terça-feira, 31 de dezembro de 2024

Em tempos de ansiedade calamitosa- Mensagem psicografada

 


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Em tempos de ansiedade calamitosa, verdadeira pandemia de neurastênicos e impacientes de toda ordem, homens e mulheres têm buscado ajuda para os incontáveis males da modernidade.

As clínicas dedicadas à saúde emocional e mental se multiplicam, sem conseguirem dar conta de uma sociedade que enfermou gravemente no terreno sensível das emoções.

Antes consideradas transtornos de adultos, a depressão e as fobias estenderam tentáculos sobre jovens crianças, de modo que a nova geração padece de inquietação crescente, sem que se saiba claramente como erradicar semelhante flagelo mundial.

Entre quatro paredes, agitam-se casais em crise de convivência, incompatibilidade de gênios, aspirações distintas e ânsia por liberdade, como se o matrimônio, para muitos, fosse penetração em sombria masmorra de subordinação marital.

E somando-se aos conflitos individuais, agrega-se a incerteza do emprego e do pão de cada dia, onde milhões estorcegam nas agonias da sobrevivência cotidiana.

A iniquidade campeia, se fazendo desacreditar do aparato da justiça, nem sempre alcançando os infratores e defraudadores da paz social. Na "terra de ninguém", acaba por se fixar uma sensação de impunidade, de descrença nas instituições públicas e privadas.

A fé de milhões se fez construir em cima da crença cega, onde o escambo com o divino parece ser a moeda com que o devoto adquire sua imunidade para com as angústias do mundo.

Percebendo essa inquietação emocional nas primeiras décadas do século passado, o indiano Paramahansa Yogananda, nascido na velha Índia em 1893, emigrou aos 27 anos de idade para os EUA, onde fixou residência na Califórnia. Ali, junto de alguns discípulos, fundou uma notável organização humanitária, a espalhar os milenares ensinamentos da Kriya Yoga, buscando ajudar famintos da alma e sedentos de paz interior.

Saiu do corpo em 1952, deixando um legado que ainda hoje estende tentáculos de auxílio em favor de uma sociedade cada vez mais ansiosa e impaciente.

Em épocas recuadas da história, cada tempo anotou a passagem de missionários e arautos, cada um portando um ensinamento de valor psicoterapêutico para seu tempo, adaptado aos costumes de então.

Filósofos e idealistas, pensadores e gurus deixaram regras de como alcançar o nirvana, o samadhi, a plenitude. Livros de autoajuda se espalham no mundo desde a segunda metade do século dezenove, convidando o ser a rever seu estilo de vida, desacelerando suas buscas sôfregas, muitas de consequências danosas.

E quando o final do ano chega, vislumbra-se o frenesi das compras de última hora, a ceia farta, a casa cheia, a música alta e as gargalhadas para distensionar o vulcão interno.

Em meio a tantos avatares e swamis passados e modernos, Ele se ergue como símbolo da serenidade sem limites.

Em seu semblante, nenhuma tensão. O olhar parecia pairar além dos limites do cárcere corporal.

Nenhuma preocupação com o amanhã, nenhuma retenção no ontem vivido.

O hoje era infinitamente mais importante. O investimento no cultivo das emoções superiores. O cultivo da paz interior que o mundo desconhece.

Ante as agonias, dois minutos em silêncio e a antena mental buscando sintonia com a FM de Deus.

Tendo, repartir com aqueles que andam de mãos vazias do pão da sobrevivência. Não possuindo, doar simpatia e confiança, otimismo e alegria aos tristes e solitários da estrada comum.

E diante de datas que parecem culminantes, como as que assinalam a transição entre um ano civil e outro a chegar, guardar equilíbrio e a certeza inabalável de que ninguém doma o tempo, impede o escoar das horas e traz de volta o pretérito.

A madeira podre das atitudes intempestivas ou os frutos amargos da inércia injustificável devem ser lançadas no caudaloso rio da vida, que ruma sempre para o oceano da existência sem fim.

Importa não esquecer do amor, da necessidade de se fazer melhor cada dia e guardar a convicção de que a barca terrestre tem um comandante seguro, indicado por Deus para custodiar o planeta em transição para uma primavera de bênçãos.

Lembra-te D'Ele em tuas agonias e crise de ansiedade.

Seu nome?

Jesus Cristo!

Ontem, hoje, sempre!


Marta (Espírito)

Juazeiro, 31.12.2024


Médium Marcel Mariano


Marcel Mariano camisa Xadrez- Luiz Bamberg - Direita

domingo, 29 de dezembro de 2024

As forças contrárias ao Progresso individual e coletivo




Na vastíssima literatura religiosa de quase todos os povos da Terra, consta sempre a presença do maniqueísmo, aquele aspecto do contraponto, onde o bem forçosamente sofre a oposição do mal.

Na velha Pérsia, Ahura-Mazda era a representação do bem, sofrendo incessante oposição de seu irmão gêmeo Arimã, o gênio do mal. Entre os judeus, temos bael como ferrenho adversário do divino. Na mitologia grega, o filho de Hades, senhor do mundo dos mortos era a personificação da maldade, cujo reino de sombras tinha seus portais sob a vigilância severa do cão de três cabeças, cérbero.

Para os cristãos primitivos, lúcifer se constituía no opositor aos desígnios divinos, após rebelar-se contra Deus e ser deserdado do paraíso, fazendo da Terra de planeta de exílio.

Jesus, mais de uma vez, foi acusado de operar sob a interferência de Belzebu, tido como chefe dos demônios.

Essa dicotomia permeia o tecido religioso quase que universal, traduzindo nossas superstições, crenças e fantasias no campo místico, lendário, folclórico e igualmente filosófico.

Com o advento do cristianismo, o eixo começou a sofrer alterações, que se arrastam pelos dois milênios seguintes, ainda sem solução de continuidade, pois que em pleno século da tecnologia, da robótica e dos voos espaciais, milhões de indivíduos mantêm a crença de que suas ações sofrem pesada interferência diabólica, que os impele à prática de atos contrários à moral e à dignidade da pessoa humana.

Lastreado nesse pensar, muitas igrejas construíram seu discurso ideológico em cima dessa influência sutil ou declarada, buscando métodos para neutralizar a soberba de espíritos imundos sobre o frágil psiquismo da criatura humana.

Em verdade, estamos cercados de forças contrárias ao progresso individual e coletivo. Uma população não visível ao olhar comum atua, incessantemente, sobre aqueles que ainda deambulam na corporalidade, inspirando e sugerindo o fracasso, tanto quanto o trabalho e o esforço.

O martelo final é batido pelo influenciado.

Pelo critério de julgamento que lhe é próprio, o ser absorve a ideia, podendo ofertar essa ou aquela resposta à indução sofrida, qual lavrador que diante da terra em espera da ensementação, aguarda boas ou más sementes, respondendo conforme a lavoura cultivada.

Em nós, reside a centelha divina, nos impulsionando ao progresso, ao evoluir e ao saber cada dia mais, diluindo a ignorância, mãe de todos os males.

O Senhor não nos priva do livre arbítrio, mas estabelece que cada um deve responder perante suas leis pelo que faz ou deixa de fazer, e as interferências externas são frutos amargos de nossas escolhas individuais ou circunstanciais de um mundo envolvido por pesadas sombras íntimas, derivadas da inferioridade moral da maior parte de seus habitantes, ainda fortemente inclinados ao cultivo da preguiça e dos instintos perversos.

Sobrepairar acima dessas interferências nocivas exige luta e discernimento, vontade férrea e educação moral, ferramentas ao alcance de qualquer um.

Ao nosso lado, a bondade de Deus, que faculta reaprender no próprio educandário da Terra as lições menosprezadas, avançando na escala evolutiva, onde tais entidades passarão a ser identificadas como reflexos de nós mesmos, ainda em trânsito por faixas evolutivas de ganância e indiferença, miséria intelectual e baixeza moral, onde qualquer um pode situar-se como adversário de Deus e inimigo do irmão de caminhada, aprendendo na escola dos testemunhos e da dor que ninguém ilude a consciência cósmica sem pagar alto preço ao governo do universo.

Em tua marcha, defrontarás com demônios revestidos de finos tecidos. Terão aparências simpáticas, mas espalham miasmas mortíferos no que dizem e no que falam. Toma cuidado com o contágio que exalam.

No mundo, dá a César o que pertença a César, mas nunca olvides tua origem divina e tua destinação além das estrelas, já que por decreto divino estás condenado à perfeição relativa, após travessia pelos mares agitados da evolução que nunca cessa.

Teu modelo e guia permanece sendo Jesus. 


Marta (Espírito)

Juazeiro, 28.12.2024


Médium: Marcel Mariano















Aos Primeiros clarões do ano novo - mensagem psicografada

 


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Aos primeiros clarões do ano novo, somando-se ao tempo reinante de tecnologia avançada e conquistas científicas de tirar o fôlego, as inquietações humanas e as incógnitas do destino não se fazem diferentes daquelas que atormentavam o homem de vinte séculos passados.

Facilidades externas não solucionam vazios existenciais.

Máquinas não sugerem soluções aos vencidos pelas angústias.

A amargura, decorrência de uma vida atribulada e prenhe de ansiedade não solucionada, não consegue diluição em razão da utilização excessiva das redes sociais.

O protagonismo virtual de nosso tempo emparedou milhões de indivíduos nas masmorras das agonias superlativas da exposição demasiada, violando a privacidade e impedindo o ser do autoencontro.

As fugas externas têm produzido uma geração materialista e descrente, refém de máquinas e algoritmos, como se a vida coubesse numa placa mãe ou um chip.

Os contatos interpessoais, indispensáveis à maturação de projetos e permutas psíquicas, vem sofrendo rude esvaziamento, tornando-se criatório de indivíduos neuróticos e desconectados de sua essência divina.

Nobres esforços têm sido empreendidos por cientistas e pesquisadores, estudiosos da psique e sociólogos, buscando reverter esse quadro avassalador no campo das emoções afetadas pelo excesso de raciocínios rápidos, destituídos de sentimentos.

O afeto permutado reduz os quadros de ansiedade. A partilha de sonhos com alguém querido consolida a amizade. As atividades em grupo fortalecem os laços da amorosidade, indispensáveis ao equilíbrio mental e emocional.

Louvável é toda ciência desses últimos dois mil anos, onde cientistas de escol patrocinaram a descoberta de inúmeras invenções e equipamentos, melhorando a saúde, favorecendo a higiene e arrancando dos campos safras cada vez mais dilatadas, mas quando o ser humano não fez a sua parte, investindo na educação, se deixando robotizar paulatinamente pelas comodidades de máquinas e equipamentos de última geração, como se a elas competisse substituir os seres vivos em suas incógnitas e em seus desafios existenciais, nos damos conta do alto preço que a atual geração vem pagando por olvidar o autoconhecimento.

Após vinte séculos de cristianismo no Ocidente e incontáveis séculos de doutrinas esotéricas no Oriente, o espírito imortal, em seu périplo pela matéria densa, se vê face a face consigo e seus fantasmas não solucionados.

O existir o amedronta e a morte o apavora.

Qual criança assustada, agarra-se ao corpo em desespero, receoso de perder o escafandro temporário onde se manifesta no plano material.

O contato psíquico com os antepassados o deprime na incerteza.

Seu futuro além da argamassa orgânica tornou-se medo que procura disfarçar nos esportes radicais.

E a figura excelsa de Jesus permanece um mistério que muitos temem investigar.

Que paradigma é este, capaz de fender a linha histórica, se fazendo marco do antes e do depois?

Como conseguiu aglutinar mais de dois bilhões de adeptos, os mantendo convictos de Sua doutrina até os dias hodiernos?

Negado por um, vendido por outro e abandonado pelos demais, prossegue produzindo mártires e santos, missionários e apóstolos, que espalham Seus ensinos em braçadas de flores perfumadas.

Certamente não desconheces a biografia do Cristo no mundo, começando numa noite fria de abril em Belém e encerrando num gólgota de insanidade humana, numa Jerusalém coberta de sombras.

Se o elegeste modelo e guia, copia Seus passos e porfia no clima do dever e das austeridades, já tão escassas em nossos dias.

Rende culto à consciência reta.

Presta teu tributo à verdade.

Vive no mundo como um verdadeiro cristão. Somente assim, os revérberos da luminosidade de Jesus incidirão sobre os escuros caminhos terrestres, apontando as primícias do Seu reino, que já não tardam a surgir no planeta em transição dolorosa, em marcha firme para a tão desejada regeneração.


Marta e Leon Denis ( Espíritos)


Medium: Marcel Mariano

Juazeiro, 29.12.2024





sábado, 28 de dezembro de 2024

O Rio Amazonas




O rio Amazonas, com 7.020 km de extensão, nasce no sopé do Monte Mismi, no Peru, e deságua no Oceano Atlântico vindo do Brasil.

Seus afluentes passam pela Colômbia, Venezuela, Bolívia, Equador, Guiana, Guiana Francesa e Suriname.

Não há ponte que atravesse este rio.

O explorador espanhol Francisco de Orellana foi o primeiro europeu a chegar à sua nascente em 1541.

Orellana relatou no seu regresso a Espanha que os barcos foram atacados por muitas mulheres que lutavam com arcos e flechas.

Assim, dando um toque homérico à história, decidiu batizar o rio Amazonas em homenagem às mulheres míticas que lutaram contra Hércules e Aquiles na mitologia grega.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2024

FELIZ NATAL


Que o Natal seja para cada um de nós um tempo de conexão com o Cristo, trazendo para nossos corações confiança, coragem, fé, amor e fortalecendo a esperança de que juntos podemos criar um mundo de mais amor e fraternidade.


Feliz Natal e um 2025 dedicado a viver o amor de Nosso Mestre Jesus🌟



sexta-feira, 20 de dezembro de 2024

Médica e filha de 10 anos de Senhor do Bonfim são baleadas durante tentativa de assalto na BA; mulher foi atingida na cabeça e está em estado grave

 



Uma médica de 39 anos e a filha dela, uma criança de 10, foram baleadas durante uma tentativa de assalto em Salvador, na noite de quinta-feira (20). De acordo com informações apuradas pela TV Bahia, a mulher, que está grávida, foi atingida na cabeça e está em estado gravíssimo.

A médica saiu de Senhor do Bonfim, cidade do norte da Bahia, em direção a Salvador. A profissional estava acompanhada do marido, que dirigia o veículo, e da filha.

Ao passar pela BR-324, em trecho do bairro de Águas Claras, o marido da vítima teria visto dois homens praticando assaltos em uma motocicleta

Para ajudar as vítimas, ele tentou jogar o carro em cima dos suspeitos.

Um dos suspeitos, que estava na garupa da moto, atirou na direção do carro. Um tiro atingiu a médica na cabeça, enquanto o outro atingiu a criança na região do ombro.

Um dos suspeitos, que estava na garupa da moto, atirou na direção do carro. Um tiro atingiu a médica na cabeça, enquanto o outro atingiu a criança na região do ombro.

Após os disparos, o próprio marido dirigiu até o Hospital Geral do Estado (HGE) para socorrer a esposa e a filha. A menina passou por uma cirurgia no ombro e está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica, mas não corre risco de morte.

A mulher, em estado grave, também está internada na UTI do HGE. O caso é investigado pela 11ª Delegacia Territorial (DT/Tancredo Neves).


Por g1 BA e TV Bahia



quinta-feira, 19 de dezembro de 2024