quarta-feira, 7 de outubro de 2026

O ser dos tempos contemporâneo.







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O ser dos tempos contemporâneos marcha aureolado de bênçãos tecnológicas, a otimizar o pensamento e a gestão da vida material.

Explodiu o átomo, liberando uma energia incontrolável. Desceu aos abismos dos mares e descortinou novas espécies marinhas. Analisou florestas e ecossistemas verdes, localizando vegetais desconhecidos da botânica e com eles, elaborou novos medicamentos.

Nos últimos sessenta anos, tem investido somas fabulosas na exploração espacial, ansioso por aprofundar o conhecimento sobre galáxias e nebulosas, buracos negros e ondas de rádio de origem desconhecida.

O cérebro engalana-se, atingindo patamares de conhecimento jamais experimentados. A rede mundial de computadores e a inteligência artificial projetam cenários e utilidades cotidianas inimagináveis.

Os neurônios parecem passageiros a bordo de uma nave, viajando à velocidade da luz, acumulando em terabytes expansíveis informações inimagináveis.

Entretanto, um olhar mais apurado também notará a discrepância dessas vertiginosas conquistas do cérebro para o sentimento. São dias de fundas agonias, lancinantes dores emocionais, multidões assaltadas pela solidão e seres trucidados pelo vazio existencial.

Multiplicam-se os esforços para auxiliar muitos a se erguerem das quedas morais, mas não se consegue o alevantamento de todos. Religiosos jazem confusos, atrelando a religião ao materialismo crasso desses dias de inquietação incessante. O medo da morte e o desconhecimento quase que completo da vida futura e da imortalidade da alma apavoram milhões, que se veem projetados no limite do precipício que delimita a fronteira diáfana entre o carro físico em desgoverno e a alma em desespero.

Como auxiliar a manada de búfalos em correria tresloucada? Como esclarecer quem se encastelou na fortaleza das ciências materialistas?

De que forma arrancar milhões de ovelhas, guiadas por astutos pastores, sedentos de ouro e cédulas verdes?

Como esclarecer que todo poder emana de Deus e que cada servidor dará conta da própria administração perante o governo do universo?

Discursos são ignorados, pregações são desprezadas e livros esclarecedores são abandonados, quais ferramentas imprestáveis no caminhar dos peregrinos desavisados.

Paciência. Confiança no alto. Foco nas próprias tarefas.

Que cada servidor prossiga incansável na tarefa de formiguinha que o alto lhe confiou. Trabalhe a si mesmo e, quando possível, oriente algum perdido da estrada.

Semeie em solo difícil, mesmo sabendo da improvável colheita.

E prossiga, otimista e confiante, recordando sempre que necessite refazer forças...

Ele surgiu num período difícil e amargo, como estes dias que estamos atravessando. Esteve  aparentemente inativo por dezoito anos, se preparando para enfrentar a selva humana dos interesses rasteiros.

Consciente de que precisava de colaboradores, buscou doze amigos numa vila de pescadores. E saiu a anunciar o novo tempo.

Abençoou a semente minúscula, enalteceu a dracma perdida, dialogou com os esquecidos e párias sociais. Se fez hóspede de indesejáveis e detestados. Reconduziu a mulher à sua dignidade ultrajada pelo machismo reinante e acolheu os meninos, exaltando-lhes a pureza das intenções.

Deu-se em holocausto. Sucumbiu fisicamente entre meliantes do mundo.

Prossegue o Senhor como governador do planeta em convulsões ciclópicas, agitação das massas e taquicardia dos sentimentos.

Não pede aos novos discípulos sacrifícios. Suplica misericórdia em favor dos aflitos e despossuídos de tudo, menos das bênçãos de Deus.

Sê tu carta viva dessa Boa Nova! Avança no terreno árido das paixões e edifica em ti mesmo a Jerusalém renovada que o tempo presente reclama.

És tu os braços, as mãos e os pés que o Cristo necessita para amorizar esses dias desafiadores que estamos todos a atravessar.

Após a noite densa, a aurora.

Depois da tempestade, a calmaria dos elementos em fúria.

Da escassez à abundância.

E Ele prossegue semeando...


O peregrino.  (Espírito)

Senhor do Bonfim, 03.10.2026


Médium: Marcel Mariano




segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Lula vence votação em Bonfim

 


Lula vence votação presidencial em Senhor do Bonfim com 62,13% dos votos


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi o candidato mais votado para a Presidência da República em Senhor do Bonfim no primeiro turno das Eleições 2026.

Com 100% das 174 seções apuradas, Lula recebeu 25.666 votos, correspondentes a 62,13% dos votos válidos, conforme os números finais apresentados na apuração.

Na segunda colocação ficou Flávio Bolsonaro (PL), com 13.819 votos (33,45%). O candidato Augusto Cury (Avante) apareceu em terceiro, somando 779 votos (1,89%).

Ao todo, Senhor do Bonfim registrou 43.744 eleitores que compareceram às urnas, segundo os dados apresentados na apuração.

O resultado confirma a vitória de Lula na votação presidencial no município neste primeiro turno. Dados oficiais das Eleições 2026 são divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Redação Cleber Vieira News

domingo, 27 de setembro de 2026

És filho da suprema criação.

 


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A busca por Deus deveria ser a prioridade absoluta do inquilino residente na Terra. Tudo que representa a impermanência se faz fogo fátuo no carreiro evolutivo. Surge num momento e desaparece logo após. As mais vultosas fortunas são empréstimos que o banco da Providência Divina oferta aos filhos de Deus para alavancarem o próprio e o alheio progresso, mas, distraídos no parque de diversões em que se sentem como estudantes de ocasião, se deixando fascinar por brinquedos e jogos diversos, sabotando excelentes oportunidades de crescimento.

O vigor da juventude, que passa ligeiro.

A libido, que o cansaço consome.

O poder temporal, que muda de mãos de uma hora para outra.

A fortuna, que o meliante surrupia na calada da noite.

Entretanto, incontáveis estrelas brilham no firmamento, enquanto no solo do mundo homens e mulheres estão tragados pelas aflições. Não obstante os casarões luxuosos, em avenidas ou condomínios de luxo, dentro das quatro paredes de muitas mansões permanece o vício, a desonra e enfermidade cruel.

O rosto muito bem esculpido em cirurgias estéticas ou coberto de custosa maquiagem, muitas vezes tentando ocultar marcas da velhice precoce e das sucessivas amarguras enfrentadas e não solucionadas.

Quantos corações machucados pelo medo de viverem novas experiências afetivas.

Quantos corações maternos dilacerados pela ingratidão de filhos insensíveis, companheiros indignos e abandono no próprio lar.

O planeta exibe contrastes gritantes, se constatando que no mesmo século caminham, lado a lado, uma geração antenada com as mais sofisticadas tecnologias, sonhando com a conquista das estrelas e, do outro lado da rua, uma massa de famintos do corpo, sedentos da alma e martirizados pelas angústias que ninguém vê.

Em todos, a mesma ânsia pela felicidade, mas buscando-a por ferramentas distintas.

E o Supremo Doador nunca esteve longe ou inalcançável. Não faz residência num céu inatingível, nem jamais esteve sentado num trono de ócio, cercado de anjos bajuladores.

Essa inteligência suprema está no perfume de uma flor, no gracioso voo da gaivota, na nuvem fecundante, no charco aparentemente pútrido e nos lírios do campo.

Possui muitos nomes. Alá, Jeová, Emanuel, Brahma, Providência Divina, natureza, causa primeira de todas as coisas...

Cuida do verme e zela pela galáxia colossal. Sustenta o arbusto frágil e se exibe na montanha altaneira.

Faz a garoa fina e sustenta o sol que aquece a vida na Terra.

Seu infinito amor corrige e aperfeiçoa não como gostaríamos, mas como temos necessidade na estrada da evolução infinita.

Está no verso quebrado e na rima perfeita. Surge na canção ou no trinado do pássaro colorido.

É uma permanente sinfonia, que recusamos ouvir até o final.

Deus, sempre Deus, nada mais do que Deus!

Age no silêncio profundo.

Filho da luz e herdeiro de Deus, estagiário das experiências milenares nos palcos do mundo, acalma tua ansiedade por instantes e deixa-te invadir pela nostalgia de O descobrir em teu mundo íntimo.

Permite que Ele incida luz em tua telha quebrada, inundando teu domicílio emocional de harmonia e bem-estar.

Ignora se o Eterno te surgirá na feição de um colibri ou na potência de um paquiderme. Um Himalaia ou um grão de areia.

És filho da suprema criação. 

Herdeiro de Seu incomensurável amor.

Toma posse do que és, olvidando o que tens ou te falta.

Em Deus, és pleno.


Marta e Élzio Ferreira de Souza. (Espíritos)

Mafra/SC, 27.09.2026


Médium: Marcel Mariano




domingo, 20 de setembro de 2026

Desconhecedores de nós mesmos



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Entre os temas mais palpitantes da atualidade situa-se o das lutas íntimas, aquelas que erguem arenas na intimidade de cada um.

Conquanto não vistas, são cruéis e amargos embates que cada criatura trava contra sua natureza inferior, muitas vezes em estímulos para fossas morais de difícil descrição.

Trato fino na convivência, mas o impulso incessante para a brutalidade. Palavra bem posta em momentos de conveniência e linguajar chulo na roda de amigos mais reservada. Análise serena de acontecimentos e fatos quando na tribuna da oratória, mas crítica ácida e rude quando entre alguns poucos.

Se atendido nos desejos e vontades, faz-se modelo de educação social e fidalguia, mas quando contrariado nas expectativas, ruge que nem um leão acuado, explodindo em agressividade que assusta.

Sim, somos realmente desconhecedores de nós mesmos. Em incontáveis ocorrências do cotidiano, manejamos a mais ampla cultura sobre terceiros e desconhecidos, mas ignoramos nossas resistências aos embates da vida e quase nada sabemos sobre nossas reações.

Inabituados à meditação, atravessamos a existência física quais rochas impermeáveis, até que a dinamite das frustrações nos provoque fissuras no ego contrariado. Sonhos e projetos se fazem inatingíveis e perdemos o equilíbrio que nos resta. Parte da vida faz-se amarga, indigesta, e só a muito custo o círculo de familiares e amigos consegue suportar nossa presença.

Tudo poderia ser diferente...

Tivéssemos a coragem de periodicamente nos analisar sobre as relações mantidas e nutridas, submetendo-nos ao rigoroso teste de perguntarmos a nós mesmos se estamos sendo leais aos que marcham pela mesma estrada.

Quantas vezes ouvimos o outro com espírito de acolhimento, sem reservas ou apontamentos desnecessários.

Percebendo alguém em atitude de ataque em nossa direção, em que instante recorremos à prece em favor dessa pessoa, assaltada pelas sombras.

Ouvindo alguém em confidência, se fomos capazes de cerrar o segredo doloroso, suplicando a misericórdia divina para a criatura em desatino à nossa frente.

E quando foi que colocamos algum tipo de freio aos nossos pensamentos impróprios, quando a sós.

Convidado a expressar, pelo verbo, essa ou aquela opinião sobre a conduta de alguém guindado à vida pública, buscamos enxergar alguma virtude ou nobreza mínima, diminuindo a acidez da análise.

Em matéria de viver, seremos sempre senhores do próprio silêncio, mas invariavelmente escravos de tudo quanto proferido pelos lábios.

E como procedia Jesus quando em contato com a massa do povo?

Ouvia, entendendo.

Silenciava, ajudando.

Narrava, esclarecendo.

Curava, despertando o beneficiado para a responsabilidade de ser liberto do mal que o afligia.

Buscava refúgio no deserto, comungando em silêncio com Deus. Volvia aos ajuntamentos humanos e se compadecia da ignorância popular, buscando apontar caminhos alternativos.

Não desconhecia o mal. Exaltava o bem que poderia ser feito.

Tinha profunda compaixão com os hipócritas, mas tolerância zero com a hipocrisia, separando o doente da doença 

Sem buscar ferir tua sensibilidade, quando foi o teu último encontro contigo mesmo? Em que época conversaste com teus pensamentos mais íntimos?

Assim que possível, agenda a sala do silêncio, desacelera tua rotina e senta na relva verde de teu jardim de sonhos.

Era uma vez...


Marta (Espírito)

Itiruçu/Ba., 20.09.2026


Médium: Marcel Mariano



quinta-feira, 17 de setembro de 2026

ANTE O SUICÍDIO*

 


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_*ANTE O SUICÍDIO*


Se a idéia do suicídio alguma vez te visita o pensamento, reflete no  infortúnio de alguém que haja tentado inutilmente destruir a si mesmo, quando pela própria imortalidade, está claramente incapaz de morrer.

Na hipótese de haver arremessado um projétil sobre si, ingerido esse ou aquele veneno, recusado a vida pelo enforcamento ou procurado extinguir as  próprias forças orgânicas por outros meios, indubitavelmente arrastará  consigo as consequências desse ato, a se lhe configurarem no próprio ser, na forma dos chamados complexos de culpa.


Entendendo-se que a morte do corpo denso é semelhante a um sono  profundo, de que a pessoa ressurgirá sempre, é natural que esse alguém penetre no Mundo Maior, na condição de vítima de si mesmo.


Não nos é lícito esquecer que os suicidas, na Espiritualidade, não são  órfãos da Misericórdia Divina, e, por isso mesmo, inúmeros benfeitores lhes  propiciam o socorro possível. Entretanto, benfeitor algum consegue eximí-los, de imediato, do  tratamento de recuperação que, na maioria das vezes, lhes custará longo tempo.


Ponderando quanto ao realismo do assunto, por maiores se te façam as dificuldades do caminho, confia em Deus que, em te criando a vida, saberá defender-te e amparar-te nos momentos difíceis.


Observa que não existem provações sem causa e, em razão disso, seja onde for, estejamos preparados para facear os resultados de nossas próprias ações do presente ou do passado, em nos referindo às existências  anteriores.


Cientes de que não existem problemas sem solução, por mais pesada a carga de sofrimento, em que te vejas, segue à frente, trabalhando e servindo, lançando um olhar para a retaguarda, de modo a verificar quantas  criaturas existem carregando fardos de tribulações muito maiores e mais  constrangedores do que os nossos.


O melhor meio de nos premunirmos na Terra contra o suicídio, será  sempre o de nos conservarmos no trabalho que a vida nos confia, porque o  trabalho, invariavelmente dissolve quaisquer sombras que nos envolva a  mente.

E, por fim, consideremos, nas piores situações em que nos sintamos, que  Deus, cujo infinito amor nos sustentou até ontem, embora os nossos erros, em nos assinalando os propósitos de regeneração e melhoria, nos sustentará também hoje.


_(EMMANUEL)_


*Livro:* _"Amigo"_

*Psicografia:* _Chico Xavier_



quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Morre o radialista e produtor de eventos Antônio Augusto Gomes, em Senhor do Bonfim

 




Morre o radialista e produtor de eventos Antônio Augusto Gomes, em Senhor do Bonfim


Faleceu por volta das 9h30 desta quarta-feira, 16 de setembro, o radialista e produtor de eventos Antônio Augusto Gomes, figura bastante conhecida em Senhor do Bonfim.

Segundo informações, Augusto tomou café pela manhã na Panificadora Globo e, em seguida, saiu para realizar uma panfletagem. Durante a atividade, passou mal e foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24 Horas), mas não resistiu. A informação inicial é de que ele teria sido vítima de um infarto.

Antônio Augusto Gomes construiu uma trajetória marcante no esporte, na comunicação e na realização de eventos. Foi presidente da Liga do CSU, do Clube 25 de Janeiro e da Liga Desportiva de Bonfim. Também integrou a campanha que levou o município ao vice-campeonato do Campeonato Intermunicipal de 1993.

Augusto ainda esteve entre os fundadores da Copa Rural, apresentou o programa “Jornal Pega Fogo”, na Rádio Rainha FM, e, atualmente, era proprietário da AGTV Web.

A morte de Antônio Augusto causa grande comoção entre familiares, amigos, profissionais da comunicação, desportistas e integrantes do setor cultural e de eventos de Senhor do Bonfim.

O Cleber Vieira News manifesta profundo pesar e deseja força e conforto aos familiares e amigos neste momento de dor.


Redação do Cleber Vieira News

domingo, 13 de setembro de 2026

A Lei de Destruição

 


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Decorridos vinte e cinco anos da tragédia das torres gêmeas, situadas na ilha de Manhattan, um dos cinco distritos que constituem a mais cosmopolita das cidades terrestres, a nação norte-americana evocou aqueles dias trágicos de 2001.

Quase quatro mil vítimas, um país em choque até hoje.

E toda a história humana e das civilizações está assinalada por tragédias coletivas, naturais ou provocadas, deixando atrás de si um caminho de sangue. Terremotos, furacões, tsunamis, enchentes ou secas inclementes têm desassossegado a vida das comunidades atingidas, sofrendo diferentes interpretações. Líderes religiosos asseguraram ser fruto da ira divina, prenúncio do fim do mundo, invasão alienígena ou guerra desconhecida, movida por nações hostis. E uma grande soma de vidas é tragada nessas ocasiões, deixando novas interrogações.

Os flagelos sempre ocorreram nos anais da história, e fazem parte das leis de destruição e progresso, impulsionando as culturas para a melhoria das ciências encarregadas de prever desastres naturais, bem como consolidando no ser a certeza de que, por mais que se expanda no intelecto, não fugirá de acertar contas com a morte.

Toda a estrutura material que cerca as criaturas está sujeita a periódica metamorfose, fazendo com que a construção projetada sofra alterações súbitas, adotando nova apresentação. Eras glaciais, séculos de seca inclemente, chuvas torrenciais, quais dilúvios bíblicos, bem como a movimentação das placas tectônicas, têm causado inquietação e medo em incontáveis indivíduos.

E se os corpos e as estruturas de cimento e ferro são reduzidos a escombros, os falecidos ressurgem na pátria espiritual sedentos de informações e acolhimento, buscando entender a interrupção abrupta da existência, ante os flagelos naturais ou os atentados terroristas.

A lei do progresso a todos conclama avançar. A de destruição está encarregada de renovar as paisagens, quando natural, e quando provocada, suscita alterações na convivência, renovando os seres e os saberes.

Instala novo olhar, onde a amorosidade e a solidariedade surgem como alternativas aos confrontos estéreis e as pugnas ideológicas. A humildade e a submissão às leis divinas brotam como floração fecunda à empáfia com que muitos desafiam Deus e seus divinos códigos. A cooperação brota entre as nações, rasgando fronteiras de separatividade, e os diretamente atingidos, arrebatados em grande soma, refazem conceitos religiosos e alteram o modo de pensar ao longo do tempo.

Do caos, surge a renovação na convivência. Das lágrimas dos que ficaram, novos pensamentos emergem nas trilhas do existir.

Muitos se dão conta que estiveram apartados de Deus, adotando a postura materialista para o viver, agora refazendo caminhos e ressignificando o projeto existencial.

Talvez em tua existência até aqui nenhum acontecimento trágico te assaltou a aparente normalidade, mas este pode aparecer quando menos aguardado. Aproveita a calmaria da viagem pelo corpo e reflete sobre os projetos acalentados e as efetivas realizações feitas. Quanto tempo disponível para a meditação e o estado de prece? A energia empregada para o triunfo no mundo tem sido a mesma para vencer a si mesmo?

Os velhos enganos e as imperfeições morais têm sido enfrentados ou deixados de lado, aguardando um tempo propício no futuro incerto?

Filho de Deus, reavalia teu projeto existencial, lubrifica tuas engrenagens no azeite da boa vontade e firma teus propósitos na coragem e no discernimento, buscando ainda hoje o modelo e guia da humanidade: Jesus.

N'Ele surge o dia coroado de sol e N'Ele o crepúsculo triunfa ao cair da tarde, apontando para cada um novos rumos, sob o clarão das estrelas.


Marta (Espírito)

Salvador, 13.09.2026


Médium: Marcel Mariano