros observando e ouvindo o gerador, fazendo cálculos e anotações. De repente, ele pediu uma escada e um pedaço de giz. Subiu com dificuldade, marcou um ponto na superfície da máquina e desceu com calma. 


“Retire a tampa e retire 16 voltas de cabo, logo de onde fiz a marca”, disse ele aos engenheiros. 


Céticos mas sem alternativas, os trabalhadores fizeram exatamente o que ele disse. Assim que terminaram... o gerador voltou à vida como se nunca tivesse falhado. 


Dias depois, Henry Ford recebeu a conta de Steinmetz: US$ 10 mil. Surpreso, o magnata pediu-lhe que detalhasse os custos. 


O engenheiro enviou-lhe uma nova fatura com duas linhas simples: 


Fazendo uma marca de giz no gerador: $1 


Saiba para onde discar: $ 9.999 


Ford pagou sem protestar. 


Esta história é um lembrete de que o conhecimento e a experiência não são medidos no tempo que leva para fazer algo, mas nos anos de aprendizado que permitem fazer isso em minutos.